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  • A essência do amor - artigo da Profa. Lia Diskin ao Yoga Journal

    Lia Diskin


     

    Matéria de Capa na Revista Yoga Journal confira:

    entrevista.pdf
    Saiba Mais
  • 2013

    SEMINÁRIOS INTERNACIONAIS 2013

    Neurociência e meditação  14 de março de 2013
    Seminário Internacional - Palas Athena
    Sara W. Lazar Meditação Tibetana através do som 04 de abril de 2013
    Seminário Internacional - Palas Athena
    Alejandro Chaoul A prática de Mindfulness (Atenção Plena) na prevenção de recaídas do abuso de drogas 25 de maio de 2013
    Workshop Internacional - Palas Athena
    Sarah Bowen Espiritualidade - único consolo para a humanidade  08 de julho de 2013 Encontro internacional - Entrada franca -Palas Athena Swami Nitya Chaitanya Ética secular: uma abordagem do Dalai Lama para a unificação de um mundo fragmentado
    25 de julho de 2013
    Encontro internacional - UNIFESP
    Geshe Lobsang Tenzin Negi Cultivo da compaixão - uma abordagem cognitiva  26 de julho de 2013
    Retiro Internacional
    Geshe Lobsang Tenzin Negi Abordagem psicológica no enfrentamento à violência doméstica 19 de agosto de 2013
    Encontro Internacional - Entrada franca - Palas Athena
    Valerie Wynn Uma nova ordem do amor 07 de novembro de 2013
    Seminário Internacional - Palas Athena
    Michel Maffesol O Testemunho de Unidade 05 de dezembro de 2013
    Encontro Internacional - Palas Athena
    Dom Laurence Freeman OSB
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  • 103º fórum do Comitê da Cultura de Paz na planeta sustentável

    A força de um legado
    Suzana Camargo - 10/04/2013 às 15:59



    A americana Usha Pitts (no centro, na foto acima) é filha de um pai negro e uma mãe branca. Cresceu no estado de Massachusetts e nunca esqueceu quando viu na escola as fotos dos enforcamentos de negros, que aconteceram durante os sangrentos confrontos raciais na história dos Estados Unidos. Hoje Usha faz parte do corpo diplomático do governo americano. Já ocupou cargos na Áustria, Itália, Rússia e Panamá. Atualmente é cônsul da representação americana no Recife. “Na minha sala de trabalho tenho fotos de Abraham Lincoln e Joaquim Nabuco”, disse. Os dois, cada um em seu próprio país, foram figuras fundamentais para a abolição dos escravos.

    Diante de uma plateia lotada no auditório do MASP, no coração da Avenida Paulista, em São Paulo, Usha Pitts falou como o famoso discurso de Martin Luther King – I Have a Dream, teve um impacto em sua vida e na de milhares de outros negros americanos.  A cônsul americana foi a principal palestrante do 103º Fórum do Comitê da Cultura de Paz, promovido pela Associação Palas Athenaem parceria com a Unesco e apoio do Consulado dos Estados Unidos. I Have a Dream – 50 anos de um discurso que mudou a história foi o tema do evento.

    Logo no início do fórum, trechos do filme The March mostraram a dimensão do que aconteceu em agosto de 1963 em Washington DC, na capital dos Estados Unidos. Milhares de ativistas negros e brancos viajaram quilômetros e quilômetros para participar do protesto pacífico por liberdade e mais empregos. Voluntários na cidade vizinha de Nova York prepararam 80 mil sanduíches para serem distribuídos durante a marcha. Diante de 250 mil pessoas, o discurso de Martin Luther King fez história. “Foram quatro palavras – Eu tenho um sonho, que mudaram a sociedade americana e tiveram um enorme impacto no mundo inteiro”, afirmou Dennis Hankins, cônsul-geral dos Estados Unidos em São Paulo.

    Martin Luther King pregava uma revolução pacífica nos Estados Unidos. Na década de 60, os negros ainda sofriam com uma violenta segregação, principalmente no sul do país. Nos ônibus deviam sentar em lugares separados dos brancos, assim como havia banheiros distintos. Muitas universidades não permitiam a entrada de alunos negros. “Meu pai não pode ir à universidade na Geórgia”, contou a cônsul. Entretanto, o discurso de Martin Luther King e o ativismo conseguiram mudar a vida das próximas gerações de negros americanos. “Gosto muito do clima dos anos 70, quando surgiu o Black is beautiful, ressaltando o orgulho da raça negra”, disse Usha.



    Nas décadas seguintes os Estados Unidos passaram pela discussão das cotas raciais, existiram confrontos na Califórnia, até que em 2000 o país elegeu o primeiro presidente negro da história: Barack Obama. Apesar disso, o mapa geopolítico americano revela que os estados do sul, extremamente conservadores, não votaram no candidato negro. “Ainda existe racismo no país, mas hoje podemos discutir sobre o problema abertamente”, acredita a diplomata.

    A cônsul apresentou também dados sobre a questão racial nos Estados Unidos e no Brasil. Entre 300 e 450 mil escravos negros foram levados da África para o país norte-americano, enquanto aqui chegaram 4,9 milhões de escravos. Lá a abolição da escravatura aconteceu em 1865 e no Brasil somente 23 anos depois. Em 2010, os negros representavam 12% da população americana e em nosso país mais de 50% dos brasileiros se consideram negros ou pardos. Todavia, embora tenhamos  mais negros, as realidades entre Brasil e Estados Unidos são muito distintas. Ao final da palestra de Usha Pitts, muitas pessoas presentes no auditório do MASP falaram que nosso país ainda precisa percorrer um longo caminho para oferecer direitos iguais a todos seus cidadãos.

    O fórum foi encerrado com uma apresentação emocionante e surpreendente do coral da Igreja Yes Lord. Com figurinos dos anos 60, atores e cantores entraram no auditório encenando a marcha de Martin Luther King. Cantando músicas em inglês e português, falaram sobre Deus e a luta pelos direitos dos negros. Cinquenta anos depois do discurso do pastor e ativista negro nos Estados Unidos, no Brasil a igualdade racial ainda não foi conquistada. É hora de lutar pelo sonho de uma nação igual para negros e brancos brasileiros.

    LEIA TAMBÉM:
    Martin Luther King: 50 anos depois Morte do Herói Fotos: Luiz Henrique Góes/Palas Athena ver este postcomente

    Martin Luther King: 50 anos depoisSuzana Camargo - 08/04/2013 às 15:50



    Já se passaram cinco décadas desde que o ativista americano Martin Luther King fez o legendário discurso I Have a Dreamperante milhares de pessoas em Washington DC, a capital norte-americana. Para celebrar a data, será realizado amanhã, em São Paulo, o 103º Fórum do Comitê da Cultura de Paz*, com o tema  I Have a Dream – 50 anos de um discurso que mudou a história. O encontro é promovido pela Associação Palas Athenaem parceria com a Unesco e o apoio do Consulado Americano.

    A principal palestrante do fórum será Usha Pitts, cônsul dos Estados Unidos em Recife. Desde 1998, a diplomata já trabalhou nas representações americanas na Áustria, Itália, Cuba, Moscou e Panamá. Antes do serviço diplomático, Usha era funcionária do Banco Mundial. A diplomata é formada em Desenvolvimento Latinoamericano pela Universidade de Massachusetts e tem mestrado em desenvolvimento político pela Universidade George Washington.

    Na entrevista abaixo, Usha Pitts fala da importância do discurso de Martin Luther King para a história dos negros americanos e sobre os problemas raciais ainda hoje enfrentados tanto nos Estados Unidos como no Brasil.

    Qual foi o papel do discurso de Martin Luther King para a luta da igualdade racial nos Estados Unidos?
    O discurso estabeleceu alguns padrões de como a luta pela igualdade racial deveria seguir. Primeiro de tudo, ele dizia que a luta continuaria. Deveria ser uma discussão ampla, popular e que não poderia acabar até que a igualdade entre as raças fosse conquistada. O segundo ponto definido por Martin Luther King foi que o movimento deveria ser sem violência e com a cooperação de todos os americanos: negros e brancos. Foram dois pontos fundamentais. Sem o discurso, a luta poderia ter tomado um rumo muito diferente, talvez muito pior do aquele que tomou. Martin Luther King deixou muito claro que a luta deveria continuar sem violência.

    Você acredita que o sonho do ativista foi realizado?
    No discurso ele fala sobre sonhos que são extremamente parecidos com o que chamamos de sonho americano. E o que é esse sonho? Essencialmente ele fala sobre a garantia da liberdade para que as pessoas melhorem de vida e possam oferecer um futuro digno para seus filhos. Esse é o sonho americano. É por isso mesmo que nos últimos séculos o país atraiu milhões de imigrantes, que buscam esse mesmo ideal. Acredito que o sonho americano, assim como o de Martin Luther King, se realizou para muitos americanos: negros, brancos, latinos, asiáticos – todos nossos imigrantes têm uma chance. Mas há outro ponto no discurso em que Martin Luther King pergunta se “… haverá um dia em que os negros americanos serão julgados pelo seu caráter e não pela cor de sua pele?” Honestamente, acho que ainda há um longo caminho para percorrermos antes que isso aconteça.

    Qual é a importância para o movimento racial americano ter Barack Obama como presidente do país?
    Não há como subestimar a importância da eleição do Presidente Obama. Ela mostra como uma sociedade pode mudar rapidamente se as pessoas estão focadas numa mudança real. Basta olhar para trás, há 50 anos, quando foi feito o discurso I Have a Dream. Os negros americanos viviam em um ambiente de extrema opressão, em alguns estados casamentos entre brancos e negros não eram permitidos. Somente em 1989 tivemos o primeiro governador negro nos Estados Unidos. Mudanças acontecem quando a sociedade está focada nelas.

    Como a senhora vê a questão do racismo no Brasil?
    A maneira como a questão racial é tratada aqui é muito diferente de como o problema é enfrentado nos Estados Unidos. No Brasil, o tema igualdade racial não é discutido abertamente, nem muito frequentemente. Muitos afro-americanos que vêm ao país se defrontam com uma falta de consciência dos brasileiros com a questão racial. Os americanos se sentem mais à vontade para conversar sobre o assunto. Eu sou uma afro-americana e quando tenho encontros com pessoas de influência, principalmente aqui na região Nordeste, raramente elas são negras, mesmo assim muitos brasileiros me dizem que não há racismo no país. Acho que a questão da discussão das cotas raciais nas universidades brasileiras é muito importante. Ela traz o problema à tona.

    * O 103º Fórum da Cultura da Paz será realizado amanhã, dia 09/04, às 19h, no auditório do MASP, na Avenida Paulista, 1578, em São Paulo. A entrada é gratuita. Além da palestra da cônsul Usha Pitts, o evento terá apresentação de vídeo, encenação teatral e musical sobre Martin Luther King.

    LEIA TAMBÉM:
    Morte do Herói
    Foto: Minnesota Historical Society /Creative Commons
    Saiba Mais
  • Seminário Internacional é destaque na folha

    Sara Lazar


     


    Seminário internacional de neurociência e meditação, com Sara Lazar, realizado
    pela Palas Athena é assunto de página inteira, no jornal Folha de São Paulo.



    Confira a entrevista também na web.
    Entrevista
    Saiba Mais
  • A renovação sem ruptura - entrevista com a Profa. Lia Diskin à revista Cidade Nova
     

    entrevista.pdf
    Saiba Mais
  • Entrevista com Profa. Elisa Harumi Kozasa: Meditação frequente faz com que o cérebro fique mais atento e funcional

    Pedro Kelson


     

    Confira a entrevista no site:

    http://oglobo.globo.com/saude/meditacao-frequente-faz-com-que-cerebro-fique-mais-atento-funcional-7339640




    http://oglobo.globo.com/saude/meditacao-frequente-faz-com-que-cerebro-fique-mais-atento-funcional-7339640
    Saiba Mais
  • Recesso
    A Palas Athena está em período de recesso entre os dias 22 de dezembro a 6 de janeiro.

    retornaremos as atividades em 7 de janeiro de 2013, segunda-feira.

    Nossos sinceros votos de excelentes dias e celebrações.

    Equipe Palas Athena
    Saiba Mais
  • Palas Athena Notícias - Ano 10 - Edição 78
     
    • Chegará a São Paulo o eminente sociólogo francês Michel Maffesoli

    A Palas Athena tem a satisfação de receber Michel Maffesoli – sociólogo e filósofo francês, professor da Universidade Sorbonne, diretor do Centro de Estudos sobre o Atual e o Cotidiano (CEAQ) e do Centro de Pesquisa sobre o Imaginário (CRI) em Paris – para a conferência Mudança de valores na sociedade pós-moderna. A fim de compreender as diversas crises econômica, social, educacional que diversos países estão passando é necessário olhar para a vida cotidiana das pessoas e os paradigmas de nosso tempo. Michel Maffesoli é autor de Elogio à razão sensível, A violência autoritária, O tempo das tribos – o declínio do individualismo, A contemplação do mundo e O tempo retorna – formas elementares da pós-modernidade, entre outras obras.

    Data: 19 de novembro, segunda-feira, das 14h às 17h Inscrições antecipadas pelo site da Palas Athena ou na recepção da sede – vagas limitadas. Local: Palas Athena – Alameda Lorena, 355 - Jardim Paulista - São Paulo - SP.

    Link: palasathena.org.br/curso_detalhe.php?curso_id=161
    • 3° Simpósio Internacional de Justiça Restaurativa
    Junto com importantes instituições jurídicas no Brasil, a Palas Athena teve a grande satisfação de realizar o 3° Simpósio Internacional de Justiça Restaurativa com ilustres professores universitários do Canadá e dos Estados Unidos e o Juiz canadense Barry Stuart. Palestras e mesas redondas foram apresentadas em São Paulo de 5 a 8 de novembro no Tribunal de Justiça de São Paulo, na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo e na sede da Associação Palas Athena. A Justiça Restaurativa é um método alternativo de resolução de conflito e pacificação social. É através da criação de um espaço seguro e de diálogo que os envolvidos em um conflito são convidados a refletir sobre seus atos e expressar seus sentimentos, assumindo responsabilidade pelas consequências de seus atos.
    • Lançamento do livro: Disciplina Restaurativa para Escolas,
    da Palas Athena Editora
    Autoras: Lorraine Stutzman Amstutz e Judy H. Mullet
    Esta terceira publicação da série Da Reflexão à Ação apresenta os pontos vitais para a convivência no espaço educacional.

    Questões urgentes são abordadas nesta obra de grande aplicabilidade prática e clareza conceitual: “de onde nos veio a noção de que o sofrimento corrige o mau comportamento?” “Como resolver problemas disciplinares de forma a fortalecer a comunidade escolar e os laços de coleguismo, o respeito e o cuidado mútuo?”

    Nesta obra a indisciplina é percebida como uma oportunidade para oferecer ao aluno conscientização sobre as consequências de seus atos, responsabilidade de sanar danos e relacionamentos rompidos e uma chance de fortalecer laços de cooperação e zelo com seus colegas e professores.

    Suas autoras, Lorraine Stutzman Amstutz e Judy H. Mullet partilham conosco sua ampla experiência pedagógica e vasto repertório de metodologias restaurativas para a escola como um todo.

    Link: palasathena.org.br/editora_interna.php?livro_id=71
     Diálogos em torno do "perigo da história única"
    101º Fórum do Comitê da Cultura de Paz, em adesão ao DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA e à DÉCADA INTERNACIONAL DOS POVOS AFRODESCENDENTES (2013-2022).

    Com o objetivo de “ver o que não vemos”, este 101º Fórum adere às comemorações do Dia Nacional da Consciência Negra e celebra a resolução da ONU em promover a Década Internacional dos Povos Afrodescendentes (2013-2022). Diálogos em torno “da história única”, título do nosso Fórum, terá a participação de José Adão de Oliveira, Nanci Oliveira, Oswaldo Faustino e Wagner Celestino, com mediação de Lourdes Alves de Souza. Terça-feira, 13 de novembro às 19 horas no Grande Auditório do MASP. A entrada, como sempre, é franca. Encontro de múltiplas vozes e, esperamos, de múltiplas histórias, para o qual agradecemos estenda o convite a seus colegas, amigos, familiares e a todos aqueles que possam somar visão sobre uma realidade que atinge a todos nós.

    Data: 13 de novembro, terça-feira, às 19 horas no MASP
    Não é necessário fazer inscrição
    Local:
     Auditório do MASP - Museu de Arte de São Paulo
    Av. Paulista, 1578 - São Paulo/SP - Estação Trianon-Masp do metrô

    Link: palasathena.org.br/evento_detalhe.php?evento_id=53
     

    Palas Athena Alameda Lorena, 355 - Jardim Paulista - São Paulo - SP
    Tel 3266 6188
    www.palasathena.org.br
    Saiba Mais
  • Profa. Lia Diskin no 1º Simpósio Ciência, Espiritualidade e Saúde

    Pedro Kelson


     

    1º SIMPÓSIO
    “CIÊNCIA, ESPIRITUALIDADE E SAÚDE”


    O evento tem o objetivo de trazer a luz, as questões referentes a Humanização dos Serviços de Atendimento ao Público em todos os setores da sociedade, em especial ao que se refere a saúde da população, com um embasamento CIENTÍFICO E ESPIRITUAL, para análise e compreensão dos benefícios da espiritualidade na saúde, na visão do ser integral: “CORPO, MENTE, ALMA E ESPÍRITO”.

    25 de outubro de 2012, das 8h00 às 17h00

    PROGRAMAÇÃO
    8h00 - Abertura - Prof. Dra. Helena Ribeiro - Diretora da Faculdade de Saúde Pública/USP

    8h15 - Breve História do Simpósio “Ciência, Espiritualidade e Saúde”- Ana Lucia Lumazini de Moraes - Bióloga e Resp. Téc. Lab. do CSEGPS, Naturologa

    8:30 às 11h30 - Mesa Redonda “ESPIRITUALIDADE E SAÚDE”
    • Sr. João Baptista do Valle - Vice-Presidente da Federação Espírita do Estado de São Paulo
    • Pe. Christian de Paul de Barchifontaine - Reitor do Centro Universitário São Camilo - São Paulo
    • Profª. Lia Diskin - Co-fundadora da Associação Palas Athena
    • Prof. Dr. Francisco Rivas Neto - Fundador da FTU-Faculdade de Teologia Umbandista
    • Prof. Dr. Lourenço Stelio Rega - Diretor Faculdade Teológica Batista de São Paulo
    • Monja Coen Sensei - Primaz Fundadora da Comunidade Zen Budista

    13h00 às 17h00 - PALESTRAS
    • “SAÚDE E ESPIRITUALIDADE”- Prof. Dr. Marcos Boulos - Superintendente de Saúde da USP
    • “BASES CEREBRAIS DA ESPIRITUALIDADE” - Prof. Dr. Raul Marino Junior - Professor Titular Emérito de

    Neurocirurgia da FMUSP
    • “MEDITAÇÃO UM PANORAMA HISTÓRICO CIENTÍFICO” - Dr. Mario Luiz de Camargo - Médico, Vice-Diretor do CSE “Geraldo de Paula Souza”/FSP,
    especialista em Yoga pelo Centro de Pós-Graduação da UniFMU
    • “CIÊNCIA, RELIGIÃO E ESPIRITUALIDADE” - Prof. Dr. Valdemar W. Setzer - Professor Titular, aposentado do Depto. de Ciência da Computação do IME/USP

    Público alvo: Profissionais da área da saúde e comunidade

    Inscrições gratuitas pela CCex/FSP/USP: Período de 10/09 a 19/10/2012

    Informações: www.fsp.usp.br

    Local: FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA/USP - Av. Dr. Arnaldo nº 715 - Metrô Clínicas,
    Auditório “João Yunes”, com transmissão simultânea para o auditório “Paula Souza”

    Coordenação: Ana Lucia Lumazini de Moraes, Cleide Bonifácio da Silva e
    Dr. Mário Luiz de Camargo - CSEGPS/FSP

    Promoção: Faculdade de Saúde Pública/USP

    Organização
    : Centro de Saúde Escola “Geraldo de Paula Souza”

    Apoio
    : Diretoria da Faculdade de Saúde Pública, Comissão de Cultura e Extensão Universitária,TIC Tecnologia da Informação e Comunicação, Representante dos Usuários do CSE “Geraldo de Paula Souza”

    Realização
    : Centro de Saúde Escola “Geraldo de Paula Souza”


    www.fsp.usp.br
    Saiba Mais