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  • Cinema na Palas Athena

    Toda sexta-feira um filme diferente, seguido de pipoca e bate-papo!


    O cinema é uma arte privilegiada – reúne música, teatro, cor e luz para refletir a vida humana em toda a sua profusão de nuances.
    E não há nada como saborear essas coisas com amigos que também amam a reflexão, a arte e a vida. Esse sim é um exercício dos mais prazerosos.

     

    Confira as próximas datas

    16 de fevereiro de 202423 de fevereiro de 2024

    Para receber a lista de filmes, salve nosso
    WhatsApp 11 95647-0608 e nos envie uma mensagem.


    Atividade presencial e gratuita.
    Alameda Lorena, 355 - Jardim Paulista - SP
    Estacionamento conveniado em frente

     

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  • Série Consciência³
    "Consciência³" é uma série em que pensadoras e pensadores refletem sobre o fenômeno universal da consciência. A série aborda de forma direta e impactante que o fenômeno da consciência não é uma exclusividade de nossa espécie – o Sapiens – e que o antropocentrismo levou a humanidade diante de uma grande encruzilhada civilizacional. Com Lia Diskin, Antônio Damásio, Fritjof Capra, Scarlett Marton, Guto Pompéia, Edgard Gouveia Júnior, Roberto Gambini, Roman Krznaric, Ailton Krenak e Antônio Nobre, dentre outros. A série , divida em 5 episódios, investiga o fenômeno da consciência e tem as seguintes abordagens: 1) neurológica: a consciência enquanto fenômeno bioquímico funcional do cérebro humano; 2) psicológica: a consciência enquanto fenômeno psíquico-existencial; 3) filosófica: a ciência da consciência. Em cada episódio, três renomados estudiosos tratarão de temas específicos ligados à consciência. Para assistir todos os episódios gratuitamente acesse: https://tamandua.tv.br/series/serie.aspx?serieId=625 e cadastre-se. Confira o trailer:
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  • Vamos Celebrar!

    Será uma alegria contar com a sua presença na Festa de Confraternização da Palas Athena para juntos celebrarmos o ano que se encerra, compartilharmos as esperanças que nutrimos para o novo ano quando nos mudaremos para uma nova sede.


    15 de dezembro de 2023
    Sexta-feira, às 18h30
    Alameda Lorena, 355 Jardim Paulista, São Paulo 3050-6188 • www.palasathena.org.br Estacionamento conveniado em frente
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  • O Diálogo nos Tempos do Ódio - Resenha do livro "Não Violência na Educação"

    Quando estereótipos do inimigo incitam comportamentos hostis e alimentam a cultura da guerra, é essencial criar ambientes humanos que promovam a escuta mútua e a compaixão

    Por Madza Ednir  Jean-Marie Muller. Não violência na educação. Palas Athena. 110 pp. Em 2002, o filósofo francês Jean-Marie Muller, criador do Instituto de Resolução Não Violenta de Conflitos, escreveu, a pedido da UNESCO, o livro Não Violencia na Educação. O contexto desta encomenda foi o inicio da “guerra ao terror” liderada pelos Estados Unidos, após cerca de três mil vidas serem interrompidas pelo ataque às Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York, e ao Pentágono, em Washington, a 11 de setembro de 2001. Os quatro aviões que se chocaram contra os prédios eram pilotados por jovens extremistas islâmicos, reagindo ao que viam como o terror desencadeado em seus paises pelo Estado americano – “o Grande Satã”. A tragédia ocorria, ironicamente, no inicio da Década Internacional por uma Cultura de Paz e Não Violência para as Crianças do Mundo, proclamada em novembro de 1998 pela Assembleia Geral das Nações Unidas e que iria vigorar de 2001 a 2010. A UNESCO, braço educativo da ONU, deve ter percebido que a indignação gerada no Ocidente pelo atentado terrorista, poderia transformar-se em violências contra milhares de pessoas, consideradas como inimigas por seguirem o Islã. E convocou Muller a escrever um livro-ferramenta, que poderia ser usado por gestoras e gestores educacionais, educadoras e educadores formais e não formais do mundo inteiro, para promover a prática da paz e da não violência. Traduzido, editado (2006) e reeditado (2017) no Brasil pela Editora da Associação Palas Athena, o texto de Muller é um excelente instrumento para quem ajuda a criar respostas sistêmicas e não violentas à violência. Este é um desafio imenso. Afinal, somos herdeiros, como as demais nações do planeta, de “uma tradição que abriu espaço descomunal para a violência” conforme diz o autor na p. 99, e estamos imersos em uma cultura que se caracteriza por “não perceber a necessidade da não violência e obstinadamente ignorar os métodos não violentos de resolução de conflitos”, conforme p. 100. É o que se depreende das propostas que emergiram de representantes de governo e sociedade diante do aumento de ataques a escolas e creches (três em 2019, quatro em 2022, e dois nos primeiros meses de 2023). Elas não se endereçavam às causas profundas das violências. Limitavam-se a sugerir o aperfeiçoamento de medidas de repressão/contenção já existentes, como policiamento, instalação de alarmes, detetores de metais e câmeras de vigilância. A novidade foi a enxurrada de projetos de lei distópicos (felizmente não aprovados), autorizando professoras e professores a portarem armas nas salas de aula. Outras importantes vozes, no entanto, se ergueram nas universidades, nos movimentos sociais, nas organizações da sociedade civil e mesmo dentro dos governos, contestando essa abordagem simplista e superficial. Elas lembram, como faz Jean-Marie Muller em seu livro Não violência na educação, que eliminar as violências contra a escola (e da escola) exige disposição para reconhecer, confrontar e mudar a cultura de violência entranhada na estrutura economica, social, politica, jurídica, religiosa e comunicacional da sociedade à qual se vincula o sistema educativo. Para Muller, construir uma cultura não violenta é sinonimo de ampliar e fortalecer a democracia na escola e fora dela. Uma democracia garantidora de direitos para todos, com espaços para o diálogo, para o dissenso, para a ação coletiva capaz de restaurar e regenerar o tecido social .  É preocupante perceber o quanto é forte a crença de que a violência se justifica e é necessária quando se defende uma “boa causa”. Jean-Marie Muller reconhece que “em nosso ambiente cultural, a simples menção da Não Violência provoca uma avalanche de argumentos para diminuir seu significado e relevância”. Quem propõe alternativas não violentas para lidar com quem pratica violências, recebe acusações de estar “passando a mão em cabeça de bandidos” ou “passando pano para criminosos”. É como diz Muller: “A Não Violência é uma convicção de poucos, que vivem em uma sociedade em que a grande maioria, até agora, não partilha dessa convicção”.  Somos ainda poucos os que estamos convictos, como Muller, de que a violência nunca é solução, é o problema; de que a resposta a uma ação violenta deve ser necessáriamente não violenta; de que a violência começa quando termina o diálogo. Mas, quem sonha um futuro em que seremos muitos, seremos maioria, vai ganhar muito ao ler, reler e debater o livro do filósofo francês. Destaco, em seguida, as ideias que mais me impactaram, à luz do atual contexto brasileiro.
    • A democracia, ao pressupor diálogo, afina-se organicamente à não violência.
      Construir democracias onde, além de eleger representantes, as pessoas aprendem a reconhecer-se como iguais, decidem unir-se e agir juntas, para construir um futuro comum, é construir uma cultura não violenta. Isso porque democracias fortes promovem diálogo e igualdade em dignidade e direitos para todos – o grande antídoto para a violência. Diálogo implica a Escuta Ativa do Outro, inclusive de quem deflagrou a ação violenta. Tentar compreender o ponto de vista do Outro não significa concordar com ele.
    • Tratar o Outro de forma não violenta indica democracia real em ação.
    O Outro, diz Muller, é aquele cujos desejos, interesses e comportamentos colidem com os nossos. Pode pertencer a outra nação, a outra comunidade, a outro grupo religioso ou politico. É visto como alguém de um mundo diferente do nosso. Quando as mentes são dominadas por nacionalismo, racismo ou qualquer forma de fundamentalismo, o Outro é considerado o inimigo a ser odiado, silenciado, trancafiado e no limite, morto – eliminando-o simbolicamente ou de fato . A violência contra o inimigo – que não é visto como um ser humano contraditório, complexo, mas como uma figura unidimensional, estereotipada -seria uma “violência necessária, legítima e honrada”. Quando, em situações de conflito, ou mesmo de violência, os princípios democráticos prevalecem, nota-se a firme recusa de enquadrar o Outro no estereótipo do inimigo. O diálogo – difícil, pedregoso – continua em busca de um acordo, um pacto possível, em que o desejo de estabelecer um certo equílibrio, benéfico à toda a coletividade, seja maior que o desejo de se impor ou de se vingar.
    • Construir democracia significa valorizar o conflito criativo, o confronto não violento.
    Onde há vida e, portanto, movimento, há conflito de desejos, interesses, disputa por espaço e poder. Apenas quando opressores conseguem impor total submissão aos oprimidos, não há conflito. A ação política democrática baseia-se em debate, em conversas difíceis, em atrito. “Fugir de uma situação de conflito, diz Muller, é abandonar seus direitos, é renunciar a ser reconhecido pelo Outro”. Para ele, o confonto não violento exige uma agressividade que, sem ser destrutiva, é o oposto da passividade e da resignação. É uma energia criativa, de audácia e coragem – inspirada em Gandhi, Luther King, Mandela – que se expressa coletivamente em ações pacíficas e impactantes contra as injustiças. A Não Violência enfrenta o poder, não se curva a ele.
    • A ação não violenta coletiva é essencial para eliminar a violência estrutural, que mantém seres humanos em situação de alienação, exclusão, opressão.
    Promover a não violência exige combater as ideologias comprometidas com a discriminação, a exclusão e a opressão. O desafio é fazer isso sem tratar como inimigos e não humanos os portadores de tais ideologias, sem exercer violência contra os violentos. De acordo com Muller a defesa de uma boa causa – seja ela a democracia, a justiça economica social e ambiental, o antirracismo ... – não justifica a violência que fere a humanidade de quem a sofre e de quem a exerce. As pessoas que cultivam a Não Violência tomam a decisão de não imitar a violência do agressor. Lutam por fazer avançar os direitos de todos, confrontam os oponentes sem capitular diante do poder, nem se deixar contagiar pelo ódio. O confronto não violento com a violência estrutural que mantém seres humanos em situação de alienação, exclusão e opressão se faz por meio da desobediência civil, acompanhada de manifestações coletivas, politicas, culturais e artísticas. Contra a violência muda a palavra, isto é, contra a linguagem da brutalidade, outras linguagens, por meio das quais o medo, a raiva, a indignação, a frustração possam ser sublimados, transformados e corajosamente comunicados ao mundo de modo a apresentar alternativas à injustiça, e a diminuir o ódio, não aumentá-lo . A resposta à violência precisa ser a tentativa de restabelecer a comunicação.  A construção da paz é indissociável da construção da democracia participativa, da ampliação de espaços abertos à conversação entre os diferentes e ao conflito que nasce do choque entre perspectivas diversas. É assim que o novo pode emergir. Porisso, diz Muller, nossa sociedade se tornará mais democrática e menos violenta quanto mais espaços de diálogo forem criados, nas escolas, nas famílias, nas organizações, onde as pessoas sintam-se escutadas, incluídas e motivadas a se unir para enfrentar pacificamente o poder, implementando a justiça social, economica e ambiental. Madza Ednir é uma educadora e comunicadora brasileira, comprometida com o fortalecimento da democracia e da paz. Consultora sênior do CECIP- Centro de Criação de Imagem Popular- RJ. Atuou como professora alfabetizadora, coordenadora  e diretora em escolas públicas da periferia de São Paulo, espaços  onde colocou em prática  os princípios de uma Educação Emancipadora inspiranda em Paulo Freire. É autora, coautora e editora de inúmeras publicações sobre Educação e Direitos de Cidadania. Atualmente , está empenhada na disseminação da abordagem de Ativismo de Histórias contida da ativista  estadunidense Mary Alice Arthur, que contribui para superar a " ilusão da separação",  aumentando a consciência das pessoas de que podemos  moldar as histórias que nos moldam e criar futuros de solidariedade, justiça e paz.
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  • A Paz e os Valores da Convivência


    No dia 17 de outubro de 2023, a profa. Lia Diskin ministrou a palestra "A Paz e os Valores da Convivência" para equipe do Ministério Público do Estado de São Paulo, que gentilmente cedeu a gravação. A aula está disponível na integra no Youtube da Palas Athena.

    Assista, comente e compartilhe. O conhecimento transforma!

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  • 173º Fórum de Cultura de Paz e Não Violência

    Estoicismo em Tempos Turbulentos

    Live com Gabriel Vanzella
    Participação de Adriana Testa
     

    Conta-se que tudo começou com um naufrágio. Se o navio não tivesse ido a pique e com ele a valiosa mercadoria que transportava, provavelmente não seria fundada a escola de pensamento que inspirou de Agostinho de Hipona a Tomás de Aquino, de René Descartes a Baruch Espinosa.

    Infortúnios sempre ocorreram, e ocorrem. E diferentes culturas, ao longo da história, buscaram estratégias de como lidar com tais fatalidades. Com Zenão de Cítio não foi diferente: a falência e o exílio impostos por aquela perda, serviram de substrato para o florescimento da sua maneira de viver, de ser e de estar nesse mundo — sua filosofia.

    Ele iniciou uma busca pela tranquilidade que não dependia das condições externas. Reconhecendo o que realmente estava em suas mãos, agia de forma moralmente íntegra, ao ponto de ser reconhecido em vida e homenageado após sua morte. Embora discípulos tenham expandido e aprofundado suas descobertas somente até meados do século II, ecos e reflexos se fazem sentir até os dias atuais.

    Esse será o nosso ponto de partida onde juntos vamos refletir a respeito dessa escola filosófica, de como o Estoicismo pode nos auxiliar a navegar, com um pouco mais de segurança, em mares revoltos; ou como diria Epicteto, nos auxiliar a “persistir e resistir”.


    12 de dezembro de 2023 • terça-feira • 19h
    YouTube da Palas Athena
    www.youtube.com/palasathenabrasil 
    Atividade acessível - Tradução em Libras


    Gabriel Vanzella - Economista formado pela FEA-USP, pós-graduado em Finanças pelo Insper, com atuação no mercado financeiro. Multiplicador da Formação em Ética, Ciências do Comportamento e Artes da Convivência da Associação Palas Athena.

    Adriana Testa - Professora de inglês, pós- graduada em Yoga pelo IEPY e formada em Atenção e Concentração nas Práticas Meditativas pela Associação Palas Athena.

    Saiba Mais
  • Aula aberta: Danças Circulares
    27 de novembro de 2023, sexta-feira, das 10h às 11h30 Com Líria Hiroko Inomata Modalidade: Presencial
    Diz a tradição celta que Deus é movimento e que, quando estamos juntos, bem juntinhos mesmo, o mal não entra. A Dança Circular surgiu no final do século XX, com características que a aproximam das danças milenares. Ganhando projeção na comunidade de Findhorn nos anos 70, a dança tradicional dos povos ancestrais foi ressignificada para constituir Dança Circular Sagrada, tal como proposta, idealizada e implementada pelo bailarino Bernhard Wosien (1908-1976). Ele percebeu que dançar em círculo proporciona ao ser humano um encontro com a alma e, a partir dessa intuição, percebeu a sinergia: quem dança em círculo move campos energéticos, que movem outros e mais outros. Assim, introduziu-se o sentido de uma dança coletiva simbólica, possibilitando uma experiência intersubjetiva reorganizadora, em círculo; nela temos a autopercepção de si, conectado ao outro e incluso no todo. Bernhard acreditava também que as Danças Circulares Sagradas eram Meditações Ativas, possíveis de serem executadas por qualquer pessoa, de qualquer grupo social. No Brasil, a partir dos anos 80, as Danças Circulares têm sua presença marcante em diversos campos socioculturais e educacionais, agora também reconhecida pela OMS e pelo Governo Brasileiro, desde 2017, como Prática Integrativa Complementar em Saúde – adotadas no SUS como um precioso apoio em processos de promoção da saúde e do bem-estar. Atividade gratuita.

    INSCREVA-SE


    Líria Hiroko Inomata - Licenciada em Educação Física (USP), especialista em Atividades Físicas Terapêuticas (UnB). Desenvolvimento Humano é a sua área de atuação hoje, com práticas e dinâmicas corporais e artísticas, individuais e coletivas (com viés do Psicodrama, Jogos Cooperativos, Antroposofia e Música do Círculo). Focalizadora em Danças Circulares com experiência nas diversas áreas de atuação: educacional, social e em organizações. Busca desenvolver pessoas, levar qualidade de vida e saúde e transcender o corpo dançante.

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  • 172º Fórum de Cultura de Paz e Não Violência
    A Escravidão no Brasil - Uma História Traumática Silenciada Live com  Lourdes Alves de Souza   O Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro, data escolhida em homenagem a Zumbi dos Palmares, líder do Quilombo dos Palmares e um dos símbolos mais importantes da resistência contra a escravidão no Brasil Colonial. Morto em 20 de novembro de 1695, sua luta promove hoje a reflexão sobre a contribuição dos negros à cultura, história e sociedade brasileiras. Entre os séculos XVI e XIX aconteceu o grande "Holocausto Africano" – aproximadamente 12 milhões de homens, mulheres e crianças foram arrancados de seus países de origem e levados, na condição de escravos, para as Américas. Estima-se que 48% deles foram trazidos para o Brasil. Nenhuma outra tragédia humana é comparável, em número de vítimas, duração e crueldade. Traumas históricos como esses quase nunca são mencionados; contudo, vivem na condição de fantasmas e continuam a nos assombrar no presente. Conforme o Fórum Brasileiro de Segurança Pública 2021 da UNICEF Brasil, entre 2016 e 2020 foram mortos no país 35 mil crianças e adolescentes de modo violento. Mais de 90% das vítimas são meninos, e 80% são negros. A perda de filhos por mães pretas experimentada ao longo de séculos de escravidão se repete na contemporaneidade como espólio social e psicológico da escravidão. É preciso quebrar o silêncio!
    7 de novembro de 2023 • terça-feira • 19h YouTube da Palas Athena www.youtube.com/palasathenabrasil  Atividade acessível - Tradução em Libras
    Lourdes Alves de Souza - Educadora; psicóloga; pós-graduada em Gestão Estratégia da Informação e do Conhecimento e Inovação pela Faculdade SENAC. Especialista em Desenvolvimento Social pela OIT. Mestre em Psicologia Clínica pela PUC-SP. Em 2019 participou do TEDx Campinas com o tema "Convivência, eis a questão". Membro do Conselho Deliberativo da Associação Palas Athena.
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  • 42ª Semana Gandhi - O que ainda podemos aprender com Gandhi?
     171º Fórum do Comitê da Cultura de Paz e Não Violência
    42ª Semana Gandhi


    A Não Violência como
    Princípio da Convivência
      Live com Carol Rojo, Gustavo Vedana e Oberon  

    Já se passaram 154 anos do nascimento de Gandhi, contudo seu pensamento e experiências continuam inspirando pessoas, instituições, visões de mundo e modelos de ativismo contemporâneo, notadamente a Economia Solidária; Governança Participativa; Simplicidade Voluntária; Consumo Responsável...

    Apesar de termos exemplos que promovem a não violência, aplicá-la em nosso dia a dia pode ser bastante desafiador. A intenção deste encontro é oferecer dicas que ampliem nosso olhar e permitam criar um espaço interno para reavaliar e organizar nossas prioridades.

    Refletir juntos sobre a não violência e sua aplicação no ambiente familiar, social, ambiental é um meio de gerar mudanças efetivas e promissoras.


    3 de outubro de 2023 • sexta-feira • 19h YouTube da Palas Athena www.youtube.com/palasathenabrasil  Atividade acessível - Tradução em Libras
    Carol Rojo - Sócia-administradora do IEPY – Instituto de Ensino e Pesquisas em Yoga. Filha de professores de Yoga, é professora desde 2012. Leciona Ética através dos Yamas e Nyamas em cursos, palestras e capacitações.

    Gustavo Vedana - Arquiteto e Urbanista. É designer de experiências através de espaços temporais, virtuais e fisícas cujo propósito é promover condições favoráveis para o desenvolvimento integral da pessoa. Chefe de Arquitetura para espaços de inovação e criatividade da Prefeitura de Santa Rita do Sapucaí.

    Oberon - Professor de Yoga formado em Educação Física, com pós-gradução em Nutrição Humana e Saúde pela Universidade Federal de Lavras, e também em Yoga pelo Instituto Lonavla (Índia) através da Faculdade Metropolitana Unidas (FMU). Autor de livros e diretor do documentário Muco.

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