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  • Maria Helena Godoy Oliveira


     

     

    Maria Helena Godoy Oliveira, Formada em Biologia pela PUC-CAMPINAS e professora de Yoga pós-graduada pela FMU. Instrutora de Práticas Meditativas e Multiplicadora do curso de Ética pela Associação Palas Athena.

     

     

     

     

     

     

     
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  • Nilton Bonder
    Nilton Bonder é rabino e escritor. É líder espiritual da Congregação Judaica do Brasil, ordenado no Jewish Theological Seminar, por onde também é doutor em Literatura Hebraica. É autor dos livros "A Cabala da Comida", "A Cabala do Dinheiro" e "O Segredo Judaico da Resolução de Problemas". Recebeu o prêmio Jabuti 2000, categoria Religião.
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  • Nino Pereira Sampaio
    Nino Pereira Sampaio, capacitado em Hatha Yoga pelo IEPY (Instituto de Ensino e Pesquisas em Yoga) e pelo Kaivalyadhama Yoga Institute, em Lonavala - Índia. Pós-graduado em Yoga e Meditação e capacitado em Yoga Nidra, ambos pelo IEPY (Instituto de Ensino e Pesquisas em Yoga). Pós-graduado no Cultivating Emotional Balance - Gestão Emocional nas Corporações pelo Albert Einstein Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa/ Santa Barbara Institute for Consciousness Studies. Facilitador de práticas meditativas na UNIFESP. Graduado em Odontologia pela Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo - FOUSP.
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  • COOPERAR PARA MUDAR – UMA VISÃO SUSTENTÁVEL DA ECONOMIA E DA VIDA
    Síntese da palestra da Professora Rajni Bakshi em 08/10/2014

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  • CAMPANHA PELO NATURAL
    Fonte: Mary Zwart
    Com as maternidades cada vez mais equipadas e as tecnologias voltadas para o parto em constante modernização, ter um filho sem um médico por perto pode parecer um retrocesso. Não é o que pensa a maioria das gestantes holandesas. No país que tem um dos menores índices de mortalidade no parto do mundo, 85% das grávidas são acompanhadas por parteiras -que recebem uma formação de quatro anos voltada para o parto normal, método pelo qual nascem quase todos os bebês por lá. Muitas delas escolhem ter seus filhos em casa. Ícone da defesa da humanização dos nascimentos, a parteira holandesa Mary Zwart, 60, já trouxe mais de 4.000 bebês ao mundo. Na atividade há 30 anos, ela participa, desde 2000, do movimento pró-parto humanizado no Brasil. Na próxima semana, fará palestras sobre o tema na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e na Associação Palas Athena, em São Paulo.Em entrevista à Folha, por telefone, ela defendeu que o parto é um acontecimento natural, que só deve ser realizado por médicos no caso de uma gestação de risco.

    FOLHA - Medicamentar o parto é ruim para mulheres e bebês?
    MARY ZWART - Acho que a intervenção médica só deve ocorrer quando for necessária. A gravidez e o parto são um sinal de saúde das mulheres. Não são procedimentos médicos, mas uma parte da vida. Não podemos transformar algo natural em um evento médico.

    FOLHA - Ter um filho em casa deveria ser a primeira opção? É seguro?
    ZWART - Para os mamíferos, o natural é permanecer no ninho durante o parto -e não sair dele. Mas o ninho deve ser seguro. É preciso ter uma infra-estrutura que torne isso possível: água totalmente limpa, comida adequada, o suporte de uma parteira, do médico de família ou de uma enfermeira com formação voltada para o parto. Se a mulher se sentir segura em casa, ela deve poder aproveitar essa oportunidade.

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  • BREVE BIOGRAFIA DE MARTIN LUTHER KING JR.
    Data: 01/04/2011

    “Tennessee, Memphis, 4 de abril de 1968: o disparo de um rifle interrompia bruscamente a biografia de um "rei" negro chamado Martinho Lutero Júnior, conhecido no Brasil e no mundo como Dr. Martin Luther King Jr., o maior líder negro das Américas.

    O nome com que foi batizado demarcou a existência e a trajetória luminosas do Dr. Martin Luther King Jr.: religioso, destemido, líder pacifista, majestoso, estadista, eloquente, revolucionário.

    Nascido no sul dos Estados Unidos, em pleno auge do famigerado sistema "Jim Crown" (separados mas iguais), filho de um pastor batista, Martin Luther King Jr. recebeu o Nobel da Paz aos 35 anos, sagrando-se o mais jovem laureado pela fundação Prêmio Nobel.

    Comprometendo as igrejas com as lutas sociais, organizando boicotes aos transportes públicos, apoiando greves de estudantes e de trabalhadores, liderando passeatas integradas por legiões de negros, brancos, judeus e muçulmanos, pregando a resistência pacífica, difundindo os ensinamentos de Gandhi, Martin Luther King Jr. sacrificou a própria vida em nome da igualdade, da justiça e da paz.

    Em resposta aos linchamentos e às atrocidades cometidas pelos integrantes da Ku Klux Klan, Martin Luther King organizou a resistência pacífica, valorizou o diálogo, unificou as lutas de seu povo, pregou a não violência, convocou negros e brancos para fundarem as bases de uma convivência harmoniosa, baseada no respeito, no espírito de compreensão e na tolerância.”

    Martin Luther King nasceu em Atlanta, Georgia, em 15 de janeiro de 1929 em uma família de negros americanos de classe média. Seu pai era pastor batista e sua mãe era professora. Aos 19 anos King foi ordenado pastor batista. Mais tarde, formou-se no Seminário Teológico de Crozer e então cursou seus estudos de pós-graduação em filosofia na Universidade de Boston.

    Seus estudos o levaram a explorar as ideias do nacionalista hindu Mohandas K. Gandhi, que se tornaram o centro de sua filosofia de protesto não violento. Tornou-se pastor da igreja batista de Montgomery, Alabama em 1954. Em 1959 visitou a Índia. Como presidente da Associação de Melhoramento de Montgomery, organizou um boicote contra a segregação no transporte público. Durante este boicote, que durou um ano, King teve sua casa bombardeada. Muitos atentados foram feitos contra a sua vida e ele foi preso diversas vezes. Apesar disso, o boicote obteve sucesso e terminou com um mandato da suprema corte proibindo toda e qualquer segregação no transporte público da cidade. Obtendo o respeito de todos, King tornou-se um líder dos negros americanos na sua luta por seus direitos civis.

    Casou-se com Coretta Scott em 1953 e teve quatro filhos entre 1955 e 1963.

    Em 1963 liderou um movimento massivo pelos direitos civis no Alabama, organizando campanhas por eleitores negros, não-segregação, melhores condições de moradia e educação por todo o sul dos Estados Unidos. A não-violência tornou-se sua maneira de demonstrar resistência. Ele sofreu vários atentados e constantes ameaças. Foi novamente preso diversas vezes. Neste mesmo ano liderou a histórica passeata em Washington onde proferiu seu famoso discurso "I have a dream" ("Eu tenho um sonho"). Em 1964 foi premiado com o Nobel da Paz, doando o valor recebido aos movimentos de direitos civis.

    Em 1967 King uniu-se ao Movimento pela Paz no Vietnam, o que causou um impacto negativo entre os negros. Outros líderes negros não concordaram com esta mudança de prioridades dos direitos civis para o movimento pela paz.

    Em 4 de abril de 1968 King foi baleado e morto em Memphis, Tennessee, por um branco que foi preso e condenado a 99 anos de prisão.

    Em 1983, a terceira segunda-feira do mês de janeiro foi decretada feriado nacional em homenagem ao aniversário de Martin Luther King Jr.

    Martin Luther King Jr. não era um sonhador, apesar de alimentar um sonho. Sem suas realizações, inspiradas por sua admirável coragem pessoal, suas palavras teriam simplesmente criado uma fantasia. Ele soube revelar ao povo o seu poder latente. O protesto não violento de massas, firmemente disciplinado, capacitou-a avançar contra seus opressores num combate eficiente.

     

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  • BIOMÍMICA – O HOMEM E A NATUREZA
    Data: 16/03/2011

    O Homem sempre copiou a Natureza. Em tempos mais recentes, com a perda de contato com a mesma Natureza, passou a fazê-lo de forma menos consciente ou até, em certos casos, se afastou dos ensinamentos naturais.

    De alguns anos para cá tem-se procurado sistematizar os processos de imitação da Mãe Natureza – Biomímica. Esta imitação já produziu alguns de nossos mais expressivos e interessantes inventos.

    O Aquário de Monterey, na Califórnia, mostra, em um filme de quinze minutos de duração – “Baleias e Moinhos” - alguns destes inventos:

    George Mestral inventou o velcro a partir da observação da forma como os carrapichos se prendiam no pelo de seu cachorro. Olhando no microscópio percebeu que as pontas dos carrapichos tinham pequenos ganchos que se enroscavam nos anéis da pelagem de seu cão.

    Frank Fish – que coincidência este nome! – era fascinado por uma baleia que apesar de suas quarenta toneladas conseguia sair completamente da água em seus saltos. Observou também que suas barbatanas não eram em seta como as do tubarão mas sim dentadas, como as de uma roldana. Adaptou tais bordas aos moinhos de vento da atualidade e obteve um aumento de quarenta por cento na produção de energia.

    A um cientista japonês foi pedido que desenvolvesse um invento para reduzir o impacto dos trens de alta velocidade na entrada de túneis e na passagem sob viadutos. Copiou, exatamente, o bico de um pássaro aquático cuja principal característica era mergulhar no mar praticamente sem levantar água e pegando os peixes de surpresa. Pois bem, o trem hoje passa pelos túneis sem provocar o mesmo impacto que produzia antes. E ainda ganhou mais dez por cento na velocidade.

    O filme mostra ainda muitos outros inventos deixando claro que a solução de nossos problemas e necessidades está sob nossos olhos. Basta abri-los... e observar.
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  • ANTROPOLOGIA DA LIBERDADE
    Fonte: Edgar Morin

     

    Liberdade é possibilidade de escolha. A possibilidade de escolher pode ser interior, isto é, subjetiva ou mentalmente possível: liberdade de mente. Pode também ser exterior, ou seja, objetiva ou materialmente possível: liberdade de ação.

    Quando mais numerosos forem os domínios que oferecem possibilidades de escolha e, em cada domínio, quanto mais variadas e numerosas forem as escolhas, mais haverá possibilidades de liberdade. Quando maior a importância para a existência for o tipo de escolha, mais alto será o nível de liberdade, isto é, escolha de meio de transporte, profissão, residência, vida.

    Em princípio, parece evidente que em condições favoráveis um ser humano dispõe de possibilidades de liberdade. Experimentamos subjetivamente nossa liberdade todas as vezes que nos é dado escolher entre alternativas e decidir.

    Por outro lado, toda consideração objetiva sobre nossa condição parece reduzir a liberdade a uma ilusão subjetiva. Sofremos as restrições do meio ao qual devemos nos adaptar; estamos sujeitados por nosso patrimônio genético, que gerou e conserva nossa anatomia, fisiologia, nosso cérebro e, portanto, a possibilidade de inteligência e consciência; estamos sujeitados pela cultura, que inscreve em nossa mente, desde o nascimento, normas, tabus, mitos, idéias, crenças; estamos submetidos à sociedade, que nos impõe leis e proibições; somos até mesmo possuídos por nossas idéias, que tomam posse de nós quando achamos que as temos à nossa disposição.

    Dessa maneira, somos ecologicamente de pendentes e, do mesmo modo, sujeitados social, cultural e intelectualmente. Como são possíveis liberdades, se estamos submetidos por todos os lados?

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  • LIVRO: ACOLHIMENTO - O PENSAR O FAZER O VIVER


    Está disponível para download o livro Acolhimento – o pensar, o fazer, o viver, editada pela Associação Palas Athena em 2002.

    Esta publicação fez parte do projeto Acolhimento, realizado com profissionais da saúde da Cidade de São Paulo, uma parceria da Prefeitura de São Paulo, da Secretaria Municipal da Saúde, do SUS, da UNESCO e da Associação Palas Athena. Tem o objetivo de ampliar a conversa sobre Acolhimento, sobre ética, sobre ouvir para compreender.

    Clique aqui e faça o download do livro
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