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  • Semana de Ação Global contra a Violência Armada

    Instituto Sou da Paz



    Começa a Semana de Ação Global contra a Violência Armada

    Já temos 201 fotos, no nosso Flickr, de pessoas que aderiram à Campanha Control Arms, que está na Semana de Ação Global contra a Violência Armada.

    Hoje, 14 de junho, estaremos no vão livre do Masp – Avenida Paulista - a partir das 17h

    tirando fotos do pessoal que transita por lá. TODOS estão super convidados a participar.

    Para participar

    1. Apareça por lá e tire sua foto
    2. Se não puder ir, tire sua foto, de seus amigos, parentes... e envie para desarme@soudapaz.org

    Não se esqueça de divulgar nas redes sociais!

    Veja as fotos de quem já está participando da campanha em nosso Flickr.

       #desarme



    http://www.soudapaz.org/controlarms/Home/tabid/714/EntryID/1513/language/pt-BR/Default.aspx
    Saiba Mais
  • 88º Fórum do Comitê da Cultura de Paz divulgado na Setor3

    www.setor3.com.br


     
    Crédito: Soma.CP Comunicação
    Interessados pelo tema de cultura de paz lotaram auditório do MASP
    Crédito: Soma.CP Comunicação
    Educadores explicaram as dificuldades de iniciativa de justiça restaurativa em comunidade da zona sul da capital paulista


    Com auditório lotado, na última terça-feira (10/5), aconteceu mais um evento do Fórum do Comitê da Cultura de Paz, no Museu de Arte de São Paulo. Em sua 88º edição, esse encontro reuniu duas especialistas da cultura de paz: a cientista social Petronella M. Bonnen, doutora em educação pela Universidade de São Paulo com tese sobre justiça restaurativa e mestra em educação, com pós-graduação em mediação de conflitos; e Joanne Blaney, mestra em educação pela Universidade de Marlyland e cientista política. Ambas atuam no Centro de Direitos Humanos e Educação Popular de Campo Limpo (CDHEP).

    As especialistas explicaram o programa Perdão e Justiça, voltado para formação e capacitação de pessoas e organizações para a construção de uma sociedade de paz. Dentro dessa iniciativa,há o projeto Escola de Perdão e Reconciliação. Elas explicaram a atuação, os desafios, os efeitos e os envolvidos nesse projeto. Também foi lançado um livro resultado da aplicação desses conceitos de justiça restaurativa*(ver no final do texto) a cerca de 1.500 crianças e adolescentes, professores e comunidade.

    Joanne comentou que a aplicação dos conceitos de justiça restaurativa a crianças ajudou na diminuição da agressividade. “A mudança interna é fundamental para o que pede a cultura de paz”, afirma. A cientista política disse que as crianças hoje usam argila nas atividades escolares, como ações sugeridas pela educação popular, fazem a ligação entre leitura e escrita com a importância da espera; aprendem a controlar a raiva e espera o outro falar.

    A educadora explicou que foram necessárias oficinas de sensibilização. Para isso, foram criados quatro núcleos de práticas restaurativas* (ver no final do texto). “Os jovens são convidados a lidar com raiva. É necessário saber perdoar. O mais difícil é a gente se perdoar. É importante para o convívio em uma sociedade”, reforça.
    Desde 2006, Joanne apresentou que a entidade promove as escolas de Perdão e Reconciliação. Ela pontuou serem práticas necessárias para o conhecimento cognitivo e emocional. “Aqui tentamos controlar as emoções, como raiva, desejo de vingança. Possibilita outros conhecimentos”, esclarece.

    Um dos pontos mais indicados pela própria comunidade foram os grupos de confiança (87%). São espaços criados para todos falarem, exporem o que desejam resolver. “Essa prática ajuda a ter outro olhar, por meio de uma comunicação assertiva”, reflete Joanne.

    Essas práticas, segundo a educadora Joanne, colaboram que a responsabilização de um ato seja sempre compartilhada. Ela também indicou dificuldades na trajetória desse projeto, como: conflitos de valores que geram divergências para crianças e adolescentes; mudanças na equipe e novos alunos entrando durante o ano; falta de tempo aos educadores para se tornarem multiplicadores com os pais e outros adultos.

    Joanne também esclareceu a diferença entre perdoar e reconciliar. “A gente entende que a reconciliação é entre as pessoas. Posso perdoar sem falar, mas reconciliar é construir novamente as relações”, elucida.

    O porquê ainda no foco

    Com o tema da tese de doutorado sobre justiça restaurativa, Petronella questionou a lógica da verdade. Estruturou da seguinte forma: dos fatos (o quê?); dos sentidos (por quê?); e das necessidades (para quê?). A educadora disse que em uma punição dificilmente é questionada para quê, sempre fica até a questão por quê. “Cada envolvido no conflito tem suas próprias verdades. O processo de reconciliação pede a construção de uma verdade mínima, aceita por todos.”

    Segundo a cientista social, as pessoas foram treinadas para dizerem o que sentem e precisam se sentir seguras no ambiente. Para ela, as pessoas entendem a vida pela punição. “O tribunal de justiça dificilmente colabora para esse movimento de restaurar”, diz. Bonnen esclareceu a punição como algo para fazer sofrer alguém intencionalmente. “O conteúdo não é desejado. Ele se torna sujeito a uma vontade alheia. Esta imposição, submissão, torna difícil como meio para reforçar a responsabilidade e a cidadania”, ressaltou.

    Ela comenta que a Escola do Perdão e Reconciliação apresenta a necessidade de desconstruir a necessidade de punir. Uma saída é a confrontação com os próprios atos, uma tentativa de responsabilização e autoresponsabilização dos envolvidos em ofensas e crimes. A ideia é educar o sujeito para que ele reconheça a responsabilidade, restaure o que foi danificado. Ela termina com um pedido: “Busquemos o caminho do perdão, menos vingança, ações conjuntas, menos isolamento, restauração menos punição, igualdade, menos competição, uma solidariedade que leva para a reconciliação”.


    *Justiça restaurativa
    Pode ser definida como um procedimento de consenso, em que a vítima e o infrator, e, quando apropriado, outras pessoas ou membros da comunidade afetados pelo crime, como sujeitos centrais, participam coletiva e ativamente na construção de soluções para a cura das feridas, dos traumas e perdas causados pelo crime. Trata-se de um processo estritamente voluntário, relativamente informal, a ter lugar preferencialmente em espaços comunitários, sem o peso e o ritual solene da arquitetura do cenário judiciário, intervindo um ou mais mediadores ou facilitadores, e podendo ser utilizadas técnicas de mediação, conciliação e transação para se alcançar o resultado restaurativo, ou seja, um acordo objetivando suprir as necessidades individuais e coletivas das partes e se lograr a reintegração social da vítima e do infrator. Não se trata de desjudicialização ou privatização de gestão de conflitos penais, mas de democracia participativa no processo judicial, a partir de outra perspectiva.

    *Prática restaurativa
    É o procedimento restaurativo, ou seja, que, ao invés de punir, se proponha a restaurar as relações e lesões produzidas por um comportamento que viole as relações do ofensor com a vítima e a comunidade, de forma colaborativa e responsável, e não contenciosa. E que veja no conflito uma oportunidade de transformação existencial dos sujeitos envolvidos, que participam voluntariamente do procedimento, em que terão voz para expressar seus traumas e suas necessidades oriundas do crime, onde as lesões deverão ser reparadas. Todo conflito, e não apenas os de fundo criminal, podem ser tratados restaurativamente.


    Fonte: Setor3
    Saiba Mais
  • 2011

    SEMINÁRIOS INTERNACIONAIS 2011

    87º Fórum do Comitê da Cultura de Paz - Em adesão à 8ª Semana Martin Luther King Com o apoio do Consulado dos Estados Unidos, trouxe ao Brasil o premiado artista e professor Dennis Watlington que disseminou o legado do líder pacifista
    12 de abril de 2011
    Palestra internacional Entrada Franca - MASP Dennis Watlington 8ª Semana de Homenagem a Martin Luther King com o apoio do Consulado dos Estados Unidos
    Trouxe ao Brasil o premiado artista e professor Dennis Watlington que disseminou o legado do líder pacifista
    12 de abril de 2011 Encontro em escolas com a comunidade, jovens e educadores da Rede Beija-Flor Entrada Franca - Espaço Cultural Beija-Flor Dennis Watlington 88º Fórum do Comitê da Cultura de Paz - A arte de viver e conviver - Escola de Perdão e Reconciliação 10 de maio de 2011 Palestra internacional - Entrada Franca - MASP Petronella M. Boonen e Joanne Blaney Cabala e Psicologia: Novos Caminhos para o Crescimento Interior 29 de maio de 2011 Workshop internacional Edward Hoffman 90° Fórum do Comitê da Cultura de Paz | Nascimentos Humanizados – promovendo a paz e a não violência 09 de agosto de 2011 Palestra internacional - Entrada Franca - MASP Dra. Daphne Rattner Práticas Integrais Transformativas - Como Atingir o Bem-estar? 31 de agosto de 2011 Oficina internacional Terry Patten e Roberta Ribeiro 4ª Visita de Sua Santidade o Dalai Lama ao Brasil Nova consciência nos negócios - Valores para um mundo sustentável - um movimento de transformação 15 de setembro de 2011 Local: Teatro WTC - São Paulo 4ª Visita de Sua Santidade o Dalai Lama ao Brasil Estados de consciência: encontro entre o saber tradicional e o científico 16 de setembro de 2011 Local: Golden Hall do WTC - SP Simpósio 4ª Visita de Sua Santidade o Dalai Lama ao Brasil Convivência responsável e solidária 17 de setembro de 2011 Local: Pavilhão Anhembi - São Paulo 4ª Visita de Sua Santidade o Dalai Lama ao Brasil Cultivando emoções construtivas 17 de setembro de 2011 Local: Golden Hall do WTC - SP
    Saiba Mais
  • 8ª Semana Martin Luther King

    Martin Luther King


     
    A PALAS ATHENA realizou a 8ª Semana Martin Luther King com o apoio do Consulado dos Estados Unidos, que trouxe ao Brasil o escritor premiado pelo Emmy Award, cineasta, ator e professor Dennis Watlington, para disseminar o legado do líder pacifista por meio de encontros com jovens de diversas comunidades educacionais e um fórum no MASP – Museu de Arte de São Paulo.
    A Semana iniciou em 04 de abril, dia do assassinato de Martin Luther King. Veja abaixo a programação completa da Palas Athena.

    A Semana Martin Luther King é um espaço para refletir sobre as consequências negativas da intolerância, discriminação, segregação, racismo e todos os comportamentos que, ao longo da história, legitimaram a exclusão. Essas consequências não atingem apenas as vítimas, mas também os agressores e as comunidades onde se encontram. A Semana Martin Luther King é também ocasião para celebrar os saudáveis avanços conquistados nas últimas décadas, quando se criaram metodologias para expressar indignação e promover reparação e dignidade sem alimentar a violência. Na base destes avanços está, sem dúvida, o alicerce oferecido pela difusão dos Direitos Humanos.

    Com esse propósito, convidamos você, organizações e comunidades do Brasil todo para criar, ao longo do mês de abril de 2011, espaços de promoção do convívio e da cidadania, alinhados com os princípios e valores que inspiraram a ação não violenta e os sonhos dos líderes da conquista pelos direitos civis de pessoas e povos oprimidos.

    Partilhe sua inspiração e criatividade para difundir as referências da ação afirmativa desse grande líder e da profunda sabedoria africana do conceito de Ubuntu: Somos o que somos por tudo aquilo que todos somos. Encontre aqui algumas sugestões para realizar em seu meio social. Você com certeza criará outras formas adequadas às possibilidades de seu ambiente educacional, cultural, familiar e profissional. Confira alguns conteúdos pedagógicos relacionados: 64 maneiras de construir a paz no dia a dia Breve biografia de Martin Luther King Jr. A CASA MUNDIAL DE LUTHER KING.doc Eu tenho um sonho.doc Frases_Luther_King.doc Frases_ACasaMundial.doc Martin Luther King_As Tres Dimensoes de uma Vida Completa texto para dialogo.doc
    4 a 8 de abril
    Exibição de Uma Força Mais Poderosa - Um Século de Conflitos Não Violentos.

    Documentário dirigido por Steve York, exibido pelo Canal GNT desde 2001. Inspirado no livro Strategic Nonviolent Conflict, escrito em 1994 por Peter Ackerman e Christofer Kruegler - faz uma análise rica e bem documentada sobre os planos e estratégias que contribuíram para que movimentos não violentos conseguissem acabar com ditaduras e assegurar os direitos humanos de povos oprimidos.

    O episódio 2 apresenta a resistência pacífica de Nashville, no Tennessee, palco de um dos maiores conflitos raciais dos anos 60.

    Local: Palas Athena - Sala Martin Luther King
    Sessões: 10h, 14h, 18h e 19h30
    Endereço: Rua Leôncio de Carvalho 99 - Paraíso | Próximo do metrô Brigadeiro


    7 de abril, quarta-feira, 14h30 a 16h30
    Capacitação de Multiplicadores em Videodiálogo

    O videodiálogo é uma técnica pedagógica de geração de compreensão e conhecimento na qual se aliam imagem e reflexão, a partir dos comentários pontuais do facilitador. Para celebrar a 8ª Semana Martin Luther King, Luiz Henrique Góes apresentará o episódio 2: Nashville, do documentário Uma Força Mais Poderosa – Um Século de Conflitos Não Violentos, como alternativa para tratar de temas como não violência, ética, tolerância e responsabilidade partilhada.

    Local: Palas Athena
    Auditório Mahatma Gandhi
    Endereço: Rua Leôncio de Carvalho 99 - Paraíso | Próximo do metrô Brigadeiro

    ENCONTROS COM
    DENNIS WATLINGTON
    Escritor premiado pelo Emmy Award, cineasta e ator, professor convidado por várias universidades e autor de várias obras virá ao Brasil para a 8ª Semana Martin Luther King, trazido pelo Consulado dos Estados Unidos.

    12 de abril, terça-feira,10h a 12h
    Encontro com jovens de escolas da região, comunidade, educadores e jovens da Rede Cultural Beija-Flor.

    Local: Rede e Espaço Cultural Beija-Flor
    Endereço: Estrada Pereira Alvarenga, 2342/9 - Eldorado - Diadema - SP (em frente à UNIFESP)

    12 de abril, terça-feira,19h a 21h30
    87º Fórum do Comitê da Cultura de Paz em adesão à 8ª Semana Martin Luther King.
    Parceria UNESCO - Palas Athena

    Neste fórum, o Professor Dennis Watlington falará do legado de Martin Luther King Jr., e o impacto da luta não violenta pela conquista de direitos civis de pessoas e povos oprimidos.

    Local: Auditório do MASP - Museu de Arte de São Paulo
    Endereço: Av. Paulista, 1578


    13 de abril, quarta-feira, 14h a 15h30
    Encontro com alunos de cinco escolas de Itaquera e educadores, participantes de Capacitações do Programa Segurança Humana da UNESCO. Local: CEU Azul da Cor do Mar
    Endereço: Av. Ernesto Souza Cruz, 2171 - Itaquera
    Saiba Mais
  • Tributo a Gandhi

    Luis Capelo


     
    Nessa mesma data em 1948, Mohandas Karamchand Gandhi foi assassinado enquanto saia de sua residência para as suas orações rituais. O seu assassinato levou a Índia e o mundo a pensar no legado que a partir daquele momento seria dever da humanidade em continuar. O ideal da não violência como ação política por excelência, conquistou a independência da Índia e, talvez mais importante, demonstro ao mundo que era possível atingir fins ideais recorrendo a meios ideais.

    O Tributo a Gandhi realizado em parceria do Consulado da Índia em São Paulo, a Associação Indiana, a Câmara de Comércio Brasil-Índia e a Associação Palas Athena, carregou como seu principal objetivo a memória do assassinato de Gandhi, em 1948. O Tributo foi realizado no Espaço Gandhi da Praça Tulio Fontoura, inaugurado em 2002 pela Palas Athena algo além de um espaço de homenagem; um espaço de reflexão, contemplação e estudo.

    No domingo dia 30 de janeiro, o Espaço Gandhi contou com a presença de aproximadamente 300 pessoas em um belo dia de sol, onde foram montadas 6 tendas temáticas. Em meio aos eucaliptos da praça, foi possível encontrar naquele que tornou prioridade o ideal da não violência, da paz e da convivência, inspiração para continuar a construir um mundo livre de violência. Os participantes tiveram a oportunidade de vivenciarem Práticas Meditativas, Yoga e Artes e Artes Corporais Chinesas, Oficina e Símbolos Auspiciosos, Gandhi em Rodas de Conversa, Danças Tradicionais em Roda, e uma tenda com Contação de Histórias para crianças; “acolhidos por uma atmosfera de genuína afirmação dos princípios gandhianos”, como afirmou Lia Diskin.

    O Tributo se estendeu até às 15 horas, após uma série de apresentações musicais e danças coletivas em roda. É possível conferir as fotos do evento clicando no link a seguir:


    Veja aqui as fotos do evento
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  • Espiritualidade e o amor pelo mistério

    Marina Fontanelli - Portal Namu


     

    Para o filósofo Basílio Pawlowicz, só é possível haver espiritualidade quando cessarem os excessos da fé e da razão


    Definir espiritualidade não é tarefa fácil, pois o assunto dá margem a inúmeras interpretações. Essa missão foi destinada ao filósofo e educador Basílio Pawlowicz no 3º Simpósio de Ciência, Espiritualidade e Saúde realizado na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo no dia 30 de outubro. Para tentar compreender um pouco mais sobre o tema, Pawlowicz, que também é cofundador da Associação Palas Athena, elucidou, em entrevista exclusiva ao Portal NAMU, algumas questões pontuadas em sua fala sobre a mística da espiritualidade.

    Portal NAMU: O que é espiritualidade?
    Basílio Pawlowicz: Acredito que a espiritualidade é anterior às instituições religiosas. Ela reflete o nosso amor pelo mistério, pelo desconhecido. A espiritualidade começa em se reconhecer como mais do que um ser apenas biológico. Há uma tendência natural nas pessoas em procurar respostas para a pergunta: qual é a razão em nascer, sofrer e morrer? Mas se a gente não tem uma resposta sobre quem está por detrás das máscaras que a vida nos colocou, nós não vamos encontrar uma resposta feliz para esse questionamento que nos preocupa. A vida nos coloca máscaras de gênero, de idade, profissionais etc. Mas eu não sou nenhuma delas. Quem sou eu em realidade?

    No fundo a vida é uma questão de escolhas. Nós somos o que nós escolhemos na vida. Somos consequências dessas escolhas. Se soubéssemos o que é importante, evidentemente que não escolheríamos qualquer coisa, tentaríamos escolher o que tem mais fundamentação racional, científica ou mística.

    É possível unir razão e fé?
    A distância entre a fé e a razão é algo que tem de ser encurtado. Tanto a razão como a fé se excederam em seus atributos e tentaram nos dizer: nós somos a única aplicação possível. E isso criou um embate, uma indiferença, uma distância e um sentimento amargo que está no coração de qualquer ser humano.
    Por vezes todos somos racionais e por vezes todos somos homens de fé. Mesmo se você se manifestar como um ser absolutamente racional, seu fantasma é a espiritualidade. Já quem se dedica à espiritualidade tem como fantasma, como espectro que assusta, a racionalidade.
    Quando não existirem mais os excessos da religião e os excessos da fé, nós teremos espiritualidade.

    Como você vê a inserção da espiritualidade na área da saúde?
    Platão afirmava que o erro dos médicos da sua época era separar o corpo da alma. Depois de 2.500 anos estamos voltando exatamente ao mesmo ponto, estamos compreendendo que o ser humano é muito mais que seu corpo.
    Por muito tempo, houve uma censura contra todos os outros métodos que não fossem científicos, chamados de crendices e superstições, o que está sendo descontruído rapidamente tendo em vista os próprios avanços da medicina.

    Confira a matéria original no site do Portal Namu - www.namu.com.br
    Saiba Mais
  • A paz pela não violência

    Lia Diskin


     

    Reproduzido de ElogieAki.com.br:


    Neste domingo, dia 30 de janeiro, será realizado na Praça Túlio Fontoura uma homenagem ao líder indiano Mahatma Gandhi (morto em 30/01/1948). No local haverá atividades culturais e recreativas de inspiração gandhiana com a participação do ator João Signorelli.

    Haverá seis tendas que simultaneamente terão diferentes ações: música e dança tradicionais indianas, oficina de símbolos africanos, práticas meditativas, yoga e artes corporais chinesas, espaço para contadores de histórias e brincadeiras para crianças, além de rodas de conversa sobre Gandhi.

    A professora Lia Diskin, especialista em estudos de Gandhi e co-fundadora da Associação Palas Athena, ressalta a importância de que as atividades sejam interativas com o público: “A cultura da paz tem em Gandhi sua inspiração e com estas atividades podemos falar não apenas deste grande líder como também reforçar a importância da não-violência. Lembrando que Gandhi pregava que o primeiro passo para a não violência é não compactuar com tudo aquilo que seja humilhante, não ter o caráter da passividade e resignação”.

    Para o cônsul geral da Índia, Jeitendra Tri pathi, celebrar Gandhi é reforçar seus ideais de paz e disseminar sua cultura humanista: “É importante que as futuras gerações tenham consciência de que as ações de não-violência devem fazer parte do nosso dia a dia”.

    O evento conta com o apoio da Prefeitura de São Paulo e é gratuito. É uma realização do Consulado Geral da Índia, Associação Palas Athena, Associação Indiana e Câmara de Comércio Brasil-Índia.



    Mahatma Gandhi

    Foi um líder político e de transformações sociais caracterizado pelo pacifismo ativo. Nasceu na cidade indiana de Porbandar, no Estado de Gujarate, no ano de 1869. Atuou contra o domínio britânico na Índia, que durou quase 300 anos. Gandhi defendia a criação de um estado independente na Índia. Em função destas posições foi preso várias vezes pelos colonizadores.

    Gandhi era contra a violência, defendendo as formas pacíficas de protesto, o diálogo e a fidelidade à verdade como instrumento de transformação política e social. Em 1948, foi assassinado em Nova Delhi por um extremista hindu. Passou a ser chamado de Mahatma (em sânscrito, “grande alma”) Gandhi.



    Palas Athena

    Tem como objetivo aprimorar a convivência humana desenvolvendo ações educativas por meio da aproximação das culturas e articulação dos saberes. Fundada em 1972, é uma organização da sociedade civil e sem fins lucrativos, declarada de utilidade pública nas instâncias municipal, estadual e federal.




    http://www.elogieaki.com.br/noticia/000004936/a-paz-pela-naoviolencia.aspx
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  • 2010

    SEMINÁRIOS INTERNACIONAIS 2010


     

    79º Fórum do Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz - Mitos, Ritos e Símbolos em busca de significado - alicerçando a Paz 13 de abril de 2010 Palestra internacional Entrada Franca - MASP Robert Walter Descobrindo os Mitos pelos quais vivemos 16 de abril de 2010 Workshop internacional Robert Walter A Jornada da Transformação 21 de abril de 2010 Seminário internacional Robert Walter Mito emergente - um novo sistemas de crenças em ação 22 de abril de 2010 Colóquio internacional Robert Walter 80º Fórum do Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz - Gandhi e o despertar para a não violência 11 de maio de 2010 Palestra internacional Entrada Franca - MASP Dr. Mukund Bhole (Dra. Savita Singh) Justiça Restaurativa - da reflexão à ação - Experiências de aplicação em escolas, comunidades e no sistema prisional 30 de junho de 2010 Seminário internacional Dras. Elizabeth Elliott e Brenda Morrison Justiça Restaurativa no Brasil - Próximos Passos 02 de agosto de 2010 Comissão Municipal de Direitos Humanos - São Paulo Colóquio internacional - Entrada Franca Sec Justiça - Páteo do Colégio SP Dras. Elizabeth Elliott e Brenda Morrison Fundamentos da Medicina Tibetana 16 de setembro de 2010 Encontro internacional Prof. Dr. Dawa II Simpósio Internacional de Medicinas Tradicionais e Práticas Contemplativas 17 de setembro de 2010 UNIFESP e Palas Athena Simpósio internacional UNIFESP Tai chi (Movimento com Atenção Plena) em Ambientes de Saúde Mental 19 de setembro de 2010 Workshop internacional Prof. Dra. Tamara Russel Neurociências e Estresse - uma abordagem do Yoga 20 de setembro de 2010 Workshop internacional Prof. Dra. Shirley Telles 84º Fórum do Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz - Processos Circulares 05 de outubro de 2010 Palestra internacional - Entrada Franca - MASP Profa. Kay Pranis Curso de Círculos de Construção de Paz 06 de outubro de 2010 Curso internacional Profa. Kay Pranis A meditação e a presença - do estresse à paz 22 de novembro de 2010 Encontro internacional Dom Laurence Freeman
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  • 2009

    SEMINÁRIOS INTERNACIONAIS 2009


     

    Medicina Tibetana - Fundamentos e Práticas 09 de março de 2009 Palestra internacional Dr. Namgyal Tsering Dieta e Estilo de Vida na Medicina Tibetana 11 de março de 2009 UNIFESP Palestra internacional Dr. Namgyal Tsering Uma outra escola é possível 19 de junho de 2009 Palestra internacional - Entrada Franca Prof. Terry Wrigley Habitar Humano - Seis Ensaios da Biologia-Cultural 24 de junho de 2009 Seminário internacional - Entrada Franca Humberto Maturana e Ximena Dávila Resilência e violência 24 de agosto 2009 Seminário internacional - Entrada Franca Prof. Boris Cyrulnik Encontro com Mingyur Rinpoche 28 de agosto de 2009 Seminário internacional - Entrada Franca Mingyur Rinpoche A Ciência da Meditação 28 de agosto de 2009 UNIFESP Seminário internacional - Entrada Franca - Mingyur Rinpoche A educação começa no berço 08 de setembro de 2009 Seminário internacional - Entrada Franca Dr. Aldo Naori Ciência e Espiritualidade - convergências para um novo espaço de conhecimento 11 de setembro de 2009 UNIFESP Palestra internacional - Entrada Franca Geshe Lhakdor Autoconfiança, compaixão e determinação 12 de setembro de 2009 Casa de Encontros Emaús - Centro de Convívio e Eventos Itapecerica da Serra, SP Retiro internacional Geshe Lhakdor Empoderamento, não violência e compromisso ético - norteadores de uma governança sustentável 05 de outubro de 2009 Seminário internacional - Entrada Franca Embaixador Pascal Alan Nazareth O Sentido da Prática de Yoga 03 de novembro de 2009 (palestra ministrada durante a aula de Yoga do Prof. Marcos Rojo) Palestra internacional - Entrada Franca Dr. Shiri Krisha Tenghse Verdades Diversas: Poderemos todos estar certos? Isso importa? 09 de novembro de 2009 Encontro internacional Dom Laurence Freeman
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