Marshall Rosenberg

Cresceu no interior de Detroit e conviveu diariamente com várias formas de violência. Determinado a estudar suas causas e como reduzi-la, cursou Psicologia, tendo o doutorado em Psicologia Clínica em 1961. A comunicação Não Violenta evoluiu ao longo de sua busca por aprender habilidades de pacificação. Trabalhou com ativistas dos direitos civis nos anos 1960 e passou a conflitos mediar, tendo atuado em áreas divididas pela guerra, batalha e conflitos sociais em 62 países dos 4 continentes. Fundador do Center for Nonviolent Communication, treinou muitos professores e abriram várias frentes de trabalho e projetos. Os resultados foram notórios. A CNV é ensinada em mais de 60 países e como indicadores que ela ajuda a estabelecer conexão compassiva consigo e com outros, bem como resolver conflitos pacificamente.

Parceria com a Palas Athena

Marshall Rosenberg - Palas Athena

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53º Fórum do Comitê da Cultura de Paz e Não Violência
Comunicação Não Violenta

8 de novembro de 2006

Com Marshall Rosenberg
As estruturas sociais vigentes que norteiam nossas relações de família, educação, distribuição de recursos, justiça, convivência com a natureza, cultura, autorreflexão e comunhão espiritual estão fundadas numa lógica de dominação que cresce como modo cultural há pelo menos cinco mil anos, como demonstram os pensadores Riane Eisler, Walter Wink e David Korten. Esta lógica, e as práticas que a distinguem – como a guerra, a exclusão, a punição, a vingança, a exploração e a formação e luta de impérios – chegam a um ponto crítico de implosão e começam a desmoronar.

A Cultura de Paz reúne os esforços dos que despertam em si e nos outros o reencantamento pela Vida, cocriando novas formas, redescobrindo outras antigas, de compartilhar poder para ressignificar, agindo para promover valores universais.

Das ideias que formulamos acerca de nós mesmos e o outro, às maneiras de resolver conflitos comunitários, surgem alternativas que permitem transcender as construções. Conceituais de inimigo, escassez e violência como resposta inerente à nossa espécie. A base ética dessa possibilidade, como descreveu Martin Buber, se manifesta no encontro.

Com grupos divididos por guerra – étnica, religiosa ou civil, nas mesas de família e de trabalho – dinâmicas comuns são reveladas, captadas na profunda simplicidade do poeta Rumi, no século 13: “Lá, além das ideias de fazer certo e fazer errado, há um campo. Te encontro lá”

Neste convite empático de busca de compreensão mútua, está a semente de um novo olhar sobre a violência, visto agora como a expressão trágica de necessidades humanas não atendidas. Há também a emergência do agente de paz, que desenvolve competências de intenção e de atenção para estabelecer, manter e aprimorar estruturas sociais de parceria que possibilitam considerar o bem-estar de todos: uma inteligência a serviço da vida.

Conteúdo extraído do site:
Comitê da Cultura de Paz
http://comitepaz.org.br/index.php/53o-forum-comunicacao-nao-violenta/

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