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  • 197º Fórum de Cultura  de Paz e Não Violência

    Atenção Humana em Disputa – Cultura de Paz diante da Sedução Algorítmica
    Live com Júlio de Ló

    O tema “Atenção Humana em Disputa – Cultura de Paz diante da Sedução Algorítmica” propõe uma reflexão sobre como os ambientes digitais, inseridos no contexto da economia da atenção, impactam nossa subjetividade, moldando emoções, percepções, comportamentos e formas de convivência.

    Em um cenário marcado pela hiperestimulação constante, polarização, fluxos contínuos de reatividade, consumo infinito de conteúdo, aceleração informacional e busca por validação, o engajamento tende a ser impulsionado por reações intensas e imediatas, contribuindo para a fragmentação da atenção e o enfraquecimento das capacidades de escuta, diálogo e reflexão.

    A partir disso, discute-se como a cultura de paz pode contribuir para a reconstrução de condições concretas de presença, convivência e reconhecimento do outro em meio a dinâmicas tecnológicas mediadas por algoritmos que disputam continuamente a atenção humana.


    Júlio de Ló - Autor do livro "Sedução Algorítmica", obra Finalista do Prêmio Jabuti Acadêmico e com mais duas indicações ao 67º Prêmio Jabuti, com prefácio de Eugênio Bucci, posfácio de Christian Dunker e ilustrações de Lívia de Castro. Mestre em Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero, cursou disciplinas de pós-graduação na USP. Aprofundou-se nas linhas de pesquisa “Tecnologia, Organizações e Poder” e “Jornalismo, Imagem e Entretenimento”. Atua como diretor de TV, roteirista, pesquisador e professor, com trabalhos científicos e artísticos no Brasil e no exterior.

     

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  • 196º Fórum de Cultura  de Paz e Não Violência

    Violência cotidiana nas escolas e bullying: a potência das práticas restaurativas

    Live com Dra. Patrícia Maria Villa Lhacer 

    Este fórum aborda um tema crucial e atual, destacando a importância de compreender e combater essa prática prejudicial no ambiente escolar. Durante a apresentação, serão exploradas as diversas formas de bullying, incluindo o verbal, físico, social e virtual, mostrando como cada uma afeta a vida dos alunos. Enfatiza-se a necessidade de criação de um ambiente escolar seguro, onde todos possam se sentir respeitados e valorizados. 

    A palestra também discute o impacto psicológico do bullying, como a baixa autoestima, ansiedade e isolamento social, além de destacar sinais que professores e familiares devem observar. Importa ainda apresentar estratégias eficazes para prevenção e intervenção, ressaltando o papel fundamental de educadores, alunos e pais na construção de uma cultura de empatia e solidariedade. Será abordada a relevância da comunicação aberta e do incentivo ao diálogo para resolver conflitos antes que se agravem. Exemplos práticos e casos reais ilustram as consequências do bullying e as transformações possíveis com a ação conjunta da comunidade escolar. 

    A palestra convida todos a refletir sobre suas atitudes e a se tornarem agentes ativos na promoção do respeito e da paz nas escolas.  Esta iniciativa pretende sensibilizar e mobilizar todos os envolvidos para que o bullying seja combatido de forma eficaz, garantindo um ambiente educacional saudável para o desenvolvimento pleno de todos os alunos e da própria comunidade escolar. 

     

    Patrícia Maria Villa Lhacer - Advogada e professora. Doutora em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP). Facilitadora e Coordenadora do Núcleo de Justiça Restaurativa de São Caetano do Sul - SP.

     

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  • 195º Fórum de Cultura de Paz e Não Violência

    23ª Semana Martin Luther King 

    Quebrando o silêncio: um brado contra a cultura de guerra
    Live com Luís Bravo


    Exatamente um ano antes de seu assassinato, Martin Luther King enfatizou seu repúdio, pessoal e como líder do movimento por direitos civis, à Guerra do Vietnã, em meio ao envio do maior contingente militar dos EUA ao país do sudeste asiático.

    Em coerência aos princípios elementares do movimento que, desde a década de 1950, lutava contra o racismo e pelo fim do regime de apartheid no sul estadunidense, Martin Luther King abriu sua fala, em 04 de abril de 1967, na Igreja Riverside em Nova York/NY, declarando: “Chega uma hora em que o silêncio se torna traição”.

    Consternado pelas atrocidades perpetradas pelas forças armadas do seu país contra o povo vietnamita, mediante bombardeios massivos e o uso de napalm e agente laranja, e impactado por uma cobertura televisiva desde as linhas de frente, transmitindo os horrores da guerra, o reverendo não via outra opção a não ser honrar seu compromisso ético com a não-violência. Consciente do contexto de Guerra Fria, se preocupava com o risco real de uma hecatombe nuclear. Sensível à realidade da presença desproporcional de negros e homens periféricos nas linhas de frente, notou a perversa relação entre o funcionamento do Complexo Industrial Militar e a promoção do racismo e da desigualdade social, contra as quais dedicou sua vida de luta.

    Ele sofreu retaliações, perdendo aliados políticos e apoio de movimentos populares. Foi rotulado comunista e inconfidente. Contudo, optou por não trair a humanidade, seus valores e seu coração. Quebrou o silêncio e reafirmou seu radicalismo contra a violência, em especial a abominável violência da guerra.

    Agora, somos convocadas/os a quebrar nosso silêncio condescendente com as guerras que covardemente assassinam civis, mulheres e crianças, em campanhas militares ao redor do mundo, e pelas mãos do estado e de grupos armados no dia a dia das sociedades brasileira e latino americanas.

    Que Martin Luther King, assim como as históricas lideranças no Brasil e América Latina, nos sirva de exemplo e nos inspire a coragem necessária para quebrarmos o silêncio e assumirmos nossa responsabilidade conjunta na Missão de abolição da guerra.



     

    14 de abril de 2026  •  terça-feira  •  19h 
    YouTube da Palas Athena: www.youtube.com/palasathenabrasil
    Atividade acessível – Tradução em Libras

     


     

    Luís Bravo - Dedicado ao trabalho e pesquisa no âmbito dos Estudos de Paz e Transformação de Conflito, com foco em Justiça Restaurativa, transracionalidade, e não-violência. Educador e facilitador em processos circulares, mediação e práticas restaurativas. Possui experiência como advogado criminal desde 2003. Cofundador da consultoria Karutana e do Instituto Aburá, é formado em Justiça Restaurativa, Mediação de Conflitos, e Comunicação Não-Violenta. Mestrado de Estudos Avançados (MAS) em Paz e Transformação de Conflitos pela Swisspeace/Universidade de Basel, Suíça (2015); Mestrado (MA) em Paz, Desenvolvimento, Segurança e Transformação Internacional de Conflitos pela Cátedra de Estudos de Paz da UNESCO da Universidade de Innsbruck, Áustria (2017). Atua como articulador, facilitador e educador no Centro de Direitos Humanos e Educação Popular do Campo Limpo (CDHEP).

     

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  • 194º Fórum de Cultura de Paz e Não Violência

    Em adesão ao Dia Internacional da Mulher

    Três mulheres que mudaram o mundo para Melhor
    Reflexões com Ligia Fonseca, Luiza Tanaka e Lourdes Alves


    NÍSIA FLORESTA

    Nasceu em 1810 no interior do Rio Grande do Norte, em um Brasil monarquista, escravocrata e patriarcal. Aos 22 anos escreve Os Direitos das Mulheres e Injustiça dos Homens, seu primeiro livro. Muitos outros se seguiram, defendendo os direitos das mulheres, dos povos indígenas e das pessoas escravizadas. Abriu uma escola para meninas, para ensinar muito mais do que prendas domésticas e boas maneiras: gramática, escrita, matemática, ciências e línguas estrangeiras. Sob críticas e ataques machistas de jornais da época, ela abriu caminho para gerações de mulheres e levantou causas importantes para criar um mundo melhor.

    •A Ph.D. Ligia Fonseca Ferreira, professora associada do Dep. de Letras da UNIFESP, com doutorado em Letras pela Sorbone-França, destacará a ousadia dessa brasileira que denunciou as injustiças infringidas a mulheres, indígenas e afrodescendentes.


    FLORENCE NIGHTINGALE

    Nascida em 1820 numa família inglesa abastada, frequentou boas escolas, e esperava-se que ela casasse com um cavalheiro de estirpe, tivesse filhos e cuidasse da casa e da família. Ela gostava de matemática, mas não lhe foi permitido seguir essa carreira. Em uma viagem ao Egito, visitando hospitais, foi despertada sua vocação para a Enfermagem, apesar de esta não ser uma atividade profissionalizada na época. Criou uma escola de Enfermagem. Com coragem, uma pequena equipe e sua capacidade de observação, ela trabalhou nos hospitais de guerra sob condições insalubres. Suas descobertas reduziram drasticamente a mortalidade dos soldados, e ainda nos beneficiam até hoje.

    • A Ph.D. Luiza Hiromi Tanaka, doutora em Enfermagem pela USP, professora orientadora do Programa de Pós-graduação em Enfermagem na UNIFESP, refletirá sobre o pioneirismo vigente de Nightingale.


    WANGARI MAATHAI

    Natural do Quênia, nasceu em 1940 e foi a primeira mulher africana a obter um doutorado. Sua formação em Biologia foi seguida de mestrado e doutorado nos Estados Unidos e na Alemanha. Como presidente do Conselho Nacional de Mulheres do Quênia, lançou a ideia de plantar árvores com a população. O Movimento Cinturão Verde plantou mais de 20 milhões de árvores, e se engajou em campanhas contra grilagem de terras, alocação predatória de áreas florestais e em favor do cancelamento das dívidas impagáveis dos países pobres da África. Reconhecida internacionalmente por sua luta pela democracia, direitos humanos e conservação ambiental, recebeu dezenas de prestigiosos prêmios internacionais, inclusive o Nobel da Paz em 2004.  

    • A educadora e mestre em Psicologia Clínica pela PUC-SP, Profa. Lourdes Alves de Souza falará sobre o ativismo político na esfera ambiental da primeira mulher africana a receber o Prêmio Nobel da Paz.

     

    10 de março de 2026  •  terça-feira  •  19h 
    YouTube da Palas Athena: www.youtube.com/palasathenabrasil
    Atividade acessível – Tradução em Libras

     


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  • 190 Fórum de Cultura de Paz e Não Violência

    aúde Integral – uma conquista do diálogo entre saberes
    Live com Diéssica Piexak, Plínio Cutait e Emílio Telesi Júnior

    Em 2002 a Organização Mundial de Saúde lançou um documento revolucionário no qual, pela primeira vez a medicina ocidental, também chamada convencional fundada em evidências científicas, legitima e promove terapias não medicamentosas originárias de culturas milenares.
    Acupuntura, tai-chi-chuan, yoga, práticas meditativas são algumas das 29 modalidades até ora adotadas pela Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no Sistema Único de Saúde, com base na declaração do Ministério de Saúde do Brasil (maio de 2006) “considerando o bem-estar físico, mental e social como fatores determinantes e condicionantes da saúde”. Hoje as PICS estão amplamente difundidas e implementadas no Brasil inteiro.

    Emílio Telesi Júnior é médico sanitarista, idealizou e desenvolveu o Programa da Residência Multiprofissional em Práticas Integrativas e Complementares da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo.

    Diéssica Piexak possui Doutorado em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio Grande. Docente da Escola de Enfermagem da FURG, exercendo atividades com formação em práticas integrativas e complementares em saúde (Ayurveda, Yoga, Meditação, Auriculoterapia e Reiki).

    Plínio Cutait é músico e mestre de Reiki, idealizador e coordenador do Núcleo de Cuidados Integrativos do Hospital Sírio Libanês desde 2008, e da Pós Graduação em Cuidados Integrativos pela Faculdade Sírio Libanês. Os palestrantes debaterão sobre sistemas médicos complexos e práticas de cuidado e cura não convencionais, diferentes daquelas orientadas pela racionalidade da medicina ocidental contemporânea, com o intuito de fomentar o intercâmbio e as parcerias entre os pesquisadores dedicados ao tema e sua interface com os gestores do SUS, movimentos sociais e instituições formadoras de profissionais de saúde. Eles abordarão neste Fórum os avanços e desafios das PICS.  


    9 de setembro de 2025 • terça-feira • 19h
    YouTube da Palas Athena
    www.youtube.com/palasathenabrasil 
    Atividade acessível - Tradução em Libras


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  • 184 Fórum de Cultura de Paz e Não Violência

    Vitalidade e Sabedoria na Longevidade
    Live com Dra. Priscila Serrano

    Avanços recentes na medicina tiveram grande impacto na longevidade ou ganho de anos de existência, mas o grande desafio da atualidade baseia-se em agregar qualidade de vida a esses anos que conquistamos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) propôs a Década do Envelhecimento Saudável (2021-2030), com objetivo de promover ações globais para melhorar a qualidade de vida das pessoas idosas, prezando pela autonomia e participação na sociedade.

    Temos que entender, portanto, o envelhecimento como um continuum, em que cada passo e escolhas do dia a dia, implica em como estamos cuidando da nossa "aposentadoria" de saúde.
    Além dos aspectos de saúde, levantam-se questões sociais e sociológicas relacionadas ao etarismo; essa forma de preconceito etário limita oportunidades, reforça estereótipos e desvaloriza experiências e competências. Há uma urgência em levantar reflexões e debates sobre o tema para conscientizar a sociedade e promover políticas de inclusão, afinal, “não há nada mais moderno que envelhecer".  


    11 de março de 2025 • terça-feira • 19h
    YouTube da Palas Athena
    www.youtube.com/palasathenabrasil 
    Atividade acessível - Tradução em Libras


    Dra. Priscila Serrano - Médica formada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, tendo se especializado em Clínica Médica e Geriatria pela mesma instituição. Pós graduada em Gestão e Empreendedorismo pela Fundação Getúlio Vargas. Médica do Núcleo Avançado de Geriatria e Gerontologia do Hospital Sírio Libanês e do Comitê Gestor Geriatria e Gerontologia do mesmo hospital.

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  • 183 Fórum de Cultura de Paz e Não Violência

    Super-humano, demasiado humano
    Live com Prof. Alexey Dodsworth

    Inspirando-se no título da obra de Nietzsche, "Humano, demasiado humano", esta apresentação busca atualizar o conceito nietzschiano de humanização e desumanização, explorando-o no contexto do progresso tecnológico do século XXI. A proposta é discutir a evolução da tecnologia não apenas como ferramenta de emancipação e avanço para a humanidade, mas também como uma força que questiona, de modo profundo, os próprios limites do que entendemos por “humano”.

    A tecnologia vem transformando radicalmente as condições de existência, promovendo desde a ampliação da longevidade até o surgimento de inteligências artificiais, interfaces cérebro-computador, e robôs que executam tarefas antes reservadas exclusivamente à nossa espécie. Esse progresso, porém, carrega em si ambiguidades que Nietzsche certamente reconheceria: enquanto promete a superação de limitações físicas e intelectuais — o “super-humano” —, também traz consigo mazelas que refletem as fragilidades da existência e põem em risco o próprio mundo onde vivemos. Será que todo progresso convém a nós e ao mundo?  


    10 de dezembro de 2024 • terça-feira • 19h
    YouTube da Palas Athena www.youtube.com/palasathenabrasil 
    Atividade acessível - Tradução em Libras


    Alexey Dodsworth - Mestre em Filosofia e mestre em Astronomia pela Universidade de São Paulo. Doutor em filosofia pela Universidade Ca' Foscari de Veneza. Atualmente, coordena o grupo de estudos e pesquisas em riscos catastróficos globais no Instituto de Estudos Avançados da Universidade Federal do Estado de São Paulo e é membro do comitê de ética da Sociedade Brasileira pelo Progresso da Ciência.

     

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  • 182 Fórum de Cultura de Paz e Não Violência

    COMO COMBATER A VIOLÊNCIA DA EXISTÊNCIA?
    – A POLÊMICA SARTRE X CAMUS


    Live com Prof. Caio Liudvik

    Nossa palestra vai tratar de uma das amizades intelectuais mais marcantes do século XX, e suas lições para as buscas contemporâneas de emancipação e paz. Jean-Paul Sartre e Albert Camus foram reconhecidos como protagonistas do movimento existencialista. Ambos foram premiados com o Nobel de Literatura (embora Sartre o tenha recusado), tamanha a potência de suas obras como expressão da angústia e perplexidade que acometem uma consciência lúcida perante a dimensão intrínseca de violência, sofrimentos e injustiças, do existir, despojada de quaisquer justificativas. Miséria, guerras, pandemia (naquele caso, a gripe espanhola), os totalitarismos e o Holocausto trouxeram à tona com novo vigor nosso desamparo ante a voracidade cega do Mal. Também a dramática ruptura entre Camus e Sartre, em 1952, teve a violência como ponto central, no cenário de polarização ideológica da Guerra Fria. Para Camus, por mais válida que seja a “revolta”– termo central em sua filosofia, ao lado do absurdo – os fins (como abolir a dominação capitalista ou colonialista) não justificam meios como o assassinato enquanto política de Estado ou protesto terrorista. Contrária de início ao suicídio, que ela interpreta como rendição violenta ao absurdo, na qual algoz e vítima são um só, a ideia de revolta, em Camus, desafia também a violência contra o Outro: expressão de amor à vida e descoberta da solidariedade universal, a revolta é em si sublevação contra os fatores e comparsas da violência que rege a nossa condição de condenados metafísicos à pena de morte, e uma espécie de via de cura da consciência ante o que ele metaforiza, num de seus principais romances, como “peste”. Já Sartre, tomando partido da causa revolucionária, considera que a brutalidade concreta da história reduz um pacifismo como o de Camus a nada mais que uma utopia ingênua ou, pior, cúmplice da própria violência (a do status quo) que ele aparentemente quer erradicar.  


    12 de novembro de 2024 • terça-feira • 19h
    YouTube da Palas Athena
    www.youtube.com/palasathenabrasil 
    Atividade acessível - Tradução em Libras


    Caio Liudvik - Pós-doutorando em Psicologia pela USP, em pesquisa sobre a solidão em Nietzsche, é Mestre, Doutor e Pós-Doutor em Filosofia na mesma instituição. A relação entre Sartre e Camus é tema de seu doutorado Evangelhos da revolta. Autor de "Sartre e o pensamento mítico" (Loyola), traduziu, entre outros livros, a peça "As moscas", de Sartre, "Camus e Sartre – O polêmico fim de uma amizade no pós-guerra", de Ronald Aronson (Nova Fronteira) e "Simone de Beauvoir – A biografia", de Huguette Bouchardeau (Nova Fronteira).

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  • 181 Fórum de Cultura de Paz e Não Violência

    43º Semana Gandhi
    “Todos somos irmãos”, Gandhi por Gandhi
    Live com Profa. Lia Diskin

    Cientes da fragilidade das nossas certezas, e da falibilidade das nossas decisões, convidamos Gandhi para orientar nossa visão nestes tempos polarizados. Na sua autobiografia ele diz: "Odiar o pecado e não o pecador é um preceito que, embora de fácil compreensão, raramente é praticado". O ser humano e seus atos são duas coisas distintas. Enquanto um ato bom estimula a aprovação e um ato ruim provoca a desaprovação, o agente da ação, quer seja ele bom ou mau, sempre merece respeito ou perdão, conforme o caso. "Aprendi com o estudo da história que o ódio e a violência empregados numa causa, por mais nobre que esta seja, apenas geram seu igual, e em vez de trazer a paz, expõem-na ao perigo." Gandhi foi o primeiro a estender o princípio da não violência do plano individual para o social e para o político. É no coletivo onde a não violência tem de plantar seus fundamentos, pois nesta Terra de ninguém “todos somos irmãos”.  


    8 de outubro de 2024 • terça-feira • 19h
    YouTube da Palas Athena
    www.youtube.com/palasathenabrasil 
    Atividade acessível - Tradução em Libras


    Lia Diskin - Formada em Jornalismo, com especialização em Crítica Literária. Cofundadora da Associação Palas Athena e criadora de dezenas de programas culturais e socioeducativos; Coordenadora do Comitê para a Década da Cultura de Paz – uma parceria UNESCO/Palas Athena. Conhecida internacionalmente por seu trabalho em favor dos Direitos Humanos e do pacifismo, na celebração dos 60 anos da UNESCO foi agraciada com o Diploma de Reconhecimento pela sua contribuição na área de Direitos Humanos e Cultura de Paz. Autora de: "Cultura de Paz – Redes de Convivência" (SENAC); "Não Violência Doméstica"; "Vamos Ubuntar – um convite para cultivar a paz" (UNESCO); em coautoria com Laura Roizman "Paz, como se faz?" (UNESCO), entre outros.

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