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  • Gandhi and the World

    Temos a alegria de informar que acabamos de receber o livro Gandhi and the World, publicado recentemente pelo Ministério das Relações Exteriores do Governo da Índia, e onde fomos convidados a escrever um capítulo, que intitulamos “Gandhi and the Ethics for Coexistence”.

    Nele elencamos algumas das realizações e atividades que a Associação Palas Athena desenvolve tendo como inspiração e incentivo o legado do Mahatma. Entre elas destacamos
    1 – Os seminários e concursos literários sobre Gandhi oferecidos aos efetivos (82.000) das Polícias Militar e Civil do Estado de São Paulo;
    2 – “Projeto Gandhi” junto à Fundação Casa, onde jovens cumprindo medidas socioeducativas recebem dinâmicas com foco nos princípios gandhianos de não violência;
    3 – “Saúde, Cultura de Paz e Solidariedade” network junto ao CONASEMS (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde);
    4 – Instalação oficial da estátua de Gandhi frente à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.

    Clique aqui para baixar o capítulo 15.

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  • 195º Fórum de Cultura de Paz e Não Violência

    23ª Semana Martin Luther King 

    Quebrando o silêncio: um brado contra a cultura de guerra
    Live com Luís Bravo


    Exatamente um ano antes de seu assassinato, Martin Luther King enfatizou seu repúdio, pessoal e como líder do movimento por direitos civis, à Guerra do Vietnã, em meio ao envio do maior contingente militar dos EUA ao país do sudeste asiático.

    Em coerência aos princípios elementares do movimento que, desde a década de 1950, lutava contra o racismo e pelo fim do regime de apartheid no sul estadunidense, Martin Luther King abriu sua fala, em 04 de abril de 1967, na Igreja Riverside em Nova York/NY, declarando: “Chega uma hora em que o silêncio se torna traição”.

    Consternado pelas atrocidades perpetradas pelas forças armadas do seu país contra o povo vietnamita, mediante bombardeios massivos e o uso de napalm e agente laranja, e impactado por uma cobertura televisiva desde as linhas de frente, transmitindo os horrores da guerra, o reverendo não via outra opção a não ser honrar seu compromisso ético com a não-violência. Consciente do contexto de Guerra Fria, se preocupava com o risco real de uma hecatombe nuclear. Sensível à realidade da presença desproporcional de negros e homens periféricos nas linhas de frente, notou a perversa relação entre o funcionamento do Complexo Industrial Militar e a promoção do racismo e da desigualdade social, contra as quais dedicou sua vida de luta.

    Ele sofreu retaliações, perdendo aliados políticos e apoio de movimentos populares. Foi rotulado comunista e inconfidente. Contudo, optou por não trair a humanidade, seus valores e seu coração. Quebrou o silêncio e reafirmou seu radicalismo contra a violência, em especial a abominável violência da guerra.

    Agora, somos convocadas/os a quebrar nosso silêncio condescendente com as guerras que covardemente assassinam civis, mulheres e crianças, em campanhas militares ao redor do mundo, e pelas mãos do estado e de grupos armados no dia a dia das sociedades brasileira e latino americanas.

    Que Martin Luther King, assim como as históricas lideranças no Brasil e América Latina, nos sirva de exemplo e nos inspire a coragem necessária para quebrarmos o silêncio e assumirmos nossa responsabilidade conjunta na Missão de abolição da guerra.



     

    14 de abril de 2026  •  terça-feira  •  19h 
    YouTube da Palas Athena: www.youtube.com/palasathenabrasil
    Atividade acessível – Tradução em Libras

     


     

    Luís Bravo - Dedicado ao trabalho e pesquisa no âmbito dos Estudos de Paz e Transformação de Conflito, com foco em Justiça Restaurativa, transracionalidade, e não-violência. Educador e facilitador em processos circulares, mediação e práticas restaurativas. Possui experiência como advogado criminal desde 2003. Cofundador da consultoria Karutana e do Instituto Aburá, é formado em Justiça Restaurativa, Mediação de Conflitos, e Comunicação Não-Violenta. Mestrado de Estudos Avançados (MAS) em Paz e Transformação de Conflitos pela Swisspeace/Universidade de Basel, Suíça (2015); Mestrado (MA) em Paz, Desenvolvimento, Segurança e Transformação Internacional de Conflitos pela Cátedra de Estudos de Paz da UNESCO da Universidade de Innsbruck, Áustria (2017). Atua como articulador, facilitador e educador no Centro de Direitos Humanos e Educação Popular do Campo Limpo (CDHEP).

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  • 194º Fórum de Cultura de Paz e Não Violência

    Em adesão ao Dia Internacional da Mulher

    Três mulheres que mudaram o mundo para Melhor
    Reflexões com Ligia Fonseca, Luiza Tanaka e Lourdes Alves


    NÍSIA FLORESTA

    Nasceu em 1810 no interior do Rio Grande do Norte, em um Brasil monarquista, escravocrata e patriarcal. Aos 22 anos escreve Os Direitos das Mulheres e Injustiça dos Homens, seu primeiro livro. Muitos outros se seguiram, defendendo os direitos das mulheres, dos povos indígenas e das pessoas escravizadas. Abriu uma escola para meninas, para ensinar muito mais do que prendas domésticas e boas maneiras: gramática, escrita, matemática, ciências e línguas estrangeiras. Sob críticas e ataques machistas de jornais da época, ela abriu caminho para gerações de mulheres e levantou causas importantes para criar um mundo melhor.

    •A Ph.D. Ligia Fonseca Ferreira, professora associada do Dep. de Letras da UNIFESP, com doutorado em Letras pela Sorbone-França, destacará a ousadia dessa brasileira que denunciou as injustiças infringidas a mulheres, indígenas e afrodescendentes.


    FLORENCE NIGHTINGALE

    Nascida em 1820 numa família inglesa abastada, frequentou boas escolas, e esperava-se que ela casasse com um cavalheiro de estirpe, tivesse filhos e cuidasse da casa e da família. Ela gostava de matemática, mas não lhe foi permitido seguir essa carreira. Em uma viagem ao Egito, visitando hospitais, foi despertada sua vocação para a Enfermagem, apesar de esta não ser uma atividade profissionalizada na época. Criou uma escola de Enfermagem. Com coragem, uma pequena equipe e sua capacidade de observação, ela trabalhou nos hospitais de guerra sob condições insalubres. Suas descobertas reduziram drasticamente a mortalidade dos soldados, e ainda nos beneficiam até hoje.

    • A Ph.D. Luiza Hiromi Tanaka, doutora em Enfermagem pela USP, professora orientadora do Programa de Pós-graduação em Enfermagem na UNIFESP, refletirá sobre o pioneirismo vigente de Nightingale.


    WANGARI MAATHAI

    Natural do Quênia, nasceu em 1940 e foi a primeira mulher africana a obter um doutorado. Sua formação em Biologia foi seguida de mestrado e doutorado nos Estados Unidos e na Alemanha. Como presidente do Conselho Nacional de Mulheres do Quênia, lançou a ideia de plantar árvores com a população. O Movimento Cinturão Verde plantou mais de 20 milhões de árvores, e se engajou em campanhas contra grilagem de terras, alocação predatória de áreas florestais e em favor do cancelamento das dívidas impagáveis dos países pobres da África. Reconhecida internacionalmente por sua luta pela democracia, direitos humanos e conservação ambiental, recebeu dezenas de prestigiosos prêmios internacionais, inclusive o Nobel da Paz em 2004.  

    • A educadora e mestre em Psicologia Clínica pela PUC-SP, Profa. Lourdes Alves de Souza falará sobre o ativismo político na esfera ambiental da primeira mulher africana a receber o Prêmio Nobel da Paz.

     

    10 de março de 2026  •  terça-feira  •  19h 
    YouTube da Palas Athena: www.youtube.com/palasathenabrasil
    Atividade acessível – Tradução em Libras

     


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  • Em tempos de intolerância que tal refletir sobre tolerância?

    Em entrevista à Revista Almanaque Brasil de Cultura Popular (novembro de 2021), quatro grandes personalidades – Lia Diskin, Ali Abdouini, Leonardo Boff e Henry Sobel – compartilharam reflexões profundas sobre um tema que segue atual:

    “Tolerância gera tolerância. Intolerância gera intolerância. A escolha é nossa.”

    Clique aqui para baixar o pdf e ler a matéria completa. 

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  • Dia Internacional da Não Violência

    A professora Lia Diskin da Palas Athena participou de uma entrevista no Jornal Novabrasil, destacando a importância do Dia Internacional da Não Violência. Um momento para refletir sobre o legado de Gandhi e como o diálogo e a compreensão são essenciais para construirmos um mundo mais justo e pacífico.



     

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