Blog - Últimas notícias WhatsApp

Frete Grátis em compras acima de R$200,00 Sul e Sudeste

Parcelamento sem juros

15% de Desconto nos Livros de 8 a 28 de agosto de 2026

  • Conta
    • Novo cliente? Cadastre-se
    • Cadastrar

0

Meu Carrinho

R$0,00
Ao continuar navegando você aceita os cookies que utilizamos para melhorar o desempenho, a segurança e a sua experiência no site. Para mais informações, consulte a nossa Política de Privacidade.
  • 15º Semana Martin Luther King

    Palas Athena


    A 15ª Semana Martin Luther King aconteceu no dia 3 de abril de 2018, no Sesc Vila Mariana.

    A abertura do evento foi conduzida pelo Sr. Charles Harrison - Diplomata do Consulado Geral dos Estados Unidos em São Paulo. Sr. Charles propôs uma reflexão sobre o legado de Martin Luther King e o que alcançamos desde o discurso "Eu Tenho um Sonho", de 1963.

    O encontro contou, também, com a palestra "Reparar e Restaurar" conduzida pelo Dr. Marcelo Nalesso -  Juiz de Direito. Membro da Coordenadoria da Infância e da Juventude e do Grupo Gestor da Justiça Restaurativa do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Coordenador do Núcleo de Justiça Restaurativa da Comarca de Tatuí, SP – Polo Irradiador.

    O encerramento ficou a cargo da Banda DI Mandê, fundada em 2011 por Biko MC (Fabiano) e Deejay B.A. Sua musicalidade contempla as matrizes do hip hop e influências da música negra tais como: blues, jazz, afro beat, R&B, funk, reggae e musicalidades nacionais como jongo, maracatu, samba e congada.

    A gravação da 15ª Semana Martin Luther King está disponível no YouTube da Palas Athena.

    Palas Athena Palas Athena Palas Athena Palas Athena Palas Athena Palas Athena Palas Athena Palas Athena
    Saiba Mais
  • Michel Maffesoli e o Trágico na Sociedade Pós-Moderna

    Sandra Godoy - Palas Athena


     

    O aclamado sociólogo francês Michel Maffesoli, professor da Universidade de Paris-Descartes-Sorbonne, apresentará o Seminário Internacional “O trágico na pós-modernidade”, no dia 17 de abril, terça-feira, das 9h às 12h na Associação Palas Athena.

    Conhecido pela sua abordagem da pós-modernidade, Maffesoli traz para este seminário sua visão original do conceito, na qual o sentimento do trágico ressurge diante a mutação em andamento do mundo, e de um futuro que mostra contornos caóticos e uma vida feita de coisas mutáveis e incertas.

    Segundo Maffesoli, é preciso fazer uma distinção entre dois conceitos que são utilizados indistintamente: drama e tragédia. “A modernidade repousa sobre uma concepção ‘dramática’ do mundo – há uma solução, sempre se pode chegar a uma resolução. Como dizia o velho Marx: a sociedade não se coloca um problema que ela mesma não possa resolver! A dialética (tese, antítese, síntese) é o instrumento preferido de tal visão de mundo”.

    Na pós-modernidade temos a tragédia, algo bem diferente – aqui não há “solução”. O trágico é sem solução, e daí a necessidade de “dar um jeito de lidar com aquilo que está aí”, algo que Lévi-Strauss chamou de “bricolagem”.

    O trágico na pós-modernidade
    Seminário Internacional com Michel Maffesoli
    17 de abril de 2018, terça-feira, das 9h às 12h.
    Inscrições: https://goo.gl/LCgTsn

    Docente
    Michel Maffesoli
    , Professor da Université de Paris-Descartes-Sorbonne. Professor convidado em inúmeras universidades europeias. Construiu sua obra em torno da ligação social comunitária e a prevalência do imaginário nas sociedades pós-modernas. É secretário geral do Centre de Recherche sur L’imaginaire e membro do comitê científico de revistas internacionais, como Social Movement Studies e Sociologia Internationalis. Recebeu o Grand Prix des Sciences Humaines da Academia Francesa em 1992 por seu trabalho La transfiguration du politique, entre outros prêmios. É vice-presidente do Institut International de Sociologie e membro do Institut Universitaire de France - I.U.F.
    Saiba Mais
  • “Precisamos nos reconectar com nossa criança interna para desenvolver a resiliência”

    Sandra Godoy - Palas Athena


    “Desenvolver Resiliência em Tempos Incertos” foi o tema do 118º Fórum do Comitê da Cultura de Paz e Não Violência, realizado no dia 13 de março no Sesc Vila Mariana, em São Paulo. A apresentação ficou a cargo da Profa. Dra. Denise Gimenez Ramos, professora titular do Programa de Estudos Pós-graduados em Psicologia Clínica e coordenadora do Núcleo de Estudos Junguianos da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). O mediador do encontro foi o professor Fernando Stanziani, da Associação Palas Athena.

    A Dra. Denise discorreu sobre o significado da palavra resiliência, que veio da Física – propriedade que alguns corpos apresentam de retornar à forma original após terem sido submetidos a uma deformação elástica, cujo melhor exemplo é o bambu – mas que hoje é empregado na psicologia, como capacidade de se recobrar facilmente ou de se adaptar à má sorte ou às mudanças que rompem com o bem-estar.

    Ela citou o psiquiatra e neurologista Boris Cyrulnik, que foi prisioneiro de um campo de concentração quando criança e, baseado em sua história de superação, desenvolveu o conceito de resiliência na psicologia. “Ele observou principalmente como nossa força interna pode nos liberar do passado”, explicou Denise. “O contato humano com empatia e otimismo pode desenvolver comportamentos resilientes, mesmo frente a profundos sofrimentos”, completou.

    O que nos faz resistir? É a pergunta que se faz quando pessoas comuns, submetidas a situações extremas, conseguem sobreviver e seguir em frente. Para Denise, é importante entender nossa origem e o papel dos mitos em nossa formação como seres humanos desde os primórdios da humanidade. “O resgate da nossa alma é a fonte da resiliência”.

    Para entender de onde viemos e o que somos é importante resgatar a criança interna. “A criança representa o impulso mais forte e iniludível de todo o ser humano, quer dizer, o impulso de autorrealizar-se”, disse a psicóloga. “Precisamos nos reconectar com nossa origem, que vai além de nossos pais, de nossa educação, da nossa sociedade e dos mitos”, concluiu.

    Após sua apresentação, o público enviou perguntas à palestrante. Em uma delas, foi questionado como o resgate da criança interna e da autoestima pode contribuir para a Cultura de Paz e Não Violência. “Se eu não tiver amor por mim, não consigo desenvolver a Cultura de Paz”, respondeu Denise, encerrando a noite.

    Desde 1999, o Comitê da Cultura de Paz desenvolve atividades permanentes, inspirando e estimulando iniciativas que contribuem na construção de um mundo justo, compassivo, sustentável e equânime para todos os que nele vivem. O Comitê da Cultura de Paz é coordenado pela Associação Palas Athena em parceria com a UNESCO.

    Clique aqui para assistir na íntegra o 118º Fórum do Comite da Cultura de Paz.  Palas Athena Palas Athena Palas Athena Palas Athena Palas Athena Palas Athena
    Saiba Mais
  • 9 Attitudes Jon Kabat Zinn

    Palas Athena


    Segundo Jon Kabat-Zinn, autor do livro “Vivendo a Catástrofe Total”, os estados mentais a que estamos condicionados são um grande desafio para a prática do mindfulness; por isso, para cultivar a atenção plena, é necessário que adotemos uma abordagem atitudinal ativa – não só durante a prática formal da meditação mas também em nosso dia-a-dia.

    Neste vídeo, Jon Kabat-Zinn introduz as 7 Atitudes apresentadas em “Vivendo a Catástrofe Total”, que são decisivas para viabilizar o cultivo da capacidade de acalmar a mente e relaxar o corpo, se concentrar e ver com mais clareza.

    Compilação feita pelo mindfulnessgruppen.
    Legendas automáticas, apenas em inglês.

     
    Saiba Mais
  • A longa aprendizagem da violência - Revista Páteo Ensino Fundamental

    Entrevista - Profa. Lia Diskin

    Palas Athena Palas Athena Palas Athena Palas Athena
    Saiba Mais
  • Comunicação Não Violenta é tema de curso na Palas Athena

    Sandra Godoy - Palas Athena


     

    Em tempos de polarizações políticas e intolerância em todos os níveis, alimentados pelos discursos de ódio tão presentes nas redes sociais e até mesmo nas relações interpessoais, acontece na Palas Athena o curso Comunicação Não Violenta (CNV), nos dias 4 e 5 de maio, ministrado pelo prof. Silvio de Melo Barros, especialista em Comunicação não violenta e mediação de conflitos.

    “É uma comunicação que se conecta com a humanidade do outro, sem julgamento ou rótulos”, explica Silvio, acrescentando que o curso de 12 horas vai abordar, por exemplo, a habilidade de se comunicar a partir da esfera intrapessoal, “compreendendo seus sentimentos, suas necessidades, como lidar com a sua raiva, sem criar dor e cuidando da necessidade do outro”.

    O curso terá uma introdução sobre a história e os conceitos essenciais da CNV, e dinâmicas em duplas e grupos. “Nestas vivências as pessoas poderão investigar a prática dos conceitos da CNV, e será um convite à reflexão profunda” afirma Silvio de Melo Barros.

    O que é CNV - Comunicação Não Violenta? CNV é um processo desenvolvido pelo psicólogo norte-americano Dr. Marshall Rosenberg, e está sendo utilizada em todos os âmbitos da sociedade por um crescente número de pessoas que desejam se relacionar de modo autêntico e ao mesmo tempo compassivo, visando atender às necessidades de todos os envolvidos. É uma alternativa extremamente eficaz à lógica destrutiva dos julgamentos, culpa e punição, e abre espaço para um diálogo onde se valoriza a autenticidade, os sentimentos e as necessidades escondidas por trás dos comportamentos do dia a dia.

    Nos últimos 40 anos, o Dr. Marshall Rosenberg e sua equipe compartilharam essa abordagem com administradores escolares, professores, profissionais de saúde, policiais, mediadores, sistemas jurídicos, gerentes de empresas, detentos e guardas, líderes religiosos judeus, cristãos, budistas e muçulmanos, autoridades governamentais e outros, em mais de 50 países.


    Sobre o docente Silvio de Melo Barros, formado em Administração de Empresas e Pós-Graduado em Gestão Empresarial, ambos pela Universidade Monte Serrat. Personal e Executive Coach pela Sociedade Brasileira de Coach. Formado em Mediação de Conflitos pela Palas Athena. Conheceu a Comunicação Não Violenta (CNV) em 2008 com o treinador internacional Dominic Barter e aprofundou seus estudos com o treinador internacional de CNV Sven Frohlich Archangelo. Atualmente compartilha sua experiência em Comunicação Não Violenta como proposta de resolução de conflitos nos diversos ambientes sociais, palestrando em inúmeras instituições por todo o Brasil.


    COMUNICAÇÃO NÃO VIOLENTA
    Com Silvio de Melo Barros

    4 e 5 de maio de 2018, sexta-feira das 19h às 21h30 e sábado das 9h às 18h
    Inscrições: www.palasathena.org.br


    Fique atento!

    Neste ano, a Palas Athena Editora publicará dois livros de Marshall Rosemberg – psicólogo americano que desenvolveu a Comunicação Não Violenta: “Criar filhos compassivamente” e “Falar a paz num mundo em conflito”.

    As datas de lançamento serão divulgadas em breve!
    Saiba Mais
  • Os Fóruns mensais do Comitê da Cultura de Paz e Não Violência estão de volta!

    Palas Athena


    É com imensa alegria que informamos que os Fóruns mensais do Comitê da Cultura de Paz e Não Violência estão de volta. Interrompidos desde o final de 2014, os encontros retornam a partir de março e com novo endereço. Em 2018 eles acontecerão no Sesc Vila Mariana.

    O Comitê da Cultura de Paz, coordenado pela Palas Athena em cooperação com a UNESCO, desenvolve atividades inspirando e estimulando iniciativas que contribuem para a construção de um mundo justo, compassivo, sustentável e equânime para todos os seus habitantes.

    Esta iniciativa teve início em 1999, quando um grupo de pessoas, movimentos e organizações sociais reuniram-se com a firme determinação de disseminar os 6 Princípios do Manifesto 2000 por uma Cultura de Paz e Não Violência, elaborado por laureados com o Prêmio Nobel da Paz em 1998, por ocasião das celebrações dos 50 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

    Foram angariados em torno de 500 mil compromissos ao Manifesto, por escrito, sem que consigamos mensurar o quanto este esforço se desdobrou por meios eletrônicos. No Brasil, houve 14 milhões e, no mundo, cerca de 70 milhões de adesões aos 6 princípios do Manifesto 2000: Respeitar a vida, Rejeitar a violência, Ser generoso, Ouvir para compreender, Preservar o Planeta e Redescobrir a solidariedade.

    Nestes tempos tão voláteis, nos quais tudo chama a atenção e nada a retém, sem enraizamento e/ou extensão, o Comitê manteve fidelidade aos seus propósitos. Tornou-se referência quanto aos princípios e valores de uma Cultura de Paz, inspirou ações em todo o País, desde o âmbito da sociedade civil até as esferas dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

    Os 8 eixos da Declaração e Programa de Ação sobre uma Cultura de Paz da ONU/UNESCO são as diretrizes fundantes: Cultura de Paz através da Educação; Economia Sustentável e Desenvolvimento Social; Compromisso com Todos os Direitos Humanos; Equidade entre Gêneros; Participação Democrática; Compreensão – Tolerância – Solidariedade; Comunicação Participativa e Livre Fluxo de Informações e Conhecimento; e Paz e Segurança Internacional.

    A gestação de uma Cultura de Paz é um fato. Ela atende à necessidade vital de renovação e inovação na forma de sentir, pensar e ver; de avaliar nossas prioridades frente à diversidade de horizontes e consolidar a autonomia nos cenários local e global, aliando o poder criativo do humano ao princípio da interdependência que sustenta a rede de vida.

    Confira a agenda de 2018 (*)

    118º – 13 de março de 2018
    119º – 3 de abril de 2018
    120º – 8 de maio de 2018
    121º – 5 de junho de 2018
    122º – 3 de julho de 2018
    123º – 7 de agosto de 2018
    124º – 4 de setembro de 2018
    125º – 2 de outubro de 2018
    126º – 6 de novembro de 2018
    127º – 4 de dezembro de 2018

    Entrada gratuita • terças-feiras, às 19h
    Mais informações: www.comitepaz.org.br
    (*)Datas sujeitas à alteração

    Local: Sesc Vila Mariana
    Rua Pelotas, 141 – Vila Mariana, São Paulo – SP.

    Retirada de ingresso nas bilheterias das unidades do Sesc, no dia do evento, a partir das 14h.
    Limite de 2 ingressos por pessoa.
    Saiba Mais
  • Irena Sendler, a mulher que salvou 2.500 crianças do Holocausto

    Sandra Godoy - Palas Athena


     

    “Quando os nazistas decidiram exterminar o povo judeu, eu não pude simplesmente olhar para isso com indiferença”. Assim Irena Sendler, uma cristão polonesa que salvou milhares de crianças judias na Segunda Guerra Mundial (1939-1945), explica sua atitude frente ao horror do holocausto, que teve no Gueto de Varsóvia um de seus piores capítulos.

    Sua vida, antes e depois da guerra, é contada por Anna Mieszkowska no livro “A história de Irena Sendler – a mãe das crianças do holocausto”, publicado pela Palas Athena Editora (trad. Eduardo Natalin). Irena presenciou a invasão da Polônia e a construção do Gueto de Varsóvia em 1939, onde foram confinados milhares de judeus poloneses para morrer de inanição, doenças, como tifo, ou ser enviados para os campos de extermínio.

    Por conta de seu trabalho como assistente social, ela tinha acesso ao gueto. Ao perceber que o destino das pessoas que para lá foram enviadas seria a morte, ela teve a ideia de salvar pelo menos os adolescentes, crianças e os bebês. Em suas visitas ao gueto, ela perguntava aos familiares se eles estavam dispostos a entregar seus filhos a estranhos que poderiam garantir sua sobrevivência. Alguns se recusaram, mas muitos tiveram a suprema coragem de se separar dos filhos, sobrinhos e netos, com praticamente a certeza de que nunca mais os veriam.

    Irena organizou e liderou um grupo que, durante a ocupação, estima-se que salvou da morte certa mais de 2.500 crianças, embora este número possa ser maior. Elas eram tiradas do gueto em ambulâncias, caixas, carroças cobertas e até mesmo pelo esgoto. Ao atravessar para o lado "ariano” de Varsóvia, tinham seus documentos trocados para passarem por cristãs (graças ao trabalho conjunto com igrejas e conventos e toda uma rede de solidariedade na Polônia ocupada), e encaminhadas para adoção por famílias polonesas, orfanatos ou conventos.

    Irena Sendler, conhecida pelo codinome Irmã Jolanta, fez esses resgates por conta própria até 1942, quando juntou-se à Zegota, uma organização clandestina de ajuda aos judeus, que passou a fornecer meios para o prosseguimento da missão. E foi graças à Zegota que ela também escapou da morte, pois foi presa em 1943, passou três meses na cadeia de Pawiak, onde foi torturada e condenada ao fuzilamento. A organização subornou um guarda nazista, que a libertou momentos antes da execução. A partir daí, Irena entrou para a clandestinidade.

    Para garantir que as crianças, ao término da guerra, pudessem retornar às suas famílias (as poucas que sobreviveram) e recuperar sua identidade judaica, Irena guardou seus nomes em bilhetinhos dentro de potes, que foram enterrados em um jardim. Depois da guerra, em 1945, começou a devolução das crianças e, graças à missão arriscada que quase lhe custou a vida – mas tirou a de muitos companheiros – muitas puderam reencontrar seus parentes e recomeçar a sua história, interrompida pelos horrores do holocausto.

    Esta história de coragem, bondade e compaixão ficou escondida durante décadas, já que logo depois da guerra a Polônia passou a pertencer à Cortina de Ferro, que durou até o final dos anos 1980. As autoridades pró-soviéticas, desconfiadas de ativistas que não se alinhavam ao regime comunista e, principalmente, de ativistas pró-judeus, praticamente relegaram Irena a uma segunda clandestinidade, da qual saiu quase por acidente em 1999.

    Neste ano, quatro alunas de uma escola secundária de uma pequena cidade no interior do Kansas (EUA), começaram um projeto de história a partir de um pequeno artigo sobre Irena Sendler. O professor de História, que sugeriu o trabalho, disse às jovens que o artigo deveria estar errado, pois ele nunca havia ouvido falar de uma pessoa que tivesse salvado mais de duas mil crianças do Gueto de Varsóvia. As alunas começaram a pesquisa e, quando souberam que Irena estava viva, passaram a trocar cartas com ela.

    O projeto resultou em uma peça de teatro, “Holocausto: a vida num pote”, encenada pelas próprias alunas. A partir daí, a história de Irena Sendler passou a ser conhecida mundialmente, trazendo à luz um dos episódios mais importantes – e quase desconhecido até então – da Segunda Guerra Mundial.

    O livro de Anna Mieszkowska foi publicado em 2004, a partir de inúmeras entrevistas com a própria Irena, já idosa e com a saúde frágil, mas com uma memória inacreditável para uma nonagenária (ela faleceu em 2008, com 98 anos), e com as crianças salvas – então pessoas com mais de 60 anos – e uma vasta documentação.

    A descrição do horror vivido naqueles seis anos de ocupação, guerra e extermínio – e que muitos carregaram por toda a vida – poderia tornar a leitura pesada, difícil. Mas, a forma como a autora conta a história – brilhantemente traduzida para o português por Eduardo Natalin – tem o tom da compaixão, da coragem, da tolerância. Uma leitura que se faz absolutamente necessária nos dias atuais, nos quais ameaças em vários cantos do mundo podem trazer de volta o pesadelo vivido por milhões – e que teve entre seus herois Irena Sendler e seus companheiros.

    Clique aqui e saiba mais sobre o livro “A história de Irena Sendler – a mãe das crianças do holocausto”
    Saiba Mais
  • Susan Bauer-Wu na Palas Athena

    Palas Athena


     

    Susan Bauer-Wu, PhD, Enfermeira e Presidente do Instituto Mind & Life nos Estados Unidos, esteve na Palas Athena para ministrar o Seminário Internacional "Como sair do burnout - Práticas de Mindfulness e Compaixão para Profissionais da Saúde"

    Neste encontro a Dra. Susan Bauer-Wu apresentou técnicas de mindfulness e compaixão que podem ser praticadas por qualquer pessoa, e que foram validadas por sua longa experiência no ensino de autocuidado para cuidadores e no tratamento de pacientes graves.

    Confira algumas fotos.


    Palas Athena Palas Athena Palas Athena
    Saiba Mais