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  • 12ª Semana Gandhi | 1993
    Aprisionado em diversas ocasiões, insultado, golpeado, Gandhi conheceu todos os sofrimentos e humilhações. No entanto, nada alterou sua fé nem sua busca da verdade. Para ele, verdade e amor são uma e a mesma coisa. "A mais alta verdade se sustenta por si só. A verdade é o fim, o amor é um meio para consegui-la".
    Acreditamos que verdade e amor estão juntos, que amor é não-violência. No entanto, sua perfeita prática é tão difícil, que precisamos nutrir-nos de exemplos como os desse homem simples que sinceramente afirmava: "Desejo identificar-me com tudo o que vive... desejo viver em paz com o amigo e o inimigo".
    Programa
    sábado, 26/10 - 19h
    Gandhi: a busca da verdade em nossos dias
    José Antonio Machado Filla
    Formado em Filosofia, práticas de Yoga em Kaivalyadhama (Índia) e Educação Física, com especialização em Fisioterapia. É diretor do Núcleo Rajarám, centro de filosofia e prática de Yoga em Santos, onde ministra cursos de yoga em diversos níveis. Desenvolve o Centro de Estudos Palas Athena em Santos.
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  • 11ª Semana Gandhi | 1992
    Saiba Mais
  • 10ª Semana Gandhi | 1991
    Gandhi e a Paz
    Vivendo uma época de extrema violência nas cidades e nações, nas ruas e no interior de nossos próprios lares e famílias, vamos descobrindo enfim que ela nasce primeiro dentro de cada um de nós, para espalhar-se em seguida pelo tecido social.
    Resta-nos a possibilidade de aprender todas as lições que existem para superá-la, para semear as atitudes que levam à integridade humana, aprendendo a paz, o amor, a compreensão - as fontes da força interior. Nos encontros promovidos nesta 10ª Semana, as artes, a meditação, a música e a palavra teceram cada qual os seus próprios fios, para chegar a um tecido conjunto: a paz.
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  • 138º FÓRUM DO COMITÊ DA CULTURA DE PAZ E NÃO VIOLÊNCIA - OBJEÇÃO DE CONSCIÊNCIA - VÍDEO COM DRA. HILDEGARD KRONAWITTER
    Data: 15/05/2020
    Vídeo com a Atual diretora da Fundação Rosa Branca da Alemanha, em Munique,
    Dra. Hildegard Kronawitter


    Estou em frente à entrada principal da Universidade Ludwig-Maximilian de Munique, que está fortemente ligada à resistência d’A Rosa Branca. O núcleo do grupo, os cinco estudantes e um professor, que decisivamente deram forma à resistência, com seus amigos, estudaram aqui; Prof. Huber era professor. Aqui também aconteceu, em 18 de fevereiro de 1943, a prisão de Sophie e Hans Scholl, que então, em 22 de fevereiro de 1943, com Christoph Probst, foram condenados à morte e, no mesmo dia, executados.

    A resistência d’A Rosa Branca consistia essencialmente na produção e distribuição de panfletos. É importante recordar que esta ditadura objetivava reprimir toda livre expressão de opiniões, ou seja, não permitir de forma alguma a liberdade de expressão. A liberdade de expressão nos parece, na democracia, como algo evidente e, por assim dizer, criado pela natureza. Ao mesmo tempo, experimentamos que ali, onde Estados começam a se deslocar em uma direção ditatorial, é, em primeiro lugar, a liberdade de expressão que é restringida, para que não seja mais permitida nenhuma discussão e nenhuma crítica.

    A Fundação Rosa Branca em Munique tem esta sala de exposição na Universidade; trabalhamos com parceiros nacionais e internacionais sobre o tema da resistência d’A Rosa Branca. Nesse contexto, nos alegramos que, mais uma vez, em São Paulo, a temática da Rosa Branca seja retomada, e, dessa vez, no contexto do Fórum pela Paz. Estamos certos de que não só o acontecimento, o desenvolvimento histórico do tema será abordado, mas, de forma especial, a mensagem, a mensagem de paz, liberdade, justiça e a defesa da democracia. Desejo muito sucesso ao Fórum. Eu ficaria feliz se essa mensagem alcançasse o que precisamos no nosso tempo, i. e., estabilidade para a democracia.

    Tradução: Juliana Pasquarelli Perez



     

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  • 138º FÓRUM DO COMITÊ DA CULTURA DE PAZ E NÃO VIOLÊNCIA - OBJEÇÃO DE CONSCIÊNCIA - FILME: ATÉ O ÚLTIMO HOMEM
    Data: 22/05/2020

    Desmond Doss
    Objetor de consciência (Estados Unidos)

    Desmond Doss (1919-2006) foi um militar norte-americano. Foi socorrista de guerra recebendo Medalha de Honra por salvar a vida de mais de 75 homens de infantaria durante a Batalha de Okinawa em 1945.

    Donald Thomas Doss nasceu em Lynchburg, Virgínia, Estados Unidos, no dia 7 de fevereiro de 1919. Filho de William Thomas Doss e Berta Doss foi criado seguindo a doutrina e as crenças da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

    Em abril de 1942, Doss foi recrutado pelo Exército dos Estados Unidos, mas se negou portar uma arma. A única arma que portava era uma Bíblia de bolso. A insistência de Doss em não tocar em armas irritava os seus companheiros do corpo de treinamento.

    Inscrito no corpo de socorristas da 77.ª Divisão de infantaria do Exército Americano nas batalhas do Pacífico, logo conquistou o respeito de seus companheiros. Nos combates, mesmo sob o risco de morte, recusava-se a abandonar os soldados feridos.

    "Soldado Desarmado" é um livro de memórias sobre o herói militar da Segunda Guerra Mundial, escrito por Frances Doss, segunda esposa do soldado e lançado no Brasil em 2016.

    A história de Desmond Doss virou filme intitulado "Até o Último Homem" (Hacksaw Ridge), sob a direção de Mel Gibson, em que o soldado foi protagonizado por Andrew Garfield.

    Desmond Doss faleceu em Piemont, Alabama, Estados Unidos, no dia 23 de março de 2006.

    Fonte: eBiografia

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  • 138º FÓRUM DO COMITÊ DA CULTURA DE PAZ E NÃO VIOLÊNCIA - OBJEÇÃO DE CONSCIÊNCIA - JEAN-MARIE MULLER - OBJETOR DE CONSCIÊNCIA
    Data: 22/05/2020

    O Prof. Jean-Marie Muller é fundador e diretor do Instituto de Pesquisa sobre a Resolução Não violenta de Conflitos , criado em 1984, que participa das reuniões da Secretaria Geral de Defesa Nacional da França dede 1987.

    Iniciou sua carreira como professor de Filosofia e, em 1970, decidiu dedicar-se em tempo integral à pesquisa sobre a não violência e sua aplicação prática como informação, formação e ação. Trabalha em estreita ligação com o Movimento por uma Alternativa Não violenta , do qual é membro fundador e um dos professores.

    De 1985 a 1992 esteve a cargo do curso sobre Estratégia da Ação Não violenta no Instituto de Estudos Políticos da Universidade de Lyon.

    Oficial da reserva do exército francês, em 1967 decidiu afastar-se por objeção de consciência. No processo que se seguiu, foi sentenciado a três meses de prisão, mil francos de multa e cinco anos de privação de seus direitos civis. Em 1982 participou do Conselho Consultivo criado pelo Primeiro-Ministro francês para criar uma nova lei sobre a objeção de consciência, que hoje permite aos reservistas obter sanção jurídica para a objeção de consciência no serviço militar.

    Em 1970, junto com Jean Desbois, fez greve de fome por suas semanas em protesto contra a venda de seis aviões 'Mirage' ao governo militar brasileiro, o que produziu grande impacto junto à opinião pública e obteve o apoio de numerosos movimentos sociais e personalidades.

    Em 1972 participou da ação 'Batalhão da Paz' enviado ao Pacífico para protestar contra as provas nucleares francesas, a bordo do navio de protesto FRI, da organização 'Paece Media'. Foi detido na base militar de Hao. Esta foi a última vez que a França realizou provas nucleares a céu aberto.

    Jean-Marie Muller é consultor da Universidade para a Paz da Costa Rica e autor de 27 livros sobre a não violência e assuntos correlatos, dentre os quais destacam-se O Princípio da Não violência, Estratégia da Ação Não violenta e A Dissuasão Civil.

    Texto publicado em: http://www.comitepaz.org.br/JMMuller.htm
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  • 138º FÓRUM DO COMITÊ DA CULTURA DE PAZ E NÃO VIOLÊNCIA - OBJEÇÃO DE CONSCIÊNCIA -EMBAIXADOR BRASILEIRO QUE DESAFIOU VARGAS PARA SALVAR VÍTIMAS DO NAZISMO
    Data: 18/05/2020

    Luiz Martins de Souza Dantas foi diplomata brasileiro na França, e concedeu vistos para o Brasil a vários judeus e outras minorias perseguidas pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, contrariando a política do governo de Getúlio Vargas.

    Para ler a matéria completa, acesse: https://goo.gl/KT5Cyh


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  • 9ª Semana Gandhi | 1990
    Mohandas Karamchand Gandhi, (1869-1948), mais conhecido na Índia como Mahatma - alma luminosa - abriu horizontes absolutamente inexplorados no campo da política, tornando-a um ato de serviço, de auto-realização e desenvolvimento pessoal. Imbuído de uma profunda confiança no gênero humano e nas capacidades internas do ser humano, fez tremer as bases do Império Britânico ante a exigência de independência de sua pátria, a Índia. Conquista incomum, fora de protocolos, sem apelar às insurreições armadas ou intrigas políticas. A sua ação pública estava impregnada da sua ação espiritual, propondo para o mundo uma nova abordagem das ações sociais.
    Política, filosofia, religião não se contradizem entre si; pelo contrário, uma política sem os fundamentos filosóficos e sem o espírito de comunhão e fraternidade entre os indivíduos, fica reduzida a uma mera administração, carente de objetivos claros e de meios apropriados para a sua realização.
    Não basta apenas sonhar ou elaborar programas nacionais; é necessário desenvolver uma atitude interna coerente que possibilite a concretização destes sonhos e de tais programas. A própria vida de Gandhi é reflexo disto, pois além da sua contribuição indiscutível para a paz do mundo e o exercício de vias não violentas como meio de obtenção de direitos das nações e dos indivíduos, ele próprio é sua máxima obra. Sua vida e seus feitos são os exemplos mais claros de integração entre as ações públicas e as ações da alma.
    Programa
    Sábado - 5/10 - 20h
    Palestras com entrada franca
    Profª. Lia Diskin - co-fundadora da Palas Athena
    Associação Palas Athena
    Curitiba
    Prof. George Barcat
    Av. Visconde de Guarapuava, 4061
    Bauru
    Profª Lucia Benfatti Livraria Dafne
    Rua 13 de Maio, 12-6
    Jaú
    profª. Lucia Brandão
    Casa do Advogado - Salão Nobre Av. Rodolpho Magnani, 295
    Promoção: Sociedade Jauense de Cultura
    Presidente Prudente
    profª Isabel C. M. de Azevedo
    Instituição Toledo de Ensino - Salão Nobre Praça Raul Furquim, s/nº (Vila Furquim)
    Santos
    Profª. Teresa de Barros Velloso PRODESAN - Auditório
    Praça dos Expedicionários, 11
    São José dos Campos
    Profª. Mara Novello Gerbelli (Diretora do Centro Pedagógico Casa dos Pandavas) Câmara Municipal de São José dos Campos
    Praça Afonso Pena
    Saiba Mais
  • 8ª Semana Gandhi | 1989
    Homenageamos pelo oitavo ano um dos grandes semeadores da humanidade - Mahatma Gandhi. Suas sementes foram espargidas nos quatro cantos do mundo; nalguns lugares já frutificaram (lembremos o movimento estudantil pacífico ocorrido recentemente na China), noutros estão germinando. Se Mohandas Karamchand Gandhi não tivesse existido, poderíamos nos convencer de que a não-violência, a verdade, a tolerância e o desprendimento são meros anseios de um sonhador despreparado para a existência; não obstante, sua vida provou quão reais são estas aspirações que não deixam de se manifestar nosso íntimo, silenciosamente.
    Neste ano, escolhemos o tema da oração. Antes que se pense que está em descompasso com este fim de século superdesenvolvido, vale a pena refletir sobre o motivo do incômodo que sentimos ao sermos solicitados para o diálogo silencioso.
    Mahatma Gandhi expressou sua íntima vivência com a oração - o diálogo silencioso - ao dizer:
    "A oração nada mais é do que um anseio intenso do coração. Podemos expressar-nos por intermédio dos lábios; podemos expressar-nos em recolhimento ou em público; para ser verdadeira, porém, essa expressão deve originar-se das profundezas mais recônditas do coração.
    Uma eterna luta entre os poderes do obscurantismo e os da luz assola o peito do homem: aquele que não possui a âncora mestra da oração para apoiar-se, será vítima dos poderes do obscurantismo.
    Assim, comece o dia com uma oração e faça-a com tal fervor de alma que ela permaneça consigo até o anoitecer.
    Encerre o dia com uma prece, de modo que possa ter uma noite em paz, livre de sonhos e pesadelos".
    Programa
    quinta-feira - 28/10 - 20h
    O sentido da oração no cristianismo
    Monsenhor José Conceição Paixão
    sexta-feira - 29/10 - 20h
    O sentido da oração no budismo
    Prof. Dr. Gustavo Alberto Correa Pinto
    sábado - 30/10 - 20h
    O sentido da oração no judaísmo
    Prof. Dr. Hugo Schlesinger
    domingo - 1/10 - 17h
    Gandhi e a oração
    Prof. Dr. Gerardo de Mello Mourão
    Gandhi: Um homem que antecipou o século XXI
    Saiba Mais