Blog WhatsApp

Frete Grátis em compras acima de R$200,00 Sul e Sudeste

Parcelamento sem juros

15% de Desconto nos Livros de 8 a 28 de agosto de 2026

  • Conta
    • Novo cliente? Cadastre-se
    • Cadastrar

0

Meu Carrinho

R$0,00
Ao continuar navegando você aceita os cookies que utilizamos para melhorar o desempenho, a segurança e a sua experiência no site. Para mais informações, consulte a nossa Política de Privacidade.
  • Livro "Malgudi to Macondo" de R. Viswanathan - Capítulo 3

    R. Viswanathan - Publicado por: Indo - Latin American Chamber of Commerce & Industry


     

    DOWNLOAD DO PDF
    Saiba Mais
  • Ética, respeito e o bem comum - Entrevista com a Profa. Lia Diskin

    Suzana Camargo


     

    Entrevista concedida pela  Profa. Lia Diskin para o site Planeta Sustentável.

    Como habitarmos e sobrevivermos no Planeta Terra sem destruirmos por completo seus recursos naturais? Esta é uma das mais importantes questões que vêm sendo debatidas nos últimos anos pela nossa sociedade. É também o que Lia Diskin acredita ser um dos maiores desafios do ser humano atualmente.

    Professora, co-fundadora da Associação Palas Athena e conselheira do Planeta Sustentável, Lia já foi homenageada internacionalmente pelo trabalho em prol dos princípios de não-violência e da divulgação do saber. À frente da Palas Athena, promove cursos, seminários e projetos nas áreas de saúde, educação, direitos humanos, meio ambiente e promoção social.

    Na entrevista que segue, Lia defende a necessidade do amadurecimento do ser humano para lidar com conflitos no dia-a-dia. Acredita também que nenhuma sociedade de paz será conquistada sem ética e respeito mútuo.

    Que mundo a Associação Palas Athena busca promover?
    Nenhum outro mundo senão aquele que já existe, somente com um pouco mais de coerência e consistência. É óbvio que a aceleração de todos os setores, principalmente daqueles que promovem a tecnologia, terminam gerando um estado de complexidade crescente. Não sei até que ponto estamos preparados enquanto seres humanos para dar conta dessa velocidade e justamente por não darmos conta dela, acontecem os descuidos, os desmandos, a falta de qualificação dentro das relações interpessoais e institucionais.

    E o que isso provoca nas pessoas?
    Um estado de ansiedade crônica que não faz absolutamente bem a ninguém – nem como indivíduos, nem como cidadãos. Não sei se biologicamente estamos preparados para esse estresse permanente que estamos vivendo.

    Quais deveriam ser as bases do mundo em que vivemos?
    Bases que promovam a saúde em todos os organismos definidas por princípios pactuados e consensuados. Nós chamamos isso dentro do universo da sociedade de ética. Um pacto tácito, que não precisa necessariamente estar pautado em leis escritas, mas através do qual respeitamos os direitos de todos e cumprimos as responsabilidades pelo bem comum. Sem ética nada funciona: não funcionam as relações interpessoais, nenhum projeto coletivo, muito menos um país ou uma nação. E hoje não podemos mais falar somente de um país porque estamos vivendo num contexto completamente globalizado. Se não há respeito mútuo, a convivência fica extremamente complicada e fragilizada.

    Qual a importância do saber em nosso mundo?
    Sem dúvida o que vai permitir você saber as distinções entre as ilusões, aquilo que se vende como produto de felicidade, produto de bem-estar e conforto e o que é realmente consistente. Hoje se tem a propagação de que o céu é o limite e isso não é verdadeiro. Temos limites muito concretos e possibilidades de trabalhar dentro destes limites, sem opressão. O limite não deve oprimir, pelo contrário, confere identidade. Quem abre mão dos limites, seja como pessoa ou cidadão, simplesmente perde a identidade e não se reconhece como aquilo que é ou aspira ser. O saber é fundamental para discernir o que é ofertado e aquilo que é propagandeado em nossa sociedade pautada pelo consumo, na posse de bens – nesse caso tangíveis e não intangíveis.

    Ainda estamos muito distantes de viver numa sociedade guiada pela Cultura de Paz?
    Se você entende a Cultura de Paz como um estado em que não vai haver ruídos ou conflitos, há uma impossibilidade no mundo atual. Já avançamos muito, hoje somos muito mais humanos do que há 100 ou 500 anos. Naquela época não se questionava a escravatura ou os direitos das mulheres e das crianças. Estamos sem sombra de dúvida avançando no processo, mas não acredito que haja um avanço completo e que não possam ser explorados novos caminhos, novas oportunidades e repertório de valores. Dentro do contexto de Cultura de Paz, tal qual foi concebido pelas Nações Unidas, a conflituosidade é inerente ao processo democrático, mas ainda temos que aprender a lidar com ela de uma forma madura, cordata e minimamente amigável. É absolutamente natural ter conflitos seja no ambiente familiar ou de uma empresa, entretanto, não se pode entender isso como uma afronta pessoal. Obviamente esse comportamento revela uma falta de maturidade e treino para se lidar com a animosidade.

    É muito difícil aceitar a opinião do outro?
    Vivemos numa sociedade mais horizontal, em que não temos necessariamente que atender demandas de autoridade, seja no seio familiar dada por um pai ou no seio institucional, dada por um chefe, na escola por um professor. Essas relações mais horizontais aumentam o nível de conflituosidades. As pessoas expressam seus anseios, necessidades e interesses e isso provoca muito mais ruído do que tínhamos em gerações anteriores. Antigamente não se discutia com o pai ou um chefe. Hoje não, existe a possibilidade de discordar. Essa liberdade gera muito mais variáveis de escolha e gera naturalmente mais conflitos. Ainda temos dificuldade de lidar com a diversidade e a pluralidade. Precisamos aprender a aspirar por elas, não somente tolerá-las.

    Qual é o maior desafio da humanidade atualmente?
    O maior desafio nos apresentado hoje é como dar conta de ser e estar nesse mundo de uma maneira que não seja predatória. Recentemente tivemos um alerta das Nações Unidas sobre as emissões de carbono. Estamos extrapolando a maneira de estar nesse mundo de uma maneira amigável. Nós tornamos espoliadores desinteligentes porque estamos simplesmente depredando fontes, que não serão repostas no capital da natureza. A ostentação de consumo, criada pela geração yuppie dos anos 80, é algo completamente imoral. Vamos ter que mudar nossa maneira de estar dentro do mundo, em que o desperdício e a condição abusiva de recursos terão que ser repensados.


    http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/parceiros-do-planeta/etica-respeito-e-o-bem-comum/
    Saiba Mais
  • A essência do amor - artigo da Profa. Lia Diskin ao Yoga Journal

    Lia Diskin


     

    Matéria de Capa na Revista Yoga Journal confira:

    entrevista.pdf
    Saiba Mais
  • 2013

    SEMINÁRIOS INTERNACIONAIS 2013

    Neurociência e meditação  14 de março de 2013
    Seminário Internacional - Palas Athena
    Sara W. Lazar Meditação Tibetana através do som 04 de abril de 2013
    Seminário Internacional - Palas Athena
    Alejandro Chaoul A prática de Mindfulness (Atenção Plena) na prevenção de recaídas do abuso de drogas 25 de maio de 2013
    Workshop Internacional - Palas Athena
    Sarah Bowen Espiritualidade - único consolo para a humanidade  08 de julho de 2013 Encontro internacional - Entrada franca -Palas Athena Swami Nitya Chaitanya Ética secular: uma abordagem do Dalai Lama para a unificação de um mundo fragmentado
    25 de julho de 2013
    Encontro internacional - UNIFESP
    Geshe Lobsang Tenzin Negi Cultivo da compaixão - uma abordagem cognitiva  26 de julho de 2013
    Retiro Internacional
    Geshe Lobsang Tenzin Negi Abordagem psicológica no enfrentamento à violência doméstica 19 de agosto de 2013
    Encontro Internacional - Entrada franca - Palas Athena
    Valerie Wynn Uma nova ordem do amor 07 de novembro de 2013
    Seminário Internacional - Palas Athena
    Michel Maffesol O Testemunho de Unidade 05 de dezembro de 2013
    Encontro Internacional - Palas Athena
    Dom Laurence Freeman OSB
    Saiba Mais
  • 103º fórum do Comitê da Cultura de Paz na planeta sustentável

    A força de um legado
    Suzana Camargo - 10/04/2013 às 15:59



    A americana Usha Pitts (no centro, na foto acima) é filha de um pai negro e uma mãe branca. Cresceu no estado de Massachusetts e nunca esqueceu quando viu na escola as fotos dos enforcamentos de negros, que aconteceram durante os sangrentos confrontos raciais na história dos Estados Unidos. Hoje Usha faz parte do corpo diplomático do governo americano. Já ocupou cargos na Áustria, Itália, Rússia e Panamá. Atualmente é cônsul da representação americana no Recife. “Na minha sala de trabalho tenho fotos de Abraham Lincoln e Joaquim Nabuco”, disse. Os dois, cada um em seu próprio país, foram figuras fundamentais para a abolição dos escravos.

    Diante de uma plateia lotada no auditório do MASP, no coração da Avenida Paulista, em São Paulo, Usha Pitts falou como o famoso discurso de Martin Luther King – I Have a Dream, teve um impacto em sua vida e na de milhares de outros negros americanos.  A cônsul americana foi a principal palestrante do 103º Fórum do Comitê da Cultura de Paz, promovido pela Associação Palas Athenaem parceria com a Unesco e apoio do Consulado dos Estados Unidos. I Have a Dream – 50 anos de um discurso que mudou a história foi o tema do evento.

    Logo no início do fórum, trechos do filme The March mostraram a dimensão do que aconteceu em agosto de 1963 em Washington DC, na capital dos Estados Unidos. Milhares de ativistas negros e brancos viajaram quilômetros e quilômetros para participar do protesto pacífico por liberdade e mais empregos. Voluntários na cidade vizinha de Nova York prepararam 80 mil sanduíches para serem distribuídos durante a marcha. Diante de 250 mil pessoas, o discurso de Martin Luther King fez história. “Foram quatro palavras – Eu tenho um sonho, que mudaram a sociedade americana e tiveram um enorme impacto no mundo inteiro”, afirmou Dennis Hankins, cônsul-geral dos Estados Unidos em São Paulo.

    Martin Luther King pregava uma revolução pacífica nos Estados Unidos. Na década de 60, os negros ainda sofriam com uma violenta segregação, principalmente no sul do país. Nos ônibus deviam sentar em lugares separados dos brancos, assim como havia banheiros distintos. Muitas universidades não permitiam a entrada de alunos negros. “Meu pai não pode ir à universidade na Geórgia”, contou a cônsul. Entretanto, o discurso de Martin Luther King e o ativismo conseguiram mudar a vida das próximas gerações de negros americanos. “Gosto muito do clima dos anos 70, quando surgiu o Black is beautiful, ressaltando o orgulho da raça negra”, disse Usha.



    Nas décadas seguintes os Estados Unidos passaram pela discussão das cotas raciais, existiram confrontos na Califórnia, até que em 2000 o país elegeu o primeiro presidente negro da história: Barack Obama. Apesar disso, o mapa geopolítico americano revela que os estados do sul, extremamente conservadores, não votaram no candidato negro. “Ainda existe racismo no país, mas hoje podemos discutir sobre o problema abertamente”, acredita a diplomata.

    A cônsul apresentou também dados sobre a questão racial nos Estados Unidos e no Brasil. Entre 300 e 450 mil escravos negros foram levados da África para o país norte-americano, enquanto aqui chegaram 4,9 milhões de escravos. Lá a abolição da escravatura aconteceu em 1865 e no Brasil somente 23 anos depois. Em 2010, os negros representavam 12% da população americana e em nosso país mais de 50% dos brasileiros se consideram negros ou pardos. Todavia, embora tenhamos  mais negros, as realidades entre Brasil e Estados Unidos são muito distintas. Ao final da palestra de Usha Pitts, muitas pessoas presentes no auditório do MASP falaram que nosso país ainda precisa percorrer um longo caminho para oferecer direitos iguais a todos seus cidadãos.

    O fórum foi encerrado com uma apresentação emocionante e surpreendente do coral da Igreja Yes Lord. Com figurinos dos anos 60, atores e cantores entraram no auditório encenando a marcha de Martin Luther King. Cantando músicas em inglês e português, falaram sobre Deus e a luta pelos direitos dos negros. Cinquenta anos depois do discurso do pastor e ativista negro nos Estados Unidos, no Brasil a igualdade racial ainda não foi conquistada. É hora de lutar pelo sonho de uma nação igual para negros e brancos brasileiros.

    LEIA TAMBÉM:
    Martin Luther King: 50 anos depois Morte do Herói Fotos: Luiz Henrique Góes/Palas Athena ver este postcomente

    Martin Luther King: 50 anos depoisSuzana Camargo - 08/04/2013 às 15:50



    Já se passaram cinco décadas desde que o ativista americano Martin Luther King fez o legendário discurso I Have a Dreamperante milhares de pessoas em Washington DC, a capital norte-americana. Para celebrar a data, será realizado amanhã, em São Paulo, o 103º Fórum do Comitê da Cultura de Paz*, com o tema  I Have a Dream – 50 anos de um discurso que mudou a história. O encontro é promovido pela Associação Palas Athenaem parceria com a Unesco e o apoio do Consulado Americano.

    A principal palestrante do fórum será Usha Pitts, cônsul dos Estados Unidos em Recife. Desde 1998, a diplomata já trabalhou nas representações americanas na Áustria, Itália, Cuba, Moscou e Panamá. Antes do serviço diplomático, Usha era funcionária do Banco Mundial. A diplomata é formada em Desenvolvimento Latinoamericano pela Universidade de Massachusetts e tem mestrado em desenvolvimento político pela Universidade George Washington.

    Na entrevista abaixo, Usha Pitts fala da importância do discurso de Martin Luther King para a história dos negros americanos e sobre os problemas raciais ainda hoje enfrentados tanto nos Estados Unidos como no Brasil.

    Qual foi o papel do discurso de Martin Luther King para a luta da igualdade racial nos Estados Unidos?
    O discurso estabeleceu alguns padrões de como a luta pela igualdade racial deveria seguir. Primeiro de tudo, ele dizia que a luta continuaria. Deveria ser uma discussão ampla, popular e que não poderia acabar até que a igualdade entre as raças fosse conquistada. O segundo ponto definido por Martin Luther King foi que o movimento deveria ser sem violência e com a cooperação de todos os americanos: negros e brancos. Foram dois pontos fundamentais. Sem o discurso, a luta poderia ter tomado um rumo muito diferente, talvez muito pior do aquele que tomou. Martin Luther King deixou muito claro que a luta deveria continuar sem violência.

    Você acredita que o sonho do ativista foi realizado?
    No discurso ele fala sobre sonhos que são extremamente parecidos com o que chamamos de sonho americano. E o que é esse sonho? Essencialmente ele fala sobre a garantia da liberdade para que as pessoas melhorem de vida e possam oferecer um futuro digno para seus filhos. Esse é o sonho americano. É por isso mesmo que nos últimos séculos o país atraiu milhões de imigrantes, que buscam esse mesmo ideal. Acredito que o sonho americano, assim como o de Martin Luther King, se realizou para muitos americanos: negros, brancos, latinos, asiáticos – todos nossos imigrantes têm uma chance. Mas há outro ponto no discurso em que Martin Luther King pergunta se “… haverá um dia em que os negros americanos serão julgados pelo seu caráter e não pela cor de sua pele?” Honestamente, acho que ainda há um longo caminho para percorrermos antes que isso aconteça.

    Qual é a importância para o movimento racial americano ter Barack Obama como presidente do país?
    Não há como subestimar a importância da eleição do Presidente Obama. Ela mostra como uma sociedade pode mudar rapidamente se as pessoas estão focadas numa mudança real. Basta olhar para trás, há 50 anos, quando foi feito o discurso I Have a Dream. Os negros americanos viviam em um ambiente de extrema opressão, em alguns estados casamentos entre brancos e negros não eram permitidos. Somente em 1989 tivemos o primeiro governador negro nos Estados Unidos. Mudanças acontecem quando a sociedade está focada nelas.

    Como a senhora vê a questão do racismo no Brasil?
    A maneira como a questão racial é tratada aqui é muito diferente de como o problema é enfrentado nos Estados Unidos. No Brasil, o tema igualdade racial não é discutido abertamente, nem muito frequentemente. Muitos afro-americanos que vêm ao país se defrontam com uma falta de consciência dos brasileiros com a questão racial. Os americanos se sentem mais à vontade para conversar sobre o assunto. Eu sou uma afro-americana e quando tenho encontros com pessoas de influência, principalmente aqui na região Nordeste, raramente elas são negras, mesmo assim muitos brasileiros me dizem que não há racismo no país. Acho que a questão da discussão das cotas raciais nas universidades brasileiras é muito importante. Ela traz o problema à tona.

    * O 103º Fórum da Cultura da Paz será realizado amanhã, dia 09/04, às 19h, no auditório do MASP, na Avenida Paulista, 1578, em São Paulo. A entrada é gratuita. Além da palestra da cônsul Usha Pitts, o evento terá apresentação de vídeo, encenação teatral e musical sobre Martin Luther King.

    LEIA TAMBÉM:
    Morte do Herói
    Foto: Minnesota Historical Society /Creative Commons
    Saiba Mais
  • Seminário Internacional é destaque na folha

    Sara Lazar


     


    Seminário internacional de neurociência e meditação, com Sara Lazar, realizado
    pela Palas Athena é assunto de página inteira, no jornal Folha de São Paulo.



    Confira a entrevista também na web.
    Entrevista
    Saiba Mais
  • A renovação sem ruptura - entrevista com a Profa. Lia Diskin à revista Cidade Nova
     

    entrevista.pdf
    Saiba Mais
  • Entrevista com Profa. Elisa Harumi Kozasa: Meditação frequente faz com que o cérebro fique mais atento e funcional

    Pedro Kelson


     

    Confira a entrevista no site:

    http://oglobo.globo.com/saude/meditacao-frequente-faz-com-que-cerebro-fique-mais-atento-funcional-7339640




    http://oglobo.globo.com/saude/meditacao-frequente-faz-com-que-cerebro-fique-mais-atento-funcional-7339640
    Saiba Mais
  • Recesso
    A Palas Athena está em período de recesso entre os dias 22 de dezembro a 6 de janeiro.

    retornaremos as atividades em 7 de janeiro de 2013, segunda-feira.

    Nossos sinceros votos de excelentes dias e celebrações.

    Equipe Palas Athena
    Saiba Mais