Live com Luiz Eduardo Motta Carvalho no Youtube da Palas Athena
Gandhi – ética inspirada no Yoga e suas evidências
Live com Luiz Eduardo Motta Carvalho
A filosofia realiza seu propósito na ação. Gandhi é um exemplo vivo ao transformar teoria em prática, princípios em compromissos políticos, buscas pessoais em realizações coletivas. Gandhi foi influenciado pela filosofia e ética do Yoga de Patañjali e do Bhagavad Gita em sua vida pública, como fica evidente ao levantar o estandarte de "Ahimsa" (não violência) e inspirar o movimento "Satyagraha" (firme na verdade).
Ele praticou e incentivou seus amigos e seguidores a experimentar o poder transformador de orientar o sentir, o pensar e o fazer em causas que visam o bem comum através dos "Yamas" (refreamentos éticos) e os "Niyamas" (observâncias pessoais). E quais são as evidências científicas para esses princípios éticos atualmente?
A orientação oferecida por Gandhi é eminentemente pedagógica: antes de combater a injustiça é necessário auto educar-se. Isso significa: 1) reconhecer que qualquer situação de violação de direitos se sustenta unicamente se há cooperação por parte do oprimido, ou seja, se aceita a opressão como fatalidade ou condição natural da existência; 2) mudar a atitude interna de passividade, gerando respeito próprio, dignidade e coragem; 3) determinação para deixar de obedecer e submeter-se, apresar das represálias que isso possa acarretar.
Tanto na África do Sul quanto na Índia mostrou a eficácia das suas convicções e ações como fica explícito na frase atribuída a Gandhi: "Minha vida é minha mensagem".
Essa atividade é gratuita.
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Atividade acessível – Tradução em Libras
Luiz Eduardo Motta Carvalho - Mestre de Yoga certificado pelo Governo da Índia (AYUSH, YCB); especialista em Yoga (Faculdade Iguaçu); Pesquisador da USP (ICB III, LAND e EEFE) dos Efeitos do Yoga na Dor, é único professor de Yoga oficial do Governo da Índia em São Paulo, pelo Consulado Geral da Índia, no Centro Cultural Swami Vivekananda responsável por todos alunos em aulas gratuitas para a população brasileira, com base na tradição do Yoga de diversas escolas e em evidências científicas atuais (Yoga com Ciências).

Esta iniciativa começou em 1999, quando um grupo de pessoas, movimentos e organizações sociais reuniu-se com a firme determinação de disseminar os 6 Princípios do Manifesto 2000 por uma Cultura de Paz e Não-violência, elaborado por laureados com o Prêmio Nobel da Paz em 1998, por ocasião das celebrações dos 50 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Foram angariados em torno de 500 mil compromissos ao Manifesto, em papel, sem que consigamos mensurar o quanto este esforço se desdobrou por meios eletrônicos. No Brasil, houve 14 milhões, e no mundo, cerca de 70 milhões de adesões aos 6 princípios do Manifesto 2000: Respeitar a vida, Rejeitar a violência, Ser generoso, Ouvir para compreender, Preservar o Planeta e Redescobrir a solidariedade. Nestes tempos tão voláteis, nos quais tudo chama a atenção e nada a retém, sem enraizamento e/ou extensão, o Comitê manteve fidelidade aos seus propósitos. Tornou-se referência quanto aos princípios e valores de uma Cultura de Paz, inspirou ações em todo o País desde o âmbito da sociedade civil até as esferas dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Os 8 eixos da Declaração e Programa de Ação sobre uma Cultura de Paz da ONU/UNESCO são as diretrizes fundantes: Cultura de Paz através da Educação; Economia Sustentável e Desenvolvimento Social; Compromisso com Todos os Direitos Humanos; Equidade entre Gêneros; Participação Democrática; Compreensão – Tolerância – Solidariedade; Comunicação Participativa e Livre Fluxo de Informações e Conhecimento; e Paz e Segurança Internacional.
A gestação de uma Cultura de Paz é um fato. Ela atende à necessidade vital de renovação e inovação na forma de sentir, pensar e ver; de avaliar nossas prioridades frente à diversidade de horizontes e consolidar a autonomia nos cenários local e global, aliando o poder criativo do humano ao princípio da interdependência que sustenta a rede de vida.




