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Bertrand Arthur William Russell, nascido em 1872, de uma familia aristocrática inglesa da cidade de Trelleck.foi um das filósofos mais lidas e discutidos do periodo compreendido entre as duas guerras mundiais. Não. há dominio da filosofia ao qual não se tenha abeirada, e amiúde se ocupou de questões coma o pacifismo (cuja defesa valeu-lhe um tempo de prisão durante a 1! Guerra Mundial), o uso militar da energia atômica, ou a participação norte-americana na conflito. vietnamita. Até sua marte (1971), afirmou-se como critica de instituições sociais e militou em movimentos que se reputavam defensores da liberdade humana.
Todos procuramos a felicidade. Por que tão poucos de nós a encontram? Diz uma cantiga alemã: Ando sozinho, sempre sonhador. E meu suspiro pergunta: "Para onde?" A voz dos espíritos me responde: "Onde não está~ está a felicidade." Essa cantiga melancólica retrata a atitude da maioria dos homens na sua procura da felicidade: procuram-na onde não está, em bens exteriores, e esquecem de procurá-Ia onde está: nas suas próprias almas.
Os chamados quadrados mágicos são conhecidos pelos matemáticos como mera curiosidade. Derivam das originalíssimas combinações de números que, colocados em suas divisões, resultam sempre na mesma cifra quando somados na vertical, na horizontal ou em diagonal. De acordo com a sua complexidade, são classificados em: mágicos, semi-mágicos e quase-mágicos, ou, respectivamente. simples, diabólicos e sem i-diabólicos. Sabendo que são usados desde a mais remota antigüidade (existem autores que lhes remontam a origem há mais de 6.000 anos a.C.), tentaremos demonstrar que seu uso tinha finalidades mágicas, cabalísticas e de nítido caráter gnóstico.
Foi por unanimidade que, na conferência geral da U.N.E.S.C.O., reunida em Belgrado em novembro de 1980, tomou-se a resolução de celebrar o centenário do nascimento de Pierre Teilhard de Chardin, s. j. (1/5/1881 - 10/4/1955), posto que, nos termos dessa resolução: "Propondo uma civilização do Universal, seus trabalhos enriqueceram consideravelmente a reflexão religiosa, filosófica, e científica" e porque "sua obra exerceu uma inftuência notável sobre o pensamento contemporâneo numa perspectiva de convergência e de solidariedade."
Aparece uma cabana construída no tronco de um vigoroso fresno, o Fresno da Vida, a Árvore do Mundo, cujas raízes proeminentes saem do solo enquanto que sua copa perde-se no infinito. Cravada no tronco, até a bainha, destaca-se uma espada, a Espada do Conhecimento Intuitivo. À direita, dentro da cabana, arde a lareira e à esquerda vê-se a escadinha de uma habita- ção interior. Sigmundo, ou Sigismundo, o filho de Wotan e de Erda, abre violentamente a porta, penetra nà cabana e, vencido por aquele supremo esforço, cai junto ao fogo da lareira.
"Alguém faz nascer uma idéia, um segundo assiste ao seu batismo, um terceiro faz filhos com ela, um quarto visita-a no seu leito de morte e um quinto enterra-a para sempre". Georg Lichtenberg, escritor e pensador alemão do século XVIII, sabia do que estava falando. Suas observações sobre os mecanismos que regem a mente humana foram reduzidos a uma coletânea de aforismos, mas sua influência chegou até Freud, passando por Nietzsche. Milhares de outros, como ele, descobriram uma espécie de paixão secreta no conhecimento profundo e intuitivo do espírito do homem, pela via acessível da abordagem da própria mente.
Já haviam despertado as trevas para os lados do nascente. E despertei porque abri os olhos para a luz da manhã. o silêncio dominava todas as coisas como se elas permanecessem ainda adormecidas. Na paz do campo, deveria ferir os meus ouvidos a clarinada de um galho, e um canto de pássaros não me surpreenderia.
Devido a alternativas semânticas sofridas no transcurso do tempo, estes vocábulos pareceram ter significados opostos. A participação de todos na coisa pública foi denominada democracia (embora, como forma de governo, o nome correto fosse república), e, como tal, se confrontava com a participação de apenas uns poucos, O que se denominava· aristocracia ou, também, oligarquia, termos estes que se usam indistintamente, o que tampouco é correto. A democracia - em linguagem superficial e convencional - costuma assim representar o contrário da aristocracia. Isto porém, requer uma maior atenção, já que por trás de um falseamento semântico se esconde sempre um falseamento conceptual e entram em jogo princípios fundamentais.
A Política é como a Física. Não há senão uma boa: a experimental. La Politique est comme Ia Physique, il ny en a quune de bonne: lexperimentale. A afirmação é de Joseph De Maistre. Mas, poder-se-ia perguntar, onde está o campo de experiência da Política? Responde-nos o mesmo autor: LHistore est Ia politique experimentale (1), a História é a política experimental.