Blog WhatsApp

Frete Grátis em compras acima de R$200,00 Sul e Sudeste

Parcelamento sem juros

15% de Desconto nos Livros de 8 a 28 de agosto de 2026

  • Conta
    • Novo cliente? Cadastre-se
    • Cadastrar

0

Meu Carrinho

R$0,00
Ao continuar navegando você aceita os cookies que utilizamos para melhorar o desempenho, a segurança e a sua experiência no site. Para mais informações, consulte a nossa Política de Privacidade.
  • Irena Sendler, a mulher que salvou 2.500 crianças do Holocausto

    Sandra Godoy - Palas Athena


     

    “Quando os nazistas decidiram exterminar o povo judeu, eu não pude simplesmente olhar para isso com indiferença”. Assim Irena Sendler, uma cristão polonesa que salvou milhares de crianças judias na Segunda Guerra Mundial (1939-1945), explica sua atitude frente ao horror do holocausto, que teve no Gueto de Varsóvia um de seus piores capítulos.

    Sua vida, antes e depois da guerra, é contada por Anna Mieszkowska no livro “A história de Irena Sendler – a mãe das crianças do holocausto”, publicado pela Palas Athena Editora (trad. Eduardo Natalin). Irena presenciou a invasão da Polônia e a construção do Gueto de Varsóvia em 1939, onde foram confinados milhares de judeus poloneses para morrer de inanição, doenças, como tifo, ou ser enviados para os campos de extermínio.

    Por conta de seu trabalho como assistente social, ela tinha acesso ao gueto. Ao perceber que o destino das pessoas que para lá foram enviadas seria a morte, ela teve a ideia de salvar pelo menos os adolescentes, crianças e os bebês. Em suas visitas ao gueto, ela perguntava aos familiares se eles estavam dispostos a entregar seus filhos a estranhos que poderiam garantir sua sobrevivência. Alguns se recusaram, mas muitos tiveram a suprema coragem de se separar dos filhos, sobrinhos e netos, com praticamente a certeza de que nunca mais os veriam.

    Irena organizou e liderou um grupo que, durante a ocupação, estima-se que salvou da morte certa mais de 2.500 crianças, embora este número possa ser maior. Elas eram tiradas do gueto em ambulâncias, caixas, carroças cobertas e até mesmo pelo esgoto. Ao atravessar para o lado "ariano” de Varsóvia, tinham seus documentos trocados para passarem por cristãs (graças ao trabalho conjunto com igrejas e conventos e toda uma rede de solidariedade na Polônia ocupada), e encaminhadas para adoção por famílias polonesas, orfanatos ou conventos.

    Irena Sendler, conhecida pelo codinome Irmã Jolanta, fez esses resgates por conta própria até 1942, quando juntou-se à Zegota, uma organização clandestina de ajuda aos judeus, que passou a fornecer meios para o prosseguimento da missão. E foi graças à Zegota que ela também escapou da morte, pois foi presa em 1943, passou três meses na cadeia de Pawiak, onde foi torturada e condenada ao fuzilamento. A organização subornou um guarda nazista, que a libertou momentos antes da execução. A partir daí, Irena entrou para a clandestinidade.

    Para garantir que as crianças, ao término da guerra, pudessem retornar às suas famílias (as poucas que sobreviveram) e recuperar sua identidade judaica, Irena guardou seus nomes em bilhetinhos dentro de potes, que foram enterrados em um jardim. Depois da guerra, em 1945, começou a devolução das crianças e, graças à missão arriscada que quase lhe custou a vida – mas tirou a de muitos companheiros – muitas puderam reencontrar seus parentes e recomeçar a sua história, interrompida pelos horrores do holocausto.

    Esta história de coragem, bondade e compaixão ficou escondida durante décadas, já que logo depois da guerra a Polônia passou a pertencer à Cortina de Ferro, que durou até o final dos anos 1980. As autoridades pró-soviéticas, desconfiadas de ativistas que não se alinhavam ao regime comunista e, principalmente, de ativistas pró-judeus, praticamente relegaram Irena a uma segunda clandestinidade, da qual saiu quase por acidente em 1999.

    Neste ano, quatro alunas de uma escola secundária de uma pequena cidade no interior do Kansas (EUA), começaram um projeto de história a partir de um pequeno artigo sobre Irena Sendler. O professor de História, que sugeriu o trabalho, disse às jovens que o artigo deveria estar errado, pois ele nunca havia ouvido falar de uma pessoa que tivesse salvado mais de duas mil crianças do Gueto de Varsóvia. As alunas começaram a pesquisa e, quando souberam que Irena estava viva, passaram a trocar cartas com ela.

    O projeto resultou em uma peça de teatro, “Holocausto: a vida num pote”, encenada pelas próprias alunas. A partir daí, a história de Irena Sendler passou a ser conhecida mundialmente, trazendo à luz um dos episódios mais importantes – e quase desconhecido até então – da Segunda Guerra Mundial.

    O livro de Anna Mieszkowska foi publicado em 2004, a partir de inúmeras entrevistas com a própria Irena, já idosa e com a saúde frágil, mas com uma memória inacreditável para uma nonagenária (ela faleceu em 2008, com 98 anos), e com as crianças salvas – então pessoas com mais de 60 anos – e uma vasta documentação.

    A descrição do horror vivido naqueles seis anos de ocupação, guerra e extermínio – e que muitos carregaram por toda a vida – poderia tornar a leitura pesada, difícil. Mas, a forma como a autora conta a história – brilhantemente traduzida para o português por Eduardo Natalin – tem o tom da compaixão, da coragem, da tolerância. Uma leitura que se faz absolutamente necessária nos dias atuais, nos quais ameaças em vários cantos do mundo podem trazer de volta o pesadelo vivido por milhões – e que teve entre seus herois Irena Sendler e seus companheiros.

    Clique aqui e saiba mais sobre o livro “A história de Irena Sendler – a mãe das crianças do holocausto”
    Saiba Mais
  • Susan Bauer-Wu na Palas Athena

    Palas Athena


     

    Susan Bauer-Wu, PhD, Enfermeira e Presidente do Instituto Mind & Life nos Estados Unidos, esteve na Palas Athena para ministrar o Seminário Internacional "Como sair do burnout - Práticas de Mindfulness e Compaixão para Profissionais da Saúde"

    Neste encontro a Dra. Susan Bauer-Wu apresentou técnicas de mindfulness e compaixão que podem ser praticadas por qualquer pessoa, e que foram validadas por sua longa experiência no ensino de autocuidado para cuidadores e no tratamento de pacientes graves.

    Confira algumas fotos.


    Palas Athena Palas Athena Palas Athena
    Saiba Mais
  • Nos passos de Gandhi: a vida, o legado e a busca da verdade como inspiração na vida e na arte

    Sandra Godoy - Palas Athena

    Por que Mahatma Gandhi ainda inspira e surpreende quase setenta anos após sua morte? O que o processo criativo, a arte, a não violência e a busca da verdade têm em comum? Para responder a estas questões, a Associação Palas Athena, em correalização com o SESC, em parceria com o Consulado Geral da Índia e o Centro Cultural da Índia em São Paulo e com a cooperação da UNESCO, realizou a 36ª Semana Gandhi, no Teatro do SESC Vila Mariana, no dia 10 de outubro.

    Apresentado por Vanessa Trielli, o evento trouxe o Cônsul em exercício da Índia em São Paulo, sr. Jitendra Singh Rawat, o músico Fábio Kidesh e a companhia de teatro Arts Company. Para a mesa temática, foram convidados o fotógrafo Érico Hiller, o cineasta, produtor e pesquisador cultural Leonardo Brant e o ator João Signorelli.

    A gerente do Sesc Vila Mariana, Mariângela Abbatepaulo, abriu o evento dando boas-vindas e agradecendo o público e elogiando a parceria com a Associação Palas Athena. “Trabalhamos juntos há muitos anos em atividades que incentivam a cultura de paz e a cidadania, repudiando toda forma de preconceito, violência e intolerância”, ressaltou.

    Em seguida, o músico Fábio Kidesh, que dedica seus estudos à música clássica indiana desde 2012 tocando sitar, instrumento usado amplamente em todo o subcontinente indiano, popularmente conhecido em todo o mundo através das obras de Ravi Shankar, apresentou a música preferida de Gandhi, chamada Raghupati Raghav Raja Ram.

    O Cônsul em exercício da Índia em São Paulo, sr. Jitendra Singh Rawat, abriu sua fala citando outro luminar do século passado, Albert Einstein, que nutria grande admiração por Gandhi: “Gerações por vir terão dificuldade em acreditar que um homem como este realmente existiu e caminhou sobre a Terra”. Ele parabenizou a iniciativa de celebrar a vida e o legado do líder indiano, “muito necessária neste mundo turbulento”. O Cônsul fez uma análise sobre a validade dos ensinamentos de Gandhi no mundo atual. “A civilização avança, mas a humanidade perece, por isso ele se faz cada vez mais importante”. Ele citou a prática da não violência, em nome da Satyagraha (busca da verdade), que permeou a vida do líder.

    Ao encerrar seu discurso, o sr. Jitendra chamou ao palco a professora Lia Diskin, cofundadora da Palas Athena e entregou dois painéis com as fotos da exposição "Vida e legado de Gandhi”, montada na sede da Associação Palas Athena em setembro. Ela agradeceu a homenagem e lembrou os presentes dos três verbos usados pelo Mahatma: insistir, resistir e persistir.

    Para a mesa temática, foram convidados três artistas cujos ensinamentos de Gandhi provocaram mudanças fundamentais em suas vidas, e que procuram, através da arte, perpetuar o legado do líder indiano, ainda vivo depois de sete décadas de sua morte.

    Érico Hiller, fotógrafo documental independente, autor de projetos como "Emergentes" (2008), "Ameaçados" (2011), "Tênue Linha" (2013) e "A Jornada do Rinoceronte" (2007-2016), fruto de nove anos de dedicação, fotografando em sete países entre Ásia e África, disse estar há mais de dez anos seguindo os ensinamentos de Gandhi, "nas pequenas grandes coisas da vida". Sempre tendo em mente a questão “Como a verdade pode impactar nossa vida?”, ele levou para seu trabalho de fotógrafo a Satyagraha, a busca da verdade. Em seu projeto sobre os rinocerontes, ao ter a oportunidade de fazer uma fotografia rara de um chifre do animal em extinção abatido por um caçador, ele decidiu falar a verdade, mesmo correndo o risco de perder a foto. Seu próximo projeto fotográfico será percorrer a pé o caminho feito por Gandhi em 1930, conhecido como a Marcha do Sal, desde seu Ashram até a praia de Dandi, na Índia.

    O cineasta e pesquisador cultural Leonardo Brant relatou como, há dez anos, sua vida se transformou a partir de seu contato com a autobiografia de Mahatma Gandhi. “Estava em um momento de auge profissional, mas em uma profunda crise existencial, quando comecei a trazer seus ensinamentos e experiências para minha vida – a partir disso, mudei tudo, em relação ao trabalho, aos relacionamentos, à alimentação, à espiritualidade”, contou. Ele mostrou trechos de seu novo projeto: Gandhi & Eu, um documentário em primeira pessoa no qual ele mostrará o impacto dessas mudanças em sua vida.

    Encerrando a mesa temática, o ator João Signorelli, conhecido do grande público pela atuação em diversas obras no teatro, cinema e televisão, e que vive há 14 anos o personagem Mahatma Gandhi em uma peça de teatro que já percorreu o Brasil, Índia e, mais recentemente, Moçambique, contou o que aprendeu nesta década e meia encarnando o líder indiano no monólogo Gandhi, um líder servidor e ética inspiradora. Ele revelou que recusou um papel em uma minissérie na TV Globo porque teria que interpretar um matador. “Como eu poderia interpretar Gandhi num dia e matar pessoas em outro?”, questionou. O diretor e a autora da série ficaram tocados com sua atitude, e criaram um novo personagem para ele, um fotógrafo. “Este foi um exemplo de como o Mahatma Gandhi e o compromisso com a verdade me afetaram, em todas as áreas de minha vida”, reforçou João, que no próximo ano apresentará o monólogo em Rishikesh, na Índia.

    Para terminar a celebração, a companhia teatral Arts Company encenou a pocket peça Caminhada do Sal, especialmente criada para a Semana Gandhi, que foi apresentada junto ao coro Pina Brasil. No final, o público foi convidado a formar uma grande ciranda, num momento de comunhão pela vida e legado de Gandhi.

    Palas Athena Palas Athena Palas Athena Palas Athena Palas Athena

     
    Saiba Mais
  • Digitação da nota fiscal

    Palas Athena


     

    A Palas Athena é uma das organizações não governamentais autorizadas pela Secretaria da Fazenda a receber doações via ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços). Trata-se de imposto recolhido por estabelecimentos comerciais via nota fiscal.

    Sabendo disso, muitos amigos e alunos da Palas Athena resolveram contribuir com a medida, juntando notas fiscais sem CPF para a instituição.

    Esse trabalho resultou em volume de notas maior do que nossa capacidade de cadastrá-las. A legislação estabelece que as notas fiscais de determinado mês sejam processadas até o dia 20 do mês subsequente. Do contrário, ela perde a validade para efeitos de doação.

    Para que possamos ganhar agilidade no cadastramento das notas, estamos relançando a campanha “Seja um digitador voluntário”. O objetivo é convidar pessoas interessadas em nos ajudar a digitar parte das notas que recebemos no prazo previsto em lei.

    O sistema onde as notas devem ser digitadas é simples de usar e pode ser acessado facilmente, através do endereço: http://palasathena.notabe.com O voluntário pode, tanto pegar as notas fiscais na Palas Athena e digitá-las em casa, quanto passar uma tarde conosco, nesse caso, temos também um leitor de código de barras.

    Com o dinheiro repassado pela Secretaria da Fazenda, a Palas Athena poderá continuar a investir em projetos socioeducativos em parceria com dezenas de instituições e coletivos, com a Fundação Casa, a Rede Cultural Beija-Flor e a Secretaria Municipal de Saúde, entre outros. Poderá também dar continuidade a outros eventos importantes, como a realização das semanas Martin Luther King, Nelson Mandela e Mahatma Gandhi.

    Quem tiver interesse e disponibilidade, pode entrar em contato com Priscila Fonseca pelo email – priscilafonseca@palasathena.org.br – ou pelo telefone (11) 3050-6183.
    Saiba Mais
  • Bob Walter ministra seminários na Palas Athena

    Palas Athena


    Bob Walter, presidente e diretor executivo da Joseph Campbell Foundation, esteve na Palas Athena entre em outubro para ministrar duas atividades.  A primeira foi Seminário Internacional “A nave Terra levanta voo: mitologias para o século 21” que aconteceu no dia 27 de outubro. Já nos dias 28 e 29 de outubro aconteceu o workshop “Buscando a mitologia pessoal”.

    As atividades  foram traduzidas por Rafael Lombo.

    Confira algumas fotos.

     

    Palas Athena Palas Athena Palas Athena Palas Athena
    Saiba Mais
  • O que é Ansiedade? Profa. Lia Diskin

    Fernando Mola


     

    Neste vídeo profa. Lia Diskin a fala ao canal "O lado bom da vida" sobre o que é ansiedade.

    Esse vídeo é o primeiro episódio da série "Respira", que abordará a ansiedade e métodos de amenizá-la.



     
    Saiba Mais
  • Vegan Force! João Vieira

    João Vieira


    Não é novidade nenhuma que o vegetarianismo é parte importante da minha vida. Foi aos 15 que li um livro adventista que mudou completamente o que eu entendia como “comida” e “animais”.

    Convivo pacificamente com pessoas que comem animais (professores de yoga e meditação, inclusive) sem nenhum sentimento de rejeição – no fundo, sempre imagino que ainda pode aparecer “o livro” no momento certo, assim como tive o meu na adolescência. Pois bem, acho que esse livro chegou.

    Seu interesse é espiritualista ou religioso? Ecológico? Ético? Ele aborda com clareza.
    Não tinha os dados estatísticos sobre o sofrimento animal ou a destruição do planeta? Agora já tem.
    Acha que, apesar de tudo, você ainda tem argumentos para continuar explorando os animais? Vá direto ao capítulo “Desculpas ruins” (pág. 87).

    Quando alguém prega “compaixão” e “ética” mas continua causando sofrimento a outros seres sencientes, meu lado do bem tende a imaginar que essa pessoa não faz isto por má-fé, mas simplesmente por falta de informação. Agora, por menos de $60, essa informação está acessível para tornar o planeta um lugar melhor – e o seu discurso de compaixão um pouco mais coerente.

    Texto sobre o lançamento do livro "Em defesa dos animais", de Matthieu Ricard, e publicado pela Palas Athena Editora.
    Saiba Mais
  • Profa. Lia Diskin participa do Ciclo de conferências: Conflitos: ampliando olhares - Mediação e Cultura de Paz

    Palas Athena


    Como encontrar alternativas pacíficas para a resolução de conflitos?

    Profa. Lia Diskin participa do Ciclo de conferências "Conflitos: ampliando olhares" - Mediação e Cultura de Paz, organizado pelo Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo.

    Confira abaixo as informações sobre esta atividade.

    Programa
    Tudo começa na escuta, e aprender a ouvir sem julgamentos é um exercício trabalhoso e diário. Aos poucos isso se torna cultura, transforma-se em um modo de vida; capaz de transformar uma situação aparentemente impossível numa nova possibilidade, despertando nossa disposição e coragem de negociar possíveis interesses e necessidades.

    Neste encontro vamos discutir como a mediação e a cultura de paz podem ser caminhos importantes para uma nova forma de encarar os conflitos.

    Este ciclo de palestras é uma parceria entre o Centro de Pesquisa e Formação do Sesc em São Paulo e o Consulado de Israel.
    Consultoria: Alice Penna e Costa.

    As inscrições pela internet podem ser realizadas até um dia antes do início da atividade. Após esse período, caso ainda haja vagas, é possível se inscrever pessoalmente em todas as unidades. Após o início da atividade não é possível realizar inscrição.

    Condições especiais de atendimento, como tradução em libras, devem ser informadas por email ou telefone, com até 48 horas de antecedência do início da atividade.
    centrodepesquisaeformacao@sescsp.org.br / 11 3254-5600

    Palestrantes
    Jurema Brasil Xavier. Mestre em Ciências da Comunicação também pela USP. É pesquisadora do Núcleo de Comunicação e Educação na USP.

    Lia Diskin. Cofundadora da Associação Palas Athena. Escritora, educadora, conferencista e criadora de programas e projetos socioeducativos. Reconhecida internacionalmente por seu trabalho pelos Direitos Humanos e o pacifismo. Desde 1999 é Coordenadora do Comitê da Cultura de Paz - uma parceria Palas Athena/UNESCO.

    Alice Penna Costa. Graduada em Comunicação Social, Mediação de Conflitos, Marketing e Marketing Cultural. Hoje edita livros e desenvolve na Dash o selo de Mediação. Sócia fundadora do núcleo Mediação, Cultura e a Cidade em parceria com a Unibes Cultural, onde criou a Primeira Câmara de Mediação em um Centro Cultural em São Paulo.

    Inscrições: http://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br
    Saiba Mais
  • Bob Walter, presidente da Joseph Campbell Foundation, ministra dois seminários sobre Mitologia na Associação Palas Athena

    Sandra Godoy - Palas Athena

    Bob Walter, presidente e diretor executivo da Joseph Campbell Foundation, criada para preservar e perpetuar a obra do grande estudioso (1904-1987) – autor do clássico "O Poder do Mito" –, vem ao Brasil para dois eventos na Associação Palas Athena.

    No dia 27 de outubro, sexta-feira, das 19h30 às 21h30, ele apresenta o Seminário Internacional “A nave Terra levanta voo: mitologias para o século 21”, no qual refletirá sobre o pensamento de Joseph Campbell acerca das mitologias de hoje e do futuro. “Muitos, talvez a maioria, reconhecem que enfrentamos desafios imensos individualmente e como espécie, bem como um futuro bastante incerto”, diz. Segundo Walter, alguns, talvez muitos, se retraem. Recolhem suas pontes levadiças metafóricas e se fecham em seus fundamentos. Outros continuam lutando, compreensivelmente à moda de Dom Quixote, tentando transformar sagas excludentes em crônicas inclusivas da Terra Inteira, as mitologias do futuro. “Joseph Campbell tem muito a nos dizer sobre como nossas mitologias inatas devem ser reimaginadas para o século 21 e além – e o modo de fazê-lo”.

    Já no Seminário “Buscando a mitologia pessoal”, nos dias 28 e 29 de outubro, sábado das 9h às 17h, e domingo das 9h às 12h, Bob Walter abordará as questões: Como conhecer os mitos que moldaram sua vida? Que “poderes da psique” ainda precisam ser reconhecidos? Como vê-los, corporificá-los e integrá-los à sua história de vida? Fazê-lo acrescentará algo à “sabedoria da espécie humana” no umbral desse novo milênio?

    Em forma de workshop, estas questões serão discutidas em atividades individuais, em pequenos grupos e coletivas, “que oferecerão oportunidade tanto para reflexão como expressão em busca de metáforas radiantes que iluminem nossa jornada”, explica o palestrante.


    Bob Walter, presidente e diretor executivo da Joseph Campbell Foundation. Atuou por dez anos como educador artístico e produtor, diretor e dramaturgo em peças na Broadway e alternativas, nos maiores teatros da região. Deixou essas atividades para publicar o Atlas Mitológico de Joseph Campbell. Com o falecimento de Campbell, ele e outros fundaram a Joseph Campbell Foundation para preservar e perpetuar sua obra, incluindo a edição de suas obras completas. Participou da fundação da URI – Iniciativa das Religiões Unidas. Ministra seminários e palestras sobre mitologia em várias partes do mundo.

    Joseph Campbell (1904-1987) foi uma das maiores autoridades no campo da mitologia. Pesquisador incansável, professor e escritor, considerava a mitologia “o canto do universo; a música da imaginação inspirada nas energias do corpo”, e a ela se dedicou durante toda a sua vida. Autor do clássico “O Poder do Mito”, e obras fundamentais como a série “As Máscaras de Deus”, “Deusas – os mistérios do divino feminino”, (ambas pela Palas Athena Editora), entre outras. Campbell afirmava que os mitos passados nos ajudam a compreender o presente e a nós mesmos.


    SEMINÁRIOS INTERNACIONAIS COM BOB WALTER
    A nave Terra levanta voo: mitologias para o século 21

    27 de outubro de 2017, sexta-feira, das 19h30 às 21h30
    Inscrições: R$ 100,00 e R$ 80,00 (estudantes, pessoas com mais de 60 anos, professores do ensino público e alunos da Palas Athena de 2016)

    Buscando a mitologia pessoal
    28 e 29 de outubro de 2017, sábado, das 9h às 17h, e domingo, das 9h às 12h
    Inscrições: 2x R$ 262,50 e 2x R$ 210,00 (estudantes, pessoas com mais de 60 anos, professores do ensino público e alunos da Palas Athena de 2016)

    Associação Palas Athena
    Alameda Lorena, 355 - Jardim Paulista, São Paulo, SP
    www.palasathena.org.br
    (11) 3050-6188


    Informações à imprensa
    Roseane Albuquerque

    Assessora de Imprensa
    (11) 3050-6188 | 3050-6182 | 98175-0279
    roseanealbuquerque@palasathena.org.br
    www.palasathena.org.br
    Saiba Mais