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  • 30° Semana Gandhi - Abertura 2 a 4 de outubro
    https://youtu.be/IlUD8HdxS4c

    https://youtu.be/PVTR3cipOl0

     
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  • Lia Diskin no Jornal Times, da Índia
    Completely and selflessly devoting her life to the ideals of Mahatma Gandhi, Lia Diskin, an Argentine woman and a life-long follower of the message of non-violence, will once again observe Gandhi Jayanti in Brazil this year, as she and her organisation have been doing for the past 30 years.


    Diskin, founder of the Palas Atena organisation in Brazil's Sao Paulo city, says: "Happiness is when what you think, what you say and what you do are in harmony." The Gandhi Jayanti celebration in Sao Paulo is not a one-day affair. It is called "Semana de Gandhi" (or Gandhi Week).







    Sometimes the celebrations go on for two weeks and sometimes even for a month. For Diskin, Gandhism is a celebration and commitment. It is her mission in life. It is not a mere ritual or a show of garlanding the statue, paying eloquent homage in a comfortable hall and forgetting it till next October.

    Diskin believes Gandhi's ideas and the practice of non-violence are preventive remedies for the future of Brazilian society, which is facing problems of violence and other crimes, according to Indian Ambassador to Argentia R. Viswanathan. She believes that sowing the seeds of Gandhian values among children will help prevent "infection of the mind".

    The focus of the Gandhi Week is, therefore, children, youth and education. Programmes will be held in schools, prisons, streets and public spaces. Diskin says non-violence is a constant educational process. "Within the culture of violence in which we are steeped, we hardly notice the abuses we commit on a daily basis. Violence is not a destiny. It is a choice. This is why it is important to add in the school curriculum itself education for non-violence and living together in harmony with others," she says. Diskin and other educationists have designed special courses for government schools and teachers on how to develop ethics in their daily routine.

    Under the project named "Priceless Values and Gandhi and Non-Violence", over 40,000 teachers have been trained in Sao Paulo. With institutional support from Unesco, the Palas Atena organisation is also involved in the UN "Human Safety" programme. Palas Atena has taken initiatives to apply Gandhian ideas in the health sector too. In partnership with the municipal health department, it has trained over 5,000 health professionals.

    Diskin also got the autobiography of Mahatma Gandhi translated in Brazilian Portuguese script by four eminent scholars. The auditorium of Palas Atena is called the Mahatma Gandhi Auditorium. The organisation's library has a large collection of books on Gandhi. It also has a publishing house, with many titles on Gandhi, non-violence, culture and peace. Diskin's organisation teaches yoga, meditation and Indian classical music and dance. She is also the author of many books on education, peace, ethics and culture. Her book, "Paz, como se faz?" (Peace, how to make?) has been adopted by schools in six Brazilian states and has sold over 500,000 copies.

    Born in Argentina, Diskin and her husband Basilio Pawlowicz moved to Sao Paulo in 1972. They established the Palas Atena for social service and study of philosophy, and also run an orphanage in Sao Paulo called Casa de Pandavas (House of Pandavas). Diskin lives a simple and modest life with a strict Gandhian discipline. She is a vegetarian. Her interest in Gandhi started early as a child after she read books on him.

    She was inspired by his autobiography and was totally taken by the idea of a person with such commitment to truth. "I never found a philosopher with such earnest desire and serious sustained effort to translate truth into daily life," she said. Diskin was an invitee at the Satyagraha centenary celebrations in India in 2006.

    She was among many global personalities invited in 2007 by India to address the UN which declared Oct 2 as the International Day of Non-Violence. Diskin was honoured with the Jamnalal Bajaj award in January 2011 for her service to people.
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  • [THOT 1982 N.28] AS TRÊS TRANSFORMAÇÕES
    Apresento-lhes três transformações do espírito: como o espírito se transforma em camelo, o camelo em leão, e o leão, finalmente, em criança. Há muitas coisas difíceis para o espírito, para o espírito sadio, sólido, respeitável. A força deste espírito está clamando por coisas pesadas, e das mais pesadas.

    [Leia a matéria completa aqui]
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  • Palestra sobre Cultura de Paz - Redes de Convivência no SENAC - São Carlos (SP)
     

     
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  • Lia Diskin recebe homenagem do En Pie de paz
    https://youtu.be/g1GJMU77SQw

     
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  • Palestra "Valores que não têm preço"
    Ministrada em 17 de junho de 2011 por Lucia Benfatti para o corpo discente feminino da Escola Superior de Soldados da Policia Militar do Estado de São Paulo.
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  • Encontro na Casa de Reconciliação
    Palestra Cultura de Paz - um enfoque à família, jovens, educação, diálogo

    Ministrada em 18 de junho de 2011 por Lucia Benfatti, para pessoas provenientes de diversas cidades - Santos, Campinas, Amparo, Botucatu, Vale do Paraíba e São Paulo -, de diferentes denominações cristãs, anglicanos, católicos, luteranos, presbiterianos, metodistas, envolvidas em suas regiões com o Diálogo Ecumênico.
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  • Semana de Ação Global contra a Violência Armada

    Instituto Sou da Paz



    Começa a Semana de Ação Global contra a Violência Armada

    Já temos 201 fotos, no nosso Flickr, de pessoas que aderiram à Campanha Control Arms, que está na Semana de Ação Global contra a Violência Armada.

    Hoje, 14 de junho, estaremos no vão livre do Masp – Avenida Paulista - a partir das 17h

    tirando fotos do pessoal que transita por lá. TODOS estão super convidados a participar.

    Para participar

    1. Apareça por lá e tire sua foto
    2. Se não puder ir, tire sua foto, de seus amigos, parentes... e envie para desarme@soudapaz.org

    Não se esqueça de divulgar nas redes sociais!

    Veja as fotos de quem já está participando da campanha em nosso Flickr.

       #desarme



    http://www.soudapaz.org/controlarms/Home/tabid/714/EntryID/1513/language/pt-BR/Default.aspx
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  • 88º Fórum do Comitê da Cultura de Paz divulgado na Setor3

    www.setor3.com.br


     
    Crédito: Soma.CP Comunicação
    Interessados pelo tema de cultura de paz lotaram auditório do MASP
    Crédito: Soma.CP Comunicação
    Educadores explicaram as dificuldades de iniciativa de justiça restaurativa em comunidade da zona sul da capital paulista


    Com auditório lotado, na última terça-feira (10/5), aconteceu mais um evento do Fórum do Comitê da Cultura de Paz, no Museu de Arte de São Paulo. Em sua 88º edição, esse encontro reuniu duas especialistas da cultura de paz: a cientista social Petronella M. Bonnen, doutora em educação pela Universidade de São Paulo com tese sobre justiça restaurativa e mestra em educação, com pós-graduação em mediação de conflitos; e Joanne Blaney, mestra em educação pela Universidade de Marlyland e cientista política. Ambas atuam no Centro de Direitos Humanos e Educação Popular de Campo Limpo (CDHEP).

    As especialistas explicaram o programa Perdão e Justiça, voltado para formação e capacitação de pessoas e organizações para a construção de uma sociedade de paz. Dentro dessa iniciativa,há o projeto Escola de Perdão e Reconciliação. Elas explicaram a atuação, os desafios, os efeitos e os envolvidos nesse projeto. Também foi lançado um livro resultado da aplicação desses conceitos de justiça restaurativa*(ver no final do texto) a cerca de 1.500 crianças e adolescentes, professores e comunidade.

    Joanne comentou que a aplicação dos conceitos de justiça restaurativa a crianças ajudou na diminuição da agressividade. “A mudança interna é fundamental para o que pede a cultura de paz”, afirma. A cientista política disse que as crianças hoje usam argila nas atividades escolares, como ações sugeridas pela educação popular, fazem a ligação entre leitura e escrita com a importância da espera; aprendem a controlar a raiva e espera o outro falar.

    A educadora explicou que foram necessárias oficinas de sensibilização. Para isso, foram criados quatro núcleos de práticas restaurativas* (ver no final do texto). “Os jovens são convidados a lidar com raiva. É necessário saber perdoar. O mais difícil é a gente se perdoar. É importante para o convívio em uma sociedade”, reforça.
    Desde 2006, Joanne apresentou que a entidade promove as escolas de Perdão e Reconciliação. Ela pontuou serem práticas necessárias para o conhecimento cognitivo e emocional. “Aqui tentamos controlar as emoções, como raiva, desejo de vingança. Possibilita outros conhecimentos”, esclarece.

    Um dos pontos mais indicados pela própria comunidade foram os grupos de confiança (87%). São espaços criados para todos falarem, exporem o que desejam resolver. “Essa prática ajuda a ter outro olhar, por meio de uma comunicação assertiva”, reflete Joanne.

    Essas práticas, segundo a educadora Joanne, colaboram que a responsabilização de um ato seja sempre compartilhada. Ela também indicou dificuldades na trajetória desse projeto, como: conflitos de valores que geram divergências para crianças e adolescentes; mudanças na equipe e novos alunos entrando durante o ano; falta de tempo aos educadores para se tornarem multiplicadores com os pais e outros adultos.

    Joanne também esclareceu a diferença entre perdoar e reconciliar. “A gente entende que a reconciliação é entre as pessoas. Posso perdoar sem falar, mas reconciliar é construir novamente as relações”, elucida.

    O porquê ainda no foco

    Com o tema da tese de doutorado sobre justiça restaurativa, Petronella questionou a lógica da verdade. Estruturou da seguinte forma: dos fatos (o quê?); dos sentidos (por quê?); e das necessidades (para quê?). A educadora disse que em uma punição dificilmente é questionada para quê, sempre fica até a questão por quê. “Cada envolvido no conflito tem suas próprias verdades. O processo de reconciliação pede a construção de uma verdade mínima, aceita por todos.”

    Segundo a cientista social, as pessoas foram treinadas para dizerem o que sentem e precisam se sentir seguras no ambiente. Para ela, as pessoas entendem a vida pela punição. “O tribunal de justiça dificilmente colabora para esse movimento de restaurar”, diz. Bonnen esclareceu a punição como algo para fazer sofrer alguém intencionalmente. “O conteúdo não é desejado. Ele se torna sujeito a uma vontade alheia. Esta imposição, submissão, torna difícil como meio para reforçar a responsabilidade e a cidadania”, ressaltou.

    Ela comenta que a Escola do Perdão e Reconciliação apresenta a necessidade de desconstruir a necessidade de punir. Uma saída é a confrontação com os próprios atos, uma tentativa de responsabilização e autoresponsabilização dos envolvidos em ofensas e crimes. A ideia é educar o sujeito para que ele reconheça a responsabilidade, restaure o que foi danificado. Ela termina com um pedido: “Busquemos o caminho do perdão, menos vingança, ações conjuntas, menos isolamento, restauração menos punição, igualdade, menos competição, uma solidariedade que leva para a reconciliação”.


    *Justiça restaurativa
    Pode ser definida como um procedimento de consenso, em que a vítima e o infrator, e, quando apropriado, outras pessoas ou membros da comunidade afetados pelo crime, como sujeitos centrais, participam coletiva e ativamente na construção de soluções para a cura das feridas, dos traumas e perdas causados pelo crime. Trata-se de um processo estritamente voluntário, relativamente informal, a ter lugar preferencialmente em espaços comunitários, sem o peso e o ritual solene da arquitetura do cenário judiciário, intervindo um ou mais mediadores ou facilitadores, e podendo ser utilizadas técnicas de mediação, conciliação e transação para se alcançar o resultado restaurativo, ou seja, um acordo objetivando suprir as necessidades individuais e coletivas das partes e se lograr a reintegração social da vítima e do infrator. Não se trata de desjudicialização ou privatização de gestão de conflitos penais, mas de democracia participativa no processo judicial, a partir de outra perspectiva.

    *Prática restaurativa
    É o procedimento restaurativo, ou seja, que, ao invés de punir, se proponha a restaurar as relações e lesões produzidas por um comportamento que viole as relações do ofensor com a vítima e a comunidade, de forma colaborativa e responsável, e não contenciosa. E que veja no conflito uma oportunidade de transformação existencial dos sujeitos envolvidos, que participam voluntariamente do procedimento, em que terão voz para expressar seus traumas e suas necessidades oriundas do crime, onde as lesões deverão ser reparadas. Todo conflito, e não apenas os de fundo criminal, podem ser tratados restaurativamente.


    Fonte: Setor3
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